<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925</id><updated>2012-01-26T09:46:39.795-08:00</updated><title type='text'>SCIENTIA EST POTENTIA</title><subtitle type='html'>Textos não formais sobre ciência e tecnologia.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>102</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-530176246913459990</id><published>2012-01-25T08:28:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T09:46:32.764-08:00</updated><title type='text'>A origem da Lua - I</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-u2PllihcTn8/TyGP18I0NfI/AAAAAAAABcg/kU_8Zb-yMek/s1600/moon_formation.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="294" src="http://4.bp.blogspot.com/-u2PllihcTn8/TyGP18I0NfI/AAAAAAAABcg/kU_8Zb-yMek/s400/moon_formation.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A formação de nosso satélite é um problema antigo, desde o nascimento da moderna Astrofísica:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://knowledgeispowerquiumento.wordpress.com/article/formacao-da-lua-2tlel7k7dcy4s-56/"&gt;Formação da Lua&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Um ensaio sobre as diversas hipóteses de formação de nosso satélite.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://eternosaprendizes.com/2010/06/10/novos-estudos-sugerem-que-a-formacao-da-terra-e-da-lua-pode-ter-ocorrido-depois-do-que-pensavamos/"&gt;Novos estudos sugerem que a formação da Terra e da Lua pode ter ocorrido depois do que pensávamos&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;eternosaprendizes.com&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.popastro.com/moonwatch/moon_guide/geology.php"&gt;Lunar geology&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.popastro.com&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abaixo, tradução de um interessante artigo sobre a hipótese &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese_do_grande_impacto"&gt;Big Splash&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; de formação da Lua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; Shigeru Ida, Robin M. Canup, Glen R. Stewart&amp;nbsp;;&amp;nbsp;Lunar Accretion from an Impact-Generated Disk; Department of Earth and Planetary Sciences, TokyoInstitute of Technology, Meguro-ku, Tokyo 152. Japan+ LASP, University of Colorado, Boulder, CO80309-0392, USA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;acreção de="" disco="" gerado="" impacto="" lunar="" por="" um=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.xtec.es/recursos/astronom/moon/canupe.htm"&gt;http://www.xtec.es/recursos/astronom/moon/canupe.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Abstract&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A formação da Lua é ainda um problema em aberto. Uma hipótese possível é a formação de um disco de acreção circunterrestrial que foi gerado por um impacto gigante sobre a Terra. Simulações diretas de N-corpos indicam que um único grande satélite acresceu-se a partir do disco em uma escala de tempo de um mês a um ano. É apresentada uma relação direta entre o tamanho do satélite formado e a configuração inicial do disco, que dá uma importante pista para o problema de formação da Lua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O texto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Muitos modelos têm sido propostos para a formação da Lua, mas ninguém conseguiu demonstrar satisfatoriamente a formação. O popular "Impacto Gigante" (Big Splash), afirma um cenário que um proto-planeta do tamanho de Marte atingiu a proto-Terra &lt;span style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 1]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; e gerou um disco de detritos circunterrestrial partir do qual acresceu-se a Lua. Este cenário foi favorecido, pois pode bem ter em conta para as características dinâmicas e geoquímicas da Lua (o grande momento angular do sistema Terra-Lua, o esgotamento dos voláteis e ferro). Muitas simulações hidrodinâmicas (um método de partículas "suavizadas", derivadas) modelaram o processo de impacto. Calculou-se o impacto entre dois grandes protoplanetas, com núcleos de ferro e mantos de silicato e acompanhou-se a evolução orbital dos escombros após o impacto em curto espaço de tempo (~ alguns períodos orbitais). Verificou-se que um impacto de um corpo do tamanho de Marte geralmente resulta na formação de um disco circunterrestrial ao invés da formação direta de um amontoado de escombros. (Esta tendência é mais evidente nas simulações recentes.) A massa do disco é geralmente menor do que 2,5 ML, onde ML é a massa lunar atual (= 0,0123 MT; sendo MT a massa da Terra). A maior parte do material do disco é distribuído perto ou no interior do raio R do limite de Roche (~ 2,9 Re, onde Re é o raio da Terra) se o momento angular do impacto é de 1-2 MA&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;STL&lt;/span&gt;, onde MA&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;STL&lt;/span&gt; é o momento angular do atual sistema Terra-Lua. Dentro e próximo do limite de Roche a força das marés da Terra inibe o crescimento acrescional. &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O cálculo do acréscimo publicado somente é Canup Esposito e com uma abordagem dinâmica de gás. Eles aproximaram partículas disco como partículas em uma caixa e acompanhou a evolução da função de distribuição em massa em diversas regiões do disco, a evolução da velocidade de modelagem, incorporação, e repercussão das partículas do disco. Eles mostraram que, em geral, muitas luas pequenas são formadas inicialmente ao invés de uma única grande lua e concluiu que a maneira mais simples para formar a Lua. O presente porte é iniciado com pelo menos uma massa de material lunar fora do limite de Roche. No entanto, nos cálculos de gás dinâmico, é difícil incluir os efeitos não-locais, tais como a migração radial do material do disco e interação global entre luas que se formaram e do disco. A importância da difusão radial para fora do limite de Roche tem sido apontado por argumentação analítica.&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aqui nós realizamos simulações direta de N-corpos, que inclui automaticamente os efeitos não-locais, para investigar os processos de acreção global lunar. A sequência de acreção da Lua a partir de um disco gerado por impacto pode ser o adiante apresentado. Inicialmente, o disco seria provavelmente uma atmosfera de vapor de silicato quente na forma de toroide. Partículas sólidas condensam devido ao resfriamento do disco, possivelmente depois de alguma migração radial. Após as colisões e fragmentação das partículas úmidas que inicialmente apresentam grandes excentricidades e inclinações da órbita das partículas em valores moderados, em alguns períodos orbitais. Nossas simulações começam a partir desta fase e acompanham a evolução colisional de uma lua. Em uma escala de tempo maior, uma lua formada de migração gradual com interação das marés com a Terra, com restos de varredura. Não perseguimos uma evolução temporal tão longa aqui.&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentamos os resultados de 27 simulações com diferentes condições iniciais do disco. Descobrimos que uma única grande lua, em vez de múltiplas luas, é geralmente formada a uma distância similar do proto-Terra em 100-1000&amp;nbsp;períodos orbitais&amp;nbsp;(~ de um mês a um ano). Descobrimos também que a massa da lua final é principalmente determinada por uma simples função da massa total inicial e do momento angular do disco. Para estimar a massa da lua final, nós não precisamos saber os detalhes da massa inicial, tamanho e distribuição de velocidade das partículas do disco. A massa da lua prevista a partir dos discos obtidos pelas simulações do impacto anterior pode ser tão grande quanto a massa lunar presente em alguns casos. No entanto, não podemos tirar uma conclusão definitiva no momento, uma vez que as simulações do impacto anterior não forneceram dados suficientes sobre os momentos do disco angular. Melhor simulações são necessárias para fornecer a massa total e o momento angular do disco. A combinação das mais refinadas simulações de impacto de&amp;nbsp;N-corpos seria esclarecedora de se um impacto gigante poderia realmente ter produzido a Lua ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cont...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Nota 1 : Sendo a Lua hoje de massa menor que Marte, e a soma da Terra e da Lua sendo praticamente a mesma que a do planeta que colidiu com a maior massa que viria a se tornar nossa Terra, é inadequado chamar este corpo maior inicial de "Terra", pois, disto, conclui-se que sua massa deva ter sido menor que a da atual Terra. Portanto, devemos chamá-la de "proto-Terra". Noutras palavras, a proto-Terra acreceu massa, e os resíduos destas fusão formaram a Lua, e os dois corpos, nesta colisão, mudaram de composição, passando o nosso planeta a ter um núcleo de ferro mais pesado, restando a Lua um aproveitamento maior dos "mantos" dos dois corpos, sendo em maior parte formada de silicatos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/acreção&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-530176246913459990?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/530176246913459990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=530176246913459990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/530176246913459990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/530176246913459990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2012/01/origem-da-lua-i.html' title='A origem da Lua - I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-u2PllihcTn8/TyGP18I0NfI/AAAAAAAABcg/kU_8Zb-yMek/s72-c/moon_formation.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-1747704884727613598</id><published>2012-01-11T12:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T04:30:01.296-08:00</updated><title type='text'>Algumas questões sobre aquecimento global - I</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="color: white; font-size: large;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A &lt;b&gt;possibilidade&lt;/b&gt; de num aquecimento global,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ter-se áreas ou períodos de menor temperatura&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Confesso que adoro "modelinhos" matemáticos simplíssimos. São o que chamo de "marretas de Quiumento", lembrando a clássica e poderosa "navalha de Ockham": argumentos simples, claros, e que mostram como determinadas afirmações são simplórias, apressadas e portanto, fundalmentamente erradas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Variação por região&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Consideremos uma matriz 3x4 de números numa faixa que tenha o que sejam valores normais de temperaturas para a Terra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t-Ee7ygHBEU/Tw8WmcvxlhI/AAAAAAAABbU/UKHEjUM8zTM/s1600/aquec+global+1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="88" src="http://3.bp.blogspot.com/-t-Ee7ygHBEU/Tw8WmcvxlhI/AAAAAAAABbU/UKHEjUM8zTM/s320/aquec+global+1.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como visto, a média dos valores da matriz acima seria de 8,67.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto seria uma miniatura de aquecimento global, como uma distribuição de temperaturas sobre um globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3AchPEwy6Dg/Tw8YAUdprYI/AAAAAAAABbk/gGC455ZuYUI/s1600/temperature_airs_200304.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://3.bp.blogspot.com/-3AchPEwy6Dg/Tw8YAUdprYI/AAAAAAAABbk/gGC455ZuYUI/s400/temperature_airs_200304.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #228822; font-family: arial; line-height: 15px;"&gt;earthobservatory.nasa.gov&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Adicionemos 1 a cada posição e façamos as "casas" da linha 2 serem ainda reduzidas de 2 (ou seja, ficarem com um valor menor que o que apresentavam antes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BCgDRzVDqPU/Tw8fJ1Y9mOI/AAAAAAAABcE/WcBcTuYReLk/s1600/aquec+global+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="91" src="http://4.bp.blogspot.com/-BCgDRzVDqPU/Tw8fJ1Y9mOI/AAAAAAAABcE/WcBcTuYReLk/s320/aquec+global+2.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece banal perceber que evidentemente porque 8 regiões sofreram aquecimento (em vermelho), não vão ser 4 regiões sofrendo resfriamento (em azul) que farão a média não aumentar. Mas é exatamente o que muitos afirmam, quando dizem que porque ocorreu um rigoroso inverno no hemisfério norte, ou na Argentina e na África do Sul, o aquecimento global não está se dando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Similarmente, façamos para uma série temporal e da maneira mais simples possível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Variação no tempo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos fazer apenas uma modificação da matriz anterior para uma matriz 1x12, representando uma linha anual de tempo, mês a mês, mas como sofro de quase patológica preguiça quando percebo uma não necessidade de algo, apenas com modificações de, digamos, coordenadas, em algo, podemos supor as duas planilhas acima como calendários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WQ8kyhqQ-HU/TxAiRq32vuI/AAAAAAAABcU/l0mO1K0OVIo/s1600/aquec+global+3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="295" src="http://1.bp.blogspot.com/-WQ8kyhqQ-HU/TxAiRq32vuI/AAAAAAAABcU/l0mO1K0OVIo/s320/aquec+global+3.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A média dos valores das agora séries no tempo acima seria idênticas as distribuições "geográficas". Claro que os puristas (nome mais educado para "chatos de galochas com polainas") poderiam exigir que tal matriz tivesse uma distribuição de temperaturas mais adequada ao "inverno, primavera, verão, outono" (ou "rotação" disto) a que estamos habituados, e eu teria de perguntar qual o raio da diferença do ponto de vista aritmético, mas...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que queremos mostrar é que da mesma maneira que afirmar que o inverno rigoroso do Canadá deste ano (ou do anterior), ou mesmo um verão atipicamente frio*, ou ainda qualquer comportamento anômalo de temperaturas de qualquer estação, não implica em não estar havendo aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Como também não implica exemplarmente em não estar havendo o mesmo aquecimento global em função de o verão brasileiro deste ano estar se mostrando relativamente frio na minha avaliação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nada mais simples, pois o que interessa é &amp;nbsp;média &lt;b&gt;global&lt;/b&gt;, e mais que esta, seu perfil no tempo, &lt;b&gt;histórico&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_rCZEMKX1PQ/Tw8a0zt7oeI/AAAAAAAABb8/HhbNN-L1LM0/s1600/gtc.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="187" src="http://3.bp.blogspot.com/-_rCZEMKX1PQ/Tw8a0zt7oeI/AAAAAAAABb8/HhbNN-L1LM0/s400/gtc.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #228822; font-family: arial; line-height: 15px;"&gt;cru.uea.ac.uk&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Para aqueles que não entenderam ainda a banalidade da questão, poderemos agora multiplicar estes números simples por um coeficiente adequado, sem falar de até modificá-los em valor independentemente uns dos outros, e obter, por exemplo, a temperatura durante os doze meses de uma cidade na Sibéria ou no Saara, por exemplo, onde, acredito, a coerência de tais números e da lógica envolvida ficaria evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, ambas as afirmações do tipo "&lt;i&gt;nevou em minha cidade, o aquecimento global é uma mentira&lt;/i&gt;" ou "&lt;i&gt;nosso inverno foi o mais frio dos últimos anos, o aquecimento global é uma bobagem&lt;/i&gt;" são avaliações simplórias e ingênuas da questão, e diretamente refutáveis por simplíssimos modelos que mostram que tais afirmações nem aritmeticamente tem nexo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acho que foi, sobre as falácias proferidas constantemente entre leigos e de leigos na imprensa, sem falar de algumas "autoridades" um tanto me parecem confusas, um &lt;i&gt;C.Q.D..&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada.&lt;/i&gt; - H L Mencken&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de passarmos a outros pontos, recomendo uma leitura no seguinte texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://sites.google.com/site/scientiaestpotentiaplus/efeito-estufa?pli=1"&gt;Efeito Estufa -&amp;nbsp;O fenômeno por trás de um possível aquecimento global antropogênico&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-1747704884727613598?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/1747704884727613598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=1747704884727613598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/1747704884727613598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/1747704884727613598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2012/01/algumas-questoes-sobre-aquecimento.html' title='Algumas questões sobre aquecimento global - I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-t-Ee7ygHBEU/Tw8WmcvxlhI/AAAAAAAABbU/UKHEjUM8zTM/s72-c/aquec+global+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-6832323891223097547</id><published>2011-12-06T17:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T12:40:41.271-08:00</updated><title type='text'>Energia - novas fronteiras - I</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De um conjunto de palestras na CPFL cultural, no ano de 2009, agora, ao final de meu curso de Gestão Ambiental, e apoiado sobre um bocado de material mais formal escrito e coletado sobre biocombustíveis e outros temas, um amplo campo que me encorajo a abordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cpfl/energia-palestras-cpfl-cultura-495070.shtml"&gt;Energia é destaque na programação da CPFL Cultura&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abordarei nesta &lt;i&gt;blogagem&lt;/i&gt; uma a uma das palestras, relatando e quando possível, complementando seus temas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;b&gt;Fontes alternativas de produção de energia -&amp;nbsp;Roberto Schaeffer&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vídeo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cpflcultura.com.br/site/2009/11/30/integra-fontes-alternativas-de-energia-o-que-se-pode-esperar-delas-roberto-schaeffer/"&gt;www.cpflcultura.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--JofV-eIFqU/Tt-iGIS511I/AAAAAAAABbE/MfFi2YNn1ts/s1600/energy-consultant-green-business.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://2.bp.blogspot.com/--JofV-eIFqU/Tt-iGIS511I/AAAAAAAABbE/MfFi2YNn1ts/s320/energy-consultant-green-business.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;thevividedge.com&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo como crescente o interesse da indústria de energia, aqui, destacadamente, a de fornecimento de combustíveis líquidos, pela celulose em todas as suas formas, desde a grama cortada até os resíduos finais de combustões incompletas (não sendo difícil, o simples carvão vegetal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a celulose é a suprema fixação em meio sólido do carbono da atmosfera (o que hoje mais necessitamos pelo "&lt;a href="http://knowledgeispowerquiumento.wordpress.com/article/efeito-estufa-2tlel7k7dcy4s-38/"&gt;efeito estufa&lt;/a&gt;"), nada mais natural que deste material procurarmos tirar o máximo, tanto de materiais de construção quanto de fonte de combustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a celulose um polímero de glicose, produto direto da fotossíntese, e sendo o álcool (etanol) o produto da fermentação da glicose, por via mais completa o etanol pode ser o produto de fermentação de despolimerização da celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos mais diretos ainda, podemos transformar a grama cortada de jardins e campos de futebol, as folhas secas caídas, os ramos cortados pela poda de árvores de áreas urbanas em combustível líquido. E não apenas etanol, de apenas dois carbonos na molécula, mas moléculas mais longas, como os derivado do propano, do butano, pentano e assim por diante, pois em química, tendo os átomos, temos o que desejamos, apesar de problemas na eficiência e na economia dos processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria o que os estadunidenses chamam ironicamente de &lt;i&gt;grassoline&lt;/i&gt;, "gasolina de capim":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;George W. Huber and Bruce E. Dale; &lt;a href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=grassoline-biofuels-beyond-corn"&gt;Grassoline: Biofuels beyond Corn&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- &lt;b&gt;www.scientificamerican.com&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-C-15ThQTHnI/Tt-aKVtKFfI/AAAAAAAABaE/w4cST3oteGU/s1600/green-energy-fuel-grass-plant-sciam.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-C-15ThQTHnI/Tt-aKVtKFfI/AAAAAAAABaE/w4cST3oteGU/s400/green-energy-fuel-grass-plant-sciam.jpg" width="310" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;www.mondolithic.com&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o próprio nome do artigo acima já indica, já fazemos parte disto na produção de etanol a partir do amido de milho (o amido é outro polímero, menor e menos "denso", de glicose). Temos de acrescentar uma certa tecnologia química, assim como, ou talvez apenas, uma certa tecnologia biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,cada-vez-mais-perto-do-etanol-celulosico,531765,0.htm"&gt;Cada vez mais perto do etanol celulósico&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.estadao.com.br&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Se já chegamos com larga escala e economicamente viável (os EUA nos ultrapassaram, com nossa barata cana, tanto em capacidade de produção quanto em custos menores &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 1]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;) partindo de grãos de milho, depois produzindo uma produto intermediário que é similar ao xarope &lt;a href="http://www.karosyrup.com/"&gt;Karo&lt;/a&gt;, já uma solução de glicose, e desta, exatamente como do caldo de cana ou &lt;a href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-e-extraido-o-acucar-de-beterraba"&gt;beterraba&lt;/a&gt;, fermenta-se para chegar ao etanol, pelo mesmo processo que os fenícios já produziam nossas amadas cervejas (embora a deles fosse algo mais próximo de uma sopa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota 1&lt;/b&gt;: Já noticiava estas questões em &lt;a href="http://liberalismuseconomicus.blogspot.com/2011/10/capitalizacao-giro-e-alavancagem-i.html"&gt;Liberalismus - Extras I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, a questão de desenvolvimento de tecnologia, tanto de escala de equipamentos (uma coisa é construir uma alambique de proximidades de estrada para produzir uma excelente aguardente, outra é projetar e construir uma destilaria da escala de uma refinaria de petróleo&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 2]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;), vencer as questões de logística viável (a cana e a beterraba, pelo seu próprio conteúdo de água, apresentam limitações de tempo no transporte, que implicam em limitações de distância de captação de matérias primas), da concentração de etanol - ou outro metabolizado pelos microorganismos - obtível na fermentação, noutras palavras, castas resistentes à altas &amp;nbsp;concentrações&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 3]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, lembrando sempre que o etanol, assim como inúmeras espécies químicas similares, são agentes esterilizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Y9M6PfUpPdQ/Tt-d23FCRqI/AAAAAAAABak/e7-yYvwLjRI/s1600/etanol+logistica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="248" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y9M6PfUpPdQ/Tt-d23FCRqI/AAAAAAAABak/e7-yYvwLjRI/s400/etanol+logistica.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem que mostra bem a questão de logística superior dos EUA na produção de &amp;nbsp;etanol (vws.magma.ca).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;Nota 2&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.paginarural.com.br/noticia/98576/etanol-pode-chegar-aos-eua-via-colombia"&gt;Caracas: etanol pode chegar aos EUA via Colômbia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.paginarural.com.br&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;Nota 3&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Tratei disto em &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011_01_01_archive.html"&gt;Cepas de endiabradas leveduras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Para questões sobre o para mim inexistente "conflito" cana &lt;i&gt;vs&lt;/i&gt; milho, recomendo minha modesta tradução e acréscimos em artigo 'de peso' sobre o tema:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://knowledgeispowerquiumento.wordpress.com/article/biocombustiveis-cana-versus-milho-2tlel7k7dcy4s-35/"&gt;Biocombustíveis – cana versus milho&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Questões econômicas ligadas a produção de etanol&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-P2pvH-mkztQ/Tt-beyAGZYI/AAAAAAAABaM/0sdsVShBAHI/s1600/corn_map_usa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-P2pvH-mkztQ/Tt-beyAGZYI/AAAAAAAABaM/0sdsVShBAHI/s1600/corn_map_usa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o campo de pesquisa e desenvolvimento é enorme, e se travará não propriamente no terreno da força bruta do simples capital, ou mesmo do "dispor-se de fronteiras agrícolas", mas antes, na formação de cérebros capazes, bem remunerados, nas bancadas de laboratório e plantas piloto.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.jallesmachado.com.br/saladeimprensa/2011/07/eua-anunciam-us-105-milhoes-para-primeira-usina-de-etanol-celulosico/"&gt;EUA anunciam US$ 105 milhões para primeira usina de etanol celulósico&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.jallesmachado.com.br&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se nos EUA, o próprio artigo acima citado da SciAm, aponta curva assintótica para o crescimento da capacidade de produção de etanol de milho somado à cana (os EUA também produzem cana, embora não na nossa escala, e com foco na produção da exclusiva sacarose - açúcar) dentro de alguns anos, o gráfico da produção de etanol celulósico sai da escala do gráfico, e ainda não apresenta, para décadas por vir, encerramento de seu crescimento de produção. Noutros termos mais simples, sobra etanol &lt;b&gt;possível&lt;/b&gt; partindo-se da celulose.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://ictsd.org/i/news/pontesquinzenal/39319/"&gt;EUA: primeira usina de etanol a partir da cana-de açúcar utilizará método de produção brasileiro&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;ictsd.org&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembre-se: da cana, apenas se produz etanol da pouca sacarose que há em seu 'caldo', e nada mais. Pode-se aproveitar os materiais celulósicos para a produção por cogeração de energia elétrica&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 4]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, e aí a coisa se esgota, pelo menos, do ponto de vista de combustível para veículos automotores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #134f5c;"&gt;&lt;b&gt;Nota 4&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://sites.google.com/site/scientiaestpotentiaplus/biocombustiveis?pli=1"&gt;Biocombustíveis&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;Sustentabilidade em energia sem acréscimo de dióxido de carbono na atmosfera&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda sim, mantemos uma perda de energia possível de ser produzida, mesmo com nossos &lt;i&gt;deficits&lt;/i&gt; de energia elétrica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yxSxUTqgjk8/Tt-gZtspUNI/AAAAAAAABa8/xx9NfwWWsCc/s1600/cogera+perdas.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://4.bp.blogspot.com/-yxSxUTqgjk8/Tt-gZtspUNI/AAAAAAAABa8/xx9NfwWWsCc/s400/cogera+perdas.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;www1.folha.uol.com.br&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exemplos de iniciativas simples e diretas são facilmente encontráveis, quando os empresários atentam para o fator de geração de lucro que é uma visão mais sistêmica de sua produção de etanol:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://acucarguarani.com.br/hp/responsabilidade/ambiental/ambiental.php?nSubTopicoN2=3"&gt;Açúcar Guarani luta contra o aquecimento do clima&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;acucarguarani.com.br&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim, a produção de etanol leva a possível produção de eteno, que tem como sinonímia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etileno"&gt;etileno&lt;/a&gt;, e disto, o óbvio &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polietileno"&gt;polietileno&lt;/a&gt;. Assim, de uma produção de etanol, pela alcoolquímica, chega-se a sacolas plásticas, sacos de lixo, garrafas do próprio álcool e embalagens similares do fracionamento de produtos em nossos comércios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recomendo: Valéria Delgado Bastos; &lt;a href="http://ag20.cnptia.embrapa.br/Repositorio/alcoolquimica_000g7i6groo02wx5ok0wtedt37hhczdc.pdf"&gt;ETANOL, ALCOOLQUÍMICA E BIORREFINARIAS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Extras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA desenvolvem já algum tempo sistemas de produção de etanol relacionado com recolhimento e processamento de estrume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://thefraserdomain.typepad.com/energy/2006/08/ethanol_plant_f.html"&gt;Ethanol Plant Fueled by Manure&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G-5EGdU_S4M/Tt-czIrKhgI/AAAAAAAABaU/BDV-7aJMHfM/s1600/etanol+-+estrume.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="301" src="http://4.bp.blogspot.com/-G-5EGdU_S4M/Tt-czIrKhgI/AAAAAAAABaU/BDV-7aJMHfM/s400/etanol+-+estrume.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe a produção de etanol a partir do milho com baixo consumo de água, o "Processo Usina a Seco":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6_R6CYD8-gU/Tt-dcHmuEJI/AAAAAAAABac/167lP2nkXNc/s1600/ethanol-production.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="388" src="http://1.bp.blogspot.com/-6_R6CYD8-gU/Tt-dcHmuEJI/AAAAAAAABac/167lP2nkXNc/s400/ethanol-production.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;www.alternative-energy-news.info&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;III&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Canadá, já se produz etanol a partir de lixo. Lembre-se que seus restos de papel, cascas e outros resíduos são fontes de celulose, muitas vezes, em concentração maior que das folhas de capim, milho ou mesmo a própria madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-a4dz-ozEWxs/Tt-eoNmw3dI/AAAAAAAABas/Ct3WXAWXCzE/s1600/Enerkemprocess.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" src="http://4.bp.blogspot.com/-a4dz-ozEWxs/Tt-eoNmw3dI/AAAAAAAABas/Ct3WXAWXCzE/s400/Enerkemprocess.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Martin LaMonica; &lt;a href="http://news.cnet.com/8301-11128_3-20015203-54.html"&gt;Municipal trash-to-ethanol plant opens in Canada&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;&lt;b&gt;news.cnet.com&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;IV&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com sua escala, a indústria de etanol do primeiro mundo não escapa dos problemas de má administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cqV6uNggneI/Tt-fsbZwlYI/AAAAAAAABa0/kXMhYhZeo7k/s1600/large_Northeast_Biofuels.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-cqV6uNggneI/Tt-fsbZwlYI/AAAAAAAABa0/kXMhYhZeo7k/s320/large_Northeast_Biofuels.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.syracuse.com/news/index.ssf/2009/01/oswego_county_ethanol_plant_in.html"&gt;Oswego County ethanol plant in bankruptcy&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.syracuse.com&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O que não sabe é um imbecil. O que sabe e se cala é um criminoso.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- Bertold Brecht&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: #444444; font-family: Arial, 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-6832323891223097547?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/6832323891223097547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=6832323891223097547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/6832323891223097547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/6832323891223097547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/12/energia-novas-fronteiras-i.html' title='Energia - novas fronteiras - I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--JofV-eIFqU/Tt-iGIS511I/AAAAAAAABbE/MfFi2YNn1ts/s72-c/energy-consultant-green-business.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-4907512296232456849</id><published>2011-11-22T16:19:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T09:47:56.755-08:00</updated><title type='text'>Uma agradável conversa sobre Física com duas senhoras - I</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sentado num restaurante simples em Campinas, em mais um de meus &lt;i&gt;n&lt;/i&gt;^&lt;i&gt;k&lt;/i&gt;&amp;nbsp;("ene na capa") almoços sozinho num dia de visita em local distante de minha residência, ouço duas senhoras (posteriormente identificadas como enfermeiras) conversando sobre um documentário que assistiram que tratava de questões da Mecânica Quântica, em especial, o&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gato_de_Schr%C3%B6dinger"&gt;Gato de Schrödinger&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kErYQkjX-A0/Ts1rtQsKgYI/AAAAAAAABYc/4xF98IOsFe0/s1600/schrodingers_cat.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://1.bp.blogspot.com/-kErYQkjX-A0/Ts1rtQsKgYI/AAAAAAAABYc/4xF98IOsFe0/s400/schrodingers_cat.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que não resisti de me meter na conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas senhoras estavam espantadas de como a Física "moderna" está distante dos sensos - diria populares - que temos de como realmente a natureza seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste primeiro ponto, do dito gato e o que representa este experimento mental, parti a conversar com elas sobre diversos pontos que mostram o quanto a natureza supera em muito nossos mais loucos devaneios de certeza, solidez, e até de nosso próprio conhecimento sobre o que ela realmente seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;O resultado desta agradável conversa foi o "esboço mental" de um artigo simples mas geral sobre os limites da Física, o que se sabe hoje, o que nos promete o futuro e os limites que nunca ultrapassaremos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A incerteza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu olho para uma bola de bilhar sobre uma mesa, "ela está ali" - e veremos que realmente, está num conjunto enorme de pequeníssimas regiões, que somadas, são a própria bola - e meu olhar não modifica o que seja esta apreciação, pelo menos significativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, quando um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/El%C3%A9tron"&gt;elétron&lt;/a&gt; ou um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quark"&gt;quark&lt;/a&gt; (e alguns deles já formam os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%A1rions"&gt;prótons e nêutrons&lt;/a&gt; dos núcleos atômicos) "existe", "está" em algum lugar, ou está em movimento, eu não tenho como o ver de forma alguma, até pela sua natureza de "partícula elementar". Eu passo a ter alguma informação dele quando emite um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ton"&gt;fóton&lt;/a&gt;, que por um mero acaso, rumará em minha direção (ou de algum instrumento meu) e impressionando-me (retina ou sensores) terei informação de sua posição ou velocidade, mas ao ter feito isso, frações mínimas de segundos atrás, como do um metro de &amp;nbsp;meus olhos até a bola de bilhar que destas partículas é formada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Lembremo-nos sempre que mesmo distâncias pequenas como 1 metro, e diria até microscópicas como 1 nanômetro, implicam num determinado intervalo de tempo para termos a captação de qualquer fenômeno, mesmo em velocidades enormes como a da luz. No caso, esta bola de bilhar encontra-se&amp;nbsp;3,3 x 10^-9 segundos&amp;nbsp;ou 3 bilionésimos de segundos, não sejamos exageradamente preciosistas,&amp;nbsp;no passado, e mesmo para o caso de um nanômetro, como colocamos, o tempo ainda seria de 3 bilionésimos de&amp;nbsp;bilionésimo de segundo (3 x 10^-18 s), um valor muitíssimas vezes maior que o tempo de Planck (aprox. 5,4 x 10^-44 segundos), uma curiosa e importantíssima medida de tempo, o que veremos adiante. Sendo mais preciso, 3 x 10^-18 segundos é&amp;nbsp;6,1 x 10^26 tempos de Planck.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-m1mf2JryRCE/Ts58MglUGpI/AAAAAAAABZU/CYsf5dQPnjA/s1600/bilhar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="299" src="http://3.bp.blogspot.com/-m1mf2JryRCE/Ts58MglUGpI/AAAAAAAABZU/CYsf5dQPnjA/s400/bilhar.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Bolas de bilar, minha analogia preferida para se entender a diferença entre o mundo macroscópico, das quantidades "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mol"&gt;molares&lt;/a&gt;" e o mundo subatômico. Temos a quase compulsão de que o menor se comporta como este exemplo do maior.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, temos que o meu observar é fruto do alterar a posição ou a velocidade de uma partícula - percebam o nexo causal: repitamos, o alterar a posição ou velocidade que com emissão permitiu eu (ou instrumento) detectar a posição ou velocidade "anterior" da partícula, e não foi meu observar que alterou a posição e/ou a velocidade. Parece a mesma coisa, mas uma distorção, diria desonesta, disto, é que faz com que certos autores em busca de &lt;b&gt;vítimas*&lt;/b&gt; e não de interessados começarem a afirmar que minha consciência é que ao observar o mundo, a altera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Recomendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Victor J. Stenger; &lt;a href="http://ateus.net/artigos/ceticismo/charlatanismo-quantico/"&gt;Charlatanismo quântico&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;ateus.net&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ernesto von Rückert; &lt;a href="http://www.ruckert.pro.br/blog/?p=3276"&gt;Existência do mundo independente de observadores&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.ruckert.pro.br&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por mais esforço que faça com minha mente, não alterarei a velocidade e posição de um único elétron a um metro de distância, quanto mais, bilhões de bilhões deles formando uma bola de bilhar que seja, quanto mais, milhares de vezes mais massa nos núcleos de seus átomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o alterar permanente do mundo que forma nossa percepção, e não nossa percepção que nos dá '&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aladdin"&gt;poderes cósmicos fenomenais&lt;/a&gt;' de alterar ao menos que seja a posição de uma partícula coloidal num &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brownian_motion"&gt;movimento Browniano&lt;/a&gt;, berço observacional dos comportamentos aleatórios da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma leitura digerível e sem sacrifícios tremendos de Física + Matemática (normalmente, para não profissionais da área, uma quase impossibilidade, ou normalmente, um tédio inútil):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.gta.ufrj.br/grad/07_1/quantica/PrincpiodaIncertezadeHeisenberg.html"&gt;Princípio da Incerteza de Heisenberg&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;www.gta.ufrj.br&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CiEhwB5DUxE/Ts2KCQ85dYI/AAAAAAAABY0/TmX5Zg4tfkY/s1600/Measurement+Problem%252C+new+diagram+-+Copy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://2.bp.blogspot.com/-CiEhwB5DUxE/Ts2KCQ85dYI/AAAAAAAABY0/TmX5Zg4tfkY/s400/Measurement+Problem%252C+new+diagram+-+Copy.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Esta &lt;i&gt;blogagem&lt;/i&gt; merece ser revista e traduzida:&amp;nbsp;&lt;a href="http://quantumartandpoetry.blogspot.com/2009/04/paradoxes-of-quantum-mechanics.html"&gt;&lt;b&gt;The Paradoxes of Quantum Mechanics&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A produção de par&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partículas "vetores" da energia, na forma de radiação eletromagnética, os fótons, formam pares de partículas, no caso, uma partícula e uma antipartícula (como o elétron e o anti-elétron).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/SqBccjqjn_I/AAAAAAAAAT4/hi-eUHm1PME/s1600-h/GERA%C3%87%C3%83O+DE+PAR.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377399600760201202" src="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/SqBccjqjn_I/AAAAAAAAAT4/hi-eUHm1PME/s400/GERA%C3%87%C3%83O+DE+PAR.bmp" style="display: block; height: 241px; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; text-align: center; width: 327px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tratei isto divertidamente aqui:&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2010/02/pitacos-ii.html"&gt;Um fóton&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas realizando a dificílima façanha mental que é traduzir o lusitano, mais formalmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de par é um processo de interação eletromagnética do fóton com o campo elétrico do núcleo do átomo. Dessa interação resulta que o fóton "deixa de existir", formando-se um par de partículas elétron/&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3sitron"&gt;pósitron&lt;/a&gt;. Chama-se 'materialização de energia' a este processo, uma vez que se produzem partículas materiais a partir de radiação eletromagnética. Pela &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Conservation_of_energy"&gt;lei da conservação da massa-energia&lt;/a&gt;, a produção de pares apenas ocorrerá se o fóton tiver uma energia superior a 1,022 MeV que é o dobro da energia equivalente à massa de um elétron em repouso: hυ&amp;gt;2&lt;img border="0" src="http://www.lip.ualg.pt/testes/Fisica_Radiacoes/Pastas%20interiores/EfeitoProdPares_ficheiros/image002.gif" /&gt;mec^2.* A energia cinética do par elétron/pósitron será tanto maior quanto maior for o excesso de energia do fóton em relação a 1,02 MeV. Além disso este processo somente ocorre na presença de matéria, dado que é necessária uma troca de quantidade de movimento com um núcleo pesado para que se conserve a energia e a quantidade de movimento.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ref.: &lt;a href="http://www.lip.ualg.pt/testes/Fisica_Radiacoes/Pastas%20interiores/EfeitoProdPares.htm"&gt;&lt;b&gt;Produção de pares&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;www.lip.ualg.pt&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Zh4SOO0FJYA/Ts2LZXjS8fI/AAAAAAAABY8/TuDWqirpYqw/s1600/pair+prod.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-Zh4SOO0FJYA/Ts2LZXjS8fI/AAAAAAAABY8/TuDWqirpYqw/s400/pair+prod.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;* Noutras palavras, só é possível esta transformação quando o fóton tem frequência superior a determinado valor (que relaciona-se com a energia pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Planck"&gt;Lei de Planck&lt;/a&gt;, E=hf, ou E=h&lt;i&gt;v&lt;/i&gt;), o que nos leva a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_gama"&gt;raios gama&lt;/a&gt;, e com a correspondência da massa com a energia pela universalmente famosa, mais que popular e seguidamente pouco entendida de fato E=mc^2 da Relatividade Geral, já que para haver determinada quantidade de massa (o elétron e o pósitron), tem-se de por esta relação, também de dispor de determinada quantidade de energia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YeAdUaIoSkk/Ts2QqmUQqgI/AAAAAAAABZM/FrvpPjC4eJc/s1600/big+bang.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-YeAdUaIoSkk/Ts2QqmUQqgI/AAAAAAAABZM/FrvpPjC4eJc/s640/big+bang.jpeg" width="448" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, se tal ocorre, "hoje", num passado remoto, de muito mais densidade e temperatura (&lt;a href="http://www.astro.iag.usp.br/~ronaldo/intrcosm/Glossario/BigBang.html"&gt;Big Bang&lt;/a&gt;, obviamente) uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pot%C3%AAncia_de_Planck"&gt;quantidade enorme de energia&lt;/a&gt; pode ter &lt;a href="http://www.astro.iag.usp.br/~ronaldo/intrcosm/Glossario/Inflac.html"&gt;produzido toda a massa&lt;/a&gt; (e talvez algo a mais, já veremos) que hoje vemos pintando este fundo preto que é o limite visível, ou melhor, invisível de nosso universo, mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O que é - realmente - o universo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tal como para as duas agradáveis senhoras, em breve eu &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; respondo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gYyi53Dg208/Ts1toIZq6AI/AAAAAAAABYs/rtJXhD_oL_U/s1600/Schr%25C3%25B6dinger%2527s+cat+sleeping+awake.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://2.bp.blogspot.com/-gYyi53Dg208/Ts1toIZq6AI/AAAAAAAABYs/rtJXhD_oL_U/s400/Schr%25C3%25B6dinger%2527s+cat+sleeping+awake.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resisti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D_L6aNtEp-A/Ts1teMdHUCI/AAAAAAAABYk/Y7j5xiN0H4g/s1600/gato+vingativo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="330" src="http://1.bp.blogspot.com/-D_L6aNtEp-A/Ts1teMdHUCI/AAAAAAAABYk/Y7j5xiN0H4g/s400/gato+vingativo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resisti... de novo!&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-4907512296232456849?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/4907512296232456849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=4907512296232456849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/4907512296232456849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/4907512296232456849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/09/uma-conversa-sobre-fisica-com-duas.html' title='Uma agradável conversa sobre Física com duas senhoras - I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-kErYQkjX-A0/Ts1rtQsKgYI/AAAAAAAABYc/4xF98IOsFe0/s72-c/schrodingers_cat.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-216659679847138796</id><published>2011-11-13T04:55:00.000-08:00</published><updated>2011-11-14T10:15:50.571-08:00</updated><title type='text'>De Criacionistas a Einstein</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="color: white; font-size: medium;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ou "como existem pessoas que tem dificuldade em aceitar o mundo como ele é".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há algum tempo, nas "plagas orkutianas", encontrei um criacionista (sim, lá eles ainda abundam!) que tinha - e certamente ainda deve ter - uma certa relutância em entender a naturalidade de uma notícia recentemente divulgada sobre &lt;a href="http://pt.euronews.net/2009/05/13/fosseis-de-herbivoros-gigantes-em-rio-argentino/"&gt;fósseis que ficaram expostos com uma seca na Argentina&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele argumentava - se é que dá para dizer que criacionistas fazem isto - que não seria muito coerente o que a notícia afirmava que fósseis entre 10 mil e 1 milhão de anos ficaram expostos, pois se eram no mesmo leito do rio, na mesma camada de sentimentos, deveriam ser todos da mesma idade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Claro que o objetivo por trás disto é aquela velha lenga-lenga de Terra Jovem, 6000 anos, Dilúvio Universal, "todos os animais mortos ao mesmo tempo", etc.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5-uD97cMmRw/TsE_Zl07UKI/AAAAAAAABVo/zOLYf8dpVMM/s1600/creationism.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-5-uD97cMmRw/TsE_Zl07UKI/AAAAAAAABVo/zOLYf8dpVMM/s400/creationism.jpg" width="306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Prontamente respondi, sem grande esforço, nem de pesquisa nem de "imaginação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente encontrei outro que apaixonou-se pelos "argumentos de erosão" (&lt;a href="http://origins.swau.edu/papers/geologic/questions/defaultp.html"&gt;um ex.&lt;/a&gt;), em especial, que se a "erosão ocorre a determinada taxa, a altura do Everest aponta para ele ter uma determinada idade". Sim, pasmem! Algo tão "brilhante" quanto dizer que como costumo cortar minhas unhas 1 mm de cada vez, a cada 7 dias, estas determinam que pelo seu comprimento, no "mindinho" de mais ou menos 1,1 cm, tendo anteriormente 1,2 cm, eu não possa ter de idade mais que esta última semana!&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 1]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;Respondamos agora, rapidamente, que a questão maior entre os criacionistas (e outros personagens similares) a respeito deste tipo de argumentação infeliz por "Terra Jovem" relaciona-se com uma certa dificuldade de entender a Terra e sua geologia como um processo constante, embora, no seu "motor" mais profundo, imperceptível aos olhos humanos diretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: percebemos um vulcão em atividade, da mesma maneira banal que percebemos um carro em movimento, ou mesmo, a gavinha de uma trepadeira crescendo, dia após dia. Mas temos uma certa dificuldade para entender (na média das mentes humanas, por favor, estudioso e preparado leitor!) &lt;a href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/os-continentes-continuam-se-movimentando"&gt;continentes inteiros movendo-se na mesma velocidade que nossas unhas crescem&lt;/a&gt;.&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 1]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y0IiLkDEh14/TsFA1AkhgCI/AAAAAAAABVw/mI456CI6Tcs/s1600/tiarajudens+eccentricus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://4.bp.blogspot.com/-y0IiLkDEh14/TsFA1AkhgCI/AAAAAAAABVw/mI456CI6Tcs/s400/tiarajudens+eccentricus.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Excelente representação artística de&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Leandro Sanches da Costa de um dos animais do passado do Rio Grande do Sul (&lt;a href="http://leandrosanchesarte.blogspot.com/2011/04/tiarajudens-eccentricus-o-novo-fossil.html"&gt;leandrosanchesarte.blogspot.com&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, é difícil para a cabecinha (sim, isso mesmo, &lt;b&gt;na ofensa&lt;/b&gt;) criacionista de "Terra Jovem" aceitar que a geologia, os tectonismos, permitem que um mastodonte enterrado na fronteira do Uruguai com a Argentina hoje possa vir a, num "dobramento", ficar numa camada acima da onde meu esqueleto tenha sido enterrado, mesmo que milhões de anos depois, ainda mais num futuro de 100 milhões de anos de agora, tempo este menor que aquele que nos separa de certos amniotas de minha terra natal, soterrados por derramamentos vulcânicos colossais, que soterraram parcialmente imensa planície, formando a hoje bela Serra Gaúcha.&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 2]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZR3nQ1cg29U/TsE2rQap1BI/AAAAAAAABU4/ORTPZOBtRxs/s1600/geologia+alpes+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZR3nQ1cg29U/TsE2rQap1BI/AAAAAAAABU4/ORTPZOBtRxs/s400/geologia+alpes+1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.earthsci.unibe.ch/tectonics/nrp20.htm"&gt;www.earthsci.unibe.ch&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas acumulações (as vezes de resíduos em baixios) mais as erosões de variantes no tempo rios, levam a similares a antiquíssimos (ou muito mais) mastodontes aparecerem com fósseis (que podem ter sido para lá também arrastados, variante que ainda não tínhamos colocado) de répteis dezenas de milhões de anos mais antigos, e estes, reunido, entremeados com molusco de centenas de milhões de anos de idade.&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 3]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y8NKnJp02PM/TsE2xPTba_I/AAAAAAAABVA/0kvqAdDB3-s/s1600/geologia+alpes+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="303" src="http://4.bp.blogspot.com/-y8NKnJp02PM/TsE2xPTba_I/AAAAAAAABVA/0kvqAdDB3-s/s400/geologia+alpes+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.earthsci.unibe.ch/tectonics/nrp20.htm"&gt;www.earthsci.unibe.ch&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Estas fraturas e dobramentos, que outrora foram atribuídas aos catastrofismos, especialmente o "Dilúvio Universal Bíblico", são o que permitem ainda mais ininteligíveis à mente criacionista inclinações de leitos marinhos inteiros, agora face de montanhas, como as que abrigam os fósseis da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folhelho_Burgess"&gt;fauna magnífica em designs básicos do Cambriano, nas montanha do Canadá&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SRzXy8QSdxQ/TsE5KCAUWrI/AAAAAAAABVQ/zuGqtfUbEfM/s1600/amonita+alpes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="351" src="http://4.bp.blogspot.com/-SRzXy8QSdxQ/TsE5KCAUWrI/AAAAAAAABVQ/zuGqtfUbEfM/s400/amonita+alpes.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amonite"&gt;amonite&lt;/a&gt; dos alpes franceses (&lt;a href="http://fossilspictures.wordpress.com/tag/france/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;fossilspictures.wordpress.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, nada tem de ser o mundinho pacífico e de poucos acontecimentos rápidos, e de lentos movimentos imperceptíveis, dos criacionistas de "Terra Jovem". Por isso que lhes é tão difícil entender que conchas no alto do Himalaia não são restos do Dilúvio, colocados lá pela baixa das águas, e sim, fundo de mares, erguidos aquelas alturas por milhões de anos de movimentos de placas de milhares de quilômetros quadrados e de dezenas de quilômetros de espessura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pjx5ozKjAxY/TsE3Lx14kUI/AAAAAAAABVI/g73QDV0pCZ8/s1600/model+alpes.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-pjx5ozKjAxY/TsE3Lx14kUI/AAAAAAAABVI/g73QDV0pCZ8/s640/model+alpes.gif" width="468" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.earthsci.unibe.ch/exogenegeology/erosion.htm"&gt;www.earthsci.unibe.ch&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não dá para se exigir muito de mentes que acham que suas mães são descendentes de costelas de certo senhor moldado do barro por um fantasmão providente, indeciso, volta e meia arrependido, seguidamente homicida, e que não ajudava seu povo preferido quando este enfrentava na guerra povos com carros (de ferro, sejamos tolerantes com o todo poderoso deus dos judeus e derivados).&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #274e13;"&gt;&lt;b&gt;[Nota 4]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LjjQTzbYMhk/TsE6HkJxBnI/AAAAAAAABVY/VKHlDocTzn8/s1600/burgues+shale.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="263" src="http://2.bp.blogspot.com/-LjjQTzbYMhk/TsE6HkJxBnI/AAAAAAAABVY/VKHlDocTzn8/s400/burgues+shale.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;&lt;a href="http://www.ucmp.berkeley.edu/cambrian/burgess.html"&gt;The Burgess Shale&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #228822; font-family: arial; line-height: 15px;"&gt;records.viu.ca&lt;/span&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisa alguma em Paleontologia e Geologia necessita ser a harmonia de evidências infantilmente simples que exigem os criacionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Na profundidade do inconsciente humano, existe uma necessidade de um universo lógico, que faça sentido. Mas o universo real está sempre um passo adiante da lógica. - de Citações Reunidas do Muad'Dib, escrito pela Princesa Irulan&lt;/i&gt; - Duna, de&amp;nbsp;Frank Herbert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para um boa leitura sobre a - podemos dizer violenta - formação e comportamentos das grandes cadeias de montanhas do planeta:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_the_Himalaya"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_the_Himalaya&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_the_Alps"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_the_Alps&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_the_Andes#Geology"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_the_Andes#Geology&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em especial, sobre os "dobramentos" nos Alpes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.geo.arizona.edu/geo5xx/geo527/Alps/geology1.html"&gt;http://www.geo.arizona.edu/geo5xx/geo527/Alps/geology1.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em passagem por uma comunidade de Astronomia, encontrei-me com um dos dedicados criacionistas que se dedicam a discutir a "veracidade" do Big Bang com argumentos mistos de Física de secundário (e ainda por cima das piores) e argumentos teleológicos (vide meu artigo sobre o &lt;a href="http://knol.google.com/k/o-argumento-do-relojoeiro-de-paley#"&gt;Argumento do Relojoeiro de Paley&lt;/a&gt;) o que sejam os fundamentos da cosmologia. Neste "debate", enveredamos eu e outro participante, já com o criacionista há páginas em fuga, o velho "toca pedra e corre", sobre a dificuldade de aceitação de determinados comportamentos da natureza tal como ela é, inclusive por Einstein, e dogmas que regem os pensamentos de até mesmo pensadores extremamente dotados como o grande físico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;No caso de Einstein a questão maior foi a aleatoriedade, o acaso (tratei disso em &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/12/pitacos-i.html"&gt;Einstein, a relutância contra a Mecânica Quântica e outras "fisiquices"&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me impressiona é a quantidade de pessoas que insistem de maneira quase desesperada em aceitar o indeterminismo (até mesmo o do nosso entendimento/modelagem do mundo - a &lt;a href="http://www.mat.ufrgs.br/~portosil/probab3.html"&gt;aleatoriedade subjetiva&lt;/a&gt;) e insistir numa natureza profunda determinista da natureza (contrário à uma aleatoriedade objetiva). Mal pecebem que ao agarrarem-se a isto com suas primatas unhas e dente, negam exatamente a liberdade que afirmam (o seu "lívre-arbítrio) ou condenam seu fantasmão providente a ser o autômato preso às próprias primeiríssimas decisões/desígnios, sem jamais poder alterar o mundo como o seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se afirmam que seu fantasmão providente altera o mundo no macro, como por exemplo, extirpando um câncer de seus filhinhos (embora não podendo devolver-lhe uma simples ponta de dedo!) não aceitam que ele poss operar mudando a direção de um simples elétron "aleatoriamente aos nossos olhos", mudando a trajetória de um simples dado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repete-se aqui, similarmente, noutra escala, o fenômeno de não conseguir aceitar os fenômenos da velocidade do crescimento de uma unha, agora, em um tiro no próprio pé da teologia primária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumamos o nosso argumento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Se não existe aleatoriedade alguma na natureza, todos os eventos são determináveis.&lt;br /&gt;2.Se só existe determinismo, toda a história do mundo, desde seu princípio mais remoto, está cristalizada num determinismo.&lt;br /&gt;3.1.Se todos os fatos estão cristalizados em uma história determinada, não existe liberdade (logo, livre-arbítrio é contraditório com determinismo).&lt;br /&gt;3.2.Se todos os fatos estão cristalizados em uma história determinada, não existe milagre algum, pois a divindade não pode modificar o que já designou (considerando, obviamente, que ela exista, mesmo numa posição teísta mais elaborada).&lt;br /&gt;4.Se existe o milagre no macro, como a cura de um câncer, obviamente passa a ser possível o milagre no micro, e tal seria correlato com a aleatoriedade, como temos no quântico.&lt;br /&gt;5.De 4, temos que a aleatoriedade, mesmo na ótica teísta, é inerente à natureza e concordante com a alegada liberdade que temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que isto foi um Q.E.D..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dizemos a quem nega a aleatoriedade:&lt;b&gt; Jogue um dado!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A irracionalidade de uma coisa não é argumento contra sua existência, mas sim uma condição dela.&lt;/i&gt; - Nietzsche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A velocidade média de crescimento é de 1cm a cada 3 meses (3,3 mm por mês; 4 cm por ano) para as unhas da mão e metade desta velocidade para as unhas do pé. -&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.gustavoalonso.com.br/dermatoclinica/entendendo_a_unha.php"&gt;www.gustavoalonso.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em crescimento das unhas, para irritar mais um pouco "nossos amigos" criacionistas e fixistas, que volta e meia chegam ao disparate de afirmar que um cavalo, por exemplo, no passado, não pode ter sido do tamanho de um chachorro (especiações, mutações, etc, fora, aqui, por favor), nem que você faça um pônei argentino de 50 cm de altura escoiceá-lo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/---v_gvnatW8/TsFKzIkBOlI/AAAAAAAABWI/7wgvOaqs2dM/s1600/cresc.+unha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/---v_gvnatW8/TsFKzIkBOlI/AAAAAAAABWI/7wgvOaqs2dM/s320/cresc.+unha.jpg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KERI SUTHERLAND; &lt;a href="http://www.dailymail.co.uk/femail/beauty/article-1213076/Why-nails-having-growth-spurt.html"&gt;Why your nails are growing 25 per cent faster than your grandparents' did&lt;/a&gt; - &lt;b&gt;www.dailymail.co.uk&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Algumas leituras com referências sobre a fauna de minha terra (quando na verdade, ela nem ficava onde está):&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;a)&amp;nbsp;&lt;a href="http://profjabiorritmo.blogspot.com/2011/03/novidades-na-fauna-pre-historica.html"&gt;profjabiorritmo.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;b)&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1094&amp;amp;sid=129#permi"&gt;www.cprm.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;c)&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.mapress.com/zootaxa/2011/f/z03027p028f.pdf"&gt;www.mapress.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-g0D07wg-JL4/TsFECt2XY9I/AAAAAAAABV4/k56B255exHo/s1600/late_permian_480.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="252" src="http://4.bp.blogspot.com/-g0D07wg-JL4/TsFECt2XY9I/AAAAAAAABV4/k56B255exHo/s400/late_permian_480.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #228822; font-family: arial; line-height: 15px;"&gt;planta.cn&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;3. Um corte da bacia sedimentar do Paraná. Milhões de anos de erosão levaram a centenas de metros de deposição de sedimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-apdY2v2uNNs/TsFFf1QbDjI/AAAAAAAABWA/sWzuxOJqfxs/s1600/Psecgeo1.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://4.bp.blogspot.com/-apdY2v2uNNs/TsFFf1QbDjI/AAAAAAAABWA/sWzuxOJqfxs/s400/Psecgeo1.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=1448"&gt;altamontanha.com&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para ler sobre os diversos processos que formaram a Serra do Mar e no que ela relaciona-se com a profunda acumulação que é a bacia do Paraná, em texto muito didático:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=1448"&gt;Pedro Hauck; Origens e evolução da Serra do Mar&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4.&amp;nbsp;Juizes 1:19 &lt;i&gt;"Esteve o Senhor com Judá, e este despovoou as montanhas; porém não expulsou os moradores do vale, porquanto tinham carros de ferro."&lt;/i&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;a href="http://sdblisboa.com/biblialeitura.php?livro=Ju%C3%ADzes"&gt;sdblisboa.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Recomendação de leitura&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Com a palavra, um mestre, traduzido por uma pessoa que muito tem se dedicado à tradução e divulgação de textos clássicos na questão religião*&amp;nbsp;&lt;i&gt;vs&lt;/i&gt;&amp;nbsp;ciência.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Nada em Biologia Faz Sentido Exceto à Luz da Evolução;&amp;nbsp;Theodosius Dobzhansky (1900-1975)&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://cesarakg.wikispaces.com/Nada+em+Biologia"&gt;http://cesarakg.wikispaces.com/Nada+em+Biologia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JA5DaESVadM/TsE-Utrf3OI/AAAAAAAABVg/7rCKsDFMk7I/s1600/theod+deb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-JA5DaESVadM/TsE-Utrf3OI/AAAAAAAABVg/7rCKsDFMk7I/s320/theod+deb.jpg" width="207" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.pbs.org/wgbh/evolution/library/06/2/image_pop/l_062_04.html"&gt;www.pbs.org&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;*Aqui leia-se criacionismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;i&gt;Quando começa a existir para os outros, o pensamento é como o filho que se desliga da mãe ao iniciar a própria existência&lt;/i&gt;. Schopenhauer&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Extras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Pré-Sal 1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tamanho das reservas &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não se conhecem com exatidão o tamanho das reservas tratados como "pré-sal" sob as águas brasileiras. As estimativas situam-se numa faixa de 40 bilhões a 80 bilhões de barris. As avaliações divulgadas são apenas as que englobam as principais áreas que já passaram por processo de licitação: campos de Tupi e Iara, na Bacia de Santos, e Parque das Baleias, na Bacia de Campos. Nessas três regiões as estimativas atingem 14 bilhões de barris, valor suficiente para tornar as reservas conhecidas do Brasil o dobro das de até então. Perfurações posteriores a estas em novos poços e conclusão de testes para quantificar as reservas de Guará já elevarão provavelmente estas reservas. Fator mais importante que apenas a quantificação das jazidas é &amp;nbsp;determinação de sua viabilidade comercial, o ser extraído com custos viáveis. As estimativas da Petrobras apontam para um sucesso na faixa de 87% dos poços perfurados, ainda que outras companhias tem apontado a descoberta de poços não viavelmente&amp;nbsp;produtivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em breve, texto a ser lançado no meu Knol sobre o tema:&amp;nbsp;&lt;a href="http://knol.google.com/k/francisco-quiumento/petr%C3%B3leo-pr%C3%A9-sal/2tlel7k7dcy4s/41"&gt;Petróleo Pré-Sal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Tahoma, Verdana, Arial; font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Spud Raincoat&lt;/b&gt;, uma capa de chuva&amp;nbsp;produzida na Espanha, a partir de um bioplástico de tecnologia alemã feito de amido de batata e outros recursos naturais, biodegradável e compostável. -&amp;nbsp;&lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/planeta/capa-de-chuva-compostavel-com-sementes-use-plante-e-coma/"&gt;super.abril.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SuQFsm5jxqM/TsFapaz1dFI/AAAAAAAABWY/0E5owS5wFkE/s1600/capa-batata-650-super.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://3.bp.blogspot.com/-SuQFsm5jxqM/TsFapaz1dFI/AAAAAAAABWY/0E5owS5wFkE/s400/capa-batata-650-super.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-216659679847138796?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/216659679847138796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=216659679847138796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/216659679847138796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/216659679847138796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/11/de-criacionistas-einstein.html' title='De Criacionistas a Einstein'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5-uD97cMmRw/TsE_Zl07UKI/AAAAAAAABVo/zOLYf8dpVMM/s72-c/creationism.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-2937267005972784457</id><published>2011-11-01T16:05:00.000-07:00</published><updated>2011-11-11T06:54:35.194-08:00</updated><title type='text'>Evoluções e Combinatória IV</title><content type='html'>&lt;div&gt;Finalmente, terminemos o deixado para trás em "&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/05/evolucoes-e-combinatoria-iii.html"&gt;Evoluções e Combinatória&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;5.Bases nitrogenadas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342871439191913202" src="http://1.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/SiWxRCWdMvI/AAAAAAAAAIU/DQkiRpjX4lM/s400/BASES+NITROGENADAS2.bmp" style="cursor: hand; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 358px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a complexação molecular chegou ao acima, a natureza não necessitava de mais peças para perpetuar esta mesma complexação ao nível de moléculas e tinha o suficiente para perpetuar as estruturas produzidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutras palavras, mesmo passando temporariamente pelo "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mundo_do_RNA"&gt;mundo de RNA&lt;/a&gt;", quando chegamos as quatro bases do DNA*, com sua capacidade de multiplicação/perpetuação que é a genética, não necessitou produzir mais peças para seu jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geometria necessária, com suas peças de perfeito encaixe, tinha sido alcançada. Mesmo com os riscos de ser perturbada por outras peças de encaixa possível, como o carcinogênico &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Benzopyrene"&gt;benzopireno&lt;/a&gt;, como visível abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-86zjywAQrlk/TrFC7nhBuZI/AAAAAAAABQ0/gIYwtt0RbmQ/s1600/433px-Benzopyrene_DNA_adduct_1JDG.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-86zjywAQrlk/TrFC7nhBuZI/AAAAAAAABQ0/gIYwtt0RbmQ/s400/433px-Benzopyrene_DNA_adduct_1JDG.png" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mostremos o benzopireno ampliado, para que se destaque como o &lt;i&gt;design&lt;/i&gt; perfeito (pegaram a ironia?) da natureza leva muitas vezes ao seu próprio desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DfdPsgLzCJw/TrFLKaxKIYI/AAAAAAAABRE/6n032ogUHKY/s1600/benzop+det.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="108" src="http://4.bp.blogspot.com/-DfdPsgLzCJw/TrFLKaxKIYI/AAAAAAAABRE/6n032ogUHKY/s400/benzop+det.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*E aqui, mesmo com alguma variação que tenha ocorrido, pode ter havido até uma hipotética seleção química, similar à natural da evolução darwiniana. As "molecularidades" menos aptas não sobreviveram, e nós podemos ser (junto com todos os descendentes de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Altimo_ancestral_comum"&gt;L.U.C.A.&lt;/a&gt;), a única química que apresentou-se apta a faixa de temperatura e pressões da Terra, desde as profundezas dos mares e rochas até altitudes de ar rarefeito, assim como dos mais frios pontos dos polos até os mais tórridos desertos e fontes quentes, de águas alcalinas, ácidas e até chaminés vulcânicas submarinas, ferventes e sulfurosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oA_U-nuGhIk/TrFIPC16EKI/AAAAAAAABQ8/45-XTZWBulM/s1600/cham+vulc.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-oA_U-nuGhIk/TrFIPC16EKI/AAAAAAAABQ8/45-XTZWBulM/s400/cham+vulc.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se faria necessário chegar-se a mais bases, como as "7 bases" proposta no roteiro da comédia&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0251075/"&gt;Evolução&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(que no roteiro original era um filme de terror/catástrofe/ficção), e um certo caminho de mínimos gastos de energia química foi o mecanismo suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos, mais que tudo, os conjuntos econômicos e eficientes de moléculas em colaboração que sobrevivem às condições da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta questão, alguns criacionistas e "outros personagens" perguntam "por que o código não evoluiu?". É o mesmo que perguntar por qual motivo teria o alfabeto, suficiente para escrever um poema de 14 versos, de aumentar para escrever um livro de 1000 páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste sistema eficiente, econômico, mas sujeito à defeitos, e exatamente destes defeitos, surgiu o processo evolutivo, agora em combinatória de envólucros destas unidades químicas de reprodutibilidade, as células.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aqui, noutro jogo, &lt;a href="http://knol.google.com/k/modelos-matem%C3%A1ticos-simples-em-evolu%C3%A7%C3%A3o-ii#"&gt;os processos combinatórios fundamentais passaram a ser outros&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Apêndices&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo ler:&amp;nbsp;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/262/o-mundo-sem-rna"&gt;Franklin Rumjanek; O mundo sem RNA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Mais pestes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Pcba0G4ndwk/TrFOasYG1LI/AAAAAAAABRM/8FEN_t1hZyc/s1600/cinema-Contagion-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://1.bp.blogspot.com/-Pcba0G4ndwk/TrFOasYG1LI/AAAAAAAABRM/8FEN_t1hZyc/s400/cinema-Contagion-2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No recente filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1598778/"&gt;Contágio&lt;/a&gt;, esta capacidade de combinatória das moléculas mostra mais de seus paradoxais e possíveis problemas, quando genética de morcegos, incorporada por um vírus, ao passar para um porco (mais próximo de um humano, como ocorre também com o vírus da gripe, oriundo das aves domésticas), torna-se letal para os humanos..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jjfLbi181pk/TrFOnOesgMI/AAAAAAAABRU/sgcKESmp_QY/s1600/movies_contagion_matt_damon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-jjfLbi181pk/TrFOnOesgMI/AAAAAAAABRU/sgcKESmp_QY/s400/movies_contagion_matt_damon.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme apresenta-se, para minha felicidade, a questão de que pela própria diversidade humana, &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/08/pestes.html"&gt;sempre haverão os completamente imunes&lt;/a&gt;, que &lt;b&gt;não necessariamente&lt;/b&gt; passarão suas vantagens aos seus descendentes, exatamente pela reprodução sexuada e instabilidade da genética, que nos trouxe até os mais de 7 bilhões que acabamos de passar a ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o filme, sem belicismos além do necessário - sem por exemplo, o explodir-se vilas e cidades de &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0114069/"&gt;Epidemia&lt;/a&gt;, de 1995 - com um verdadeiro contexto de colaboração internacional (como se há de esperar numa pandemia), com os sempre presentes humanos interesses de lucro e com os ainda mais presentes comportamentos de preservação de núcleo familiar e até de etnia, trata da questão com uma seriedade e cientificismo que talvez jamais tenha sido usado no cinema, até apresentando a problemática questão do forte sistema federativo dos EUA para tais questões. As questões de progressão - R&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;0 &lt;/span&gt;&amp;nbsp;- (mesmo com &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1598778/trivia?tab=gf"&gt;um sutil e desprezável erro&lt;/a&gt;) são bem mostradas, até para a &lt;a href="http://www.growth-dynamics.com/news/May19_03.htm"&gt;própria curva S que a doença produzirá&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;já apontado como solução num razoável filme para televisão sobre o tema, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0290102/"&gt;WW 3&lt;/a&gt; , onde aprendi que a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Varicela"&gt;catapora&lt;/a&gt; está entre as doenças mais rapidamente contagiosas conhecidas pelo homem, assim, um agente "acoplado" ao vírus da catapora, gerando imunização, seria mais rápido em propagação que outro vírus mais lento em contágio. Perderíamos muitos indivíduos, talvez populações específicas (como vilas de determinada etnia, de determinados e limitados laços familiares), mas nossa população como um todo ainda seria a excessiva que aí está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1Stnlq-0iNk/TrFToW1foyI/AAAAAAAABRc/ol6aUjyTMPI/s1600/sars+dead+china.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="278" src="http://2.bp.blogspot.com/-1Stnlq-0iNk/TrFToW1foyI/AAAAAAAABRc/ol6aUjyTMPI/s400/sars+dead+china.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Recomendo, relacionado à conceitos técnicos no filme:&amp;nbsp;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Basic_reproduction_number"&gt;Basic reproduction number&lt;/a&gt;&amp;nbsp;; o&amp;nbsp;que sejam &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B4mite"&gt;fômites&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme apresenta, também de maneira extremamente sensata, os problemas de produzir-se uma vacina, os tempos envolvidos (ao contrário das soluções fáceis e beirando o absurdo de Epidemia) e em contrapartida, o que esforços de escala militar ("&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Contagion_(film)#Scientific_accuracy"&gt;eisenhowerianos&lt;/a&gt;") poderiam nos proporcionar quando executados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um comentário: não vi ainda apontamentos na internet sobre o tema, mas cai-se no mesmo erro de confundir "homeopatia" com "fitoterapia". Um extrato ou preparado de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Forsythia"&gt;forsítia&lt;/a&gt; &lt;b&gt;não é&lt;/b&gt; um preparado homeopático, nem mesmo um preparado que se use deste modo e pelos mais que suspeitos e pseudocientíficos princípios e métodos da homeopatia. Aliás, divulgue-se, &lt;b&gt;fitoterapia funciona tanto que às vezes que até pode matar&lt;/b&gt;. Se exatamente funciona para o que pretende-se, e se tem base científica e até parte de eficiente empirismo, é outra questão. Mas não é uma solução de uma molécula por mais água e álcool que o volume do planeta Terra*, e que cure pelo estúpido princípio místico/metafisicóide que "semelhante cura semelhante", fique bem claro. Um medicamento, ainda que absolutamente empírico, tradicional, "alternativo", diria quase "uma pajelança" de fitoterapia (valeria aqui até soluções de vísceras de insetos** ou moluscos, o raciocínio é o mesmo) pode conter um princípio ativo farmacológico de excelente resultado***, e muitas vezes, ser de uma toxidade que tenha de ser modificada, quando explorado pela indústria farmacêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Uma solução acima de determinado "C" - diluição de razão 100 - &lt;a href="http://www.ceticos.com.br/homeopatia.php"&gt;a homeopatia afirma exatamente isso&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;** No terreno da ficção, o filme&amp;nbsp;O Curandeiro da Selva (Medicine Man, 1992, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0104839/"&gt;IMDB&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Medicine_Man_(film)"&gt;Wiki&lt;/a&gt;) mostra exatamente isso. Não é &amp;nbsp;planta de uma determinada região amazônica que impede uma tribo de ter câncer, e sim, uma formiga nesta planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*** Seguidamente, descobre-se que não é muito eficiente para aquela moléstia, e sim, para outra, até então nem pensada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, se tal "protocolo" de usar-se chás de indígenas fosse algo da homeopatia, indústrias não investiriam milhões em pesquisas verificando o que fazem os pajés e xamãs de nossas florestas americanas (e da Ásia, Oceania e África) para tratar alguns de seus aldeões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinatória química, mesmo produzindo erros, produz há milhões de anos úteis acertos, e o acaso que levou uma planta a gerar proteção contra as lagartas que comem suas folhas é o mesmo acaso que pode dar-nos hoje ou no futuro proteção contra um vírus ou bactéria que possa diminuir nossa população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo acaso que nos fenômenos mais basais da vida, produz a luz que ilumina e dá sentido a tudo que se vê nos seres vivos, a evolução.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Extras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois inventos interessantes, do ponto de vista ambiental:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Airdrop Irrigation&lt;/b&gt;, um sistema de irrigação para locais inóspitos e cuja agricultura sofra pelos longos períodos de seca, desenvolvido pelo australiano Edward Linnacre, o aparelho captura o ar quente que é resfriado por uma rede de tubos até o solo, onde atinge 100% de umidade e condensa. A água produzida é armazenada embaixo da terra e usada para irrigar a base da plantação, através de um sistema de mangueiras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/inovacao/album-de-fotos/7-engenhocas-que-podem-transformar-o-planeta"&gt;&lt;b&gt;exame.abril.com.br&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Gdb_6a6mjsU/Trve7kYjBwI/AAAAAAAABUk/BTIxqfnQOlw/s1600/size_590_Airdrop_Irrigation.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-Gdb_6a6mjsU/Trve7kYjBwI/AAAAAAAABUk/BTIxqfnQOlw/s400/size_590_Airdrop_Irrigation.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Ecoclean&lt;/b&gt; - Com duas entradas para o esfregão - uma para dispensar a sujeira e outra com água limpa, este balde inteligente não mistura as duas. Além disso, enquanto um convencional usa de 5 a 7 litros de água por vez, o Ecoclean precisa de apenas um litro.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5LubHoTvvDs/TrvfbgldUbI/AAAAAAAABUs/cqC84S0ngjk/s1600/size_590_Ecoclean.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-5LubHoTvvDs/TrvfbgldUbI/AAAAAAAABUs/cqC84S0ngjk/s400/size_590_Ecoclean.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-2937267005972784457?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/2937267005972784457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=2937267005972784457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/2937267005972784457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/2937267005972784457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/11/evolucoes-e-combinatoria-iv.html' title='Evoluções e Combinatória IV'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/SiWxRCWdMvI/AAAAAAAAAIU/DQkiRpjX4lM/s72-c/BASES+NITROGENADAS2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-8367374185621999422</id><published>2011-10-17T13:42:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T13:37:55.849-07:00</updated><title type='text'>Máquinas, nossas descendentes</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esboços para manter o ritmo de produção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsGAMuIydI/AAAAAAAAAG0/DC9P5GcMw24/s1600-h/CRIA%C3%87%C3%83O+ROBO.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339868383662361042" src="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsGAMuIydI/AAAAAAAAAG0/DC9P5GcMw24/s400/CRIA%C3%87%C3%83O+ROBO.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 277px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta olhar as páginas de notícias dos avanços da &amp;nbsp;medicina que percebemos que mais e mais usamos o acréscimo de máquinas para nos mantermos mais tempos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes, mesmo que temporariamente, para posteriormente substituirmos um coração, por exemplo, por um coração biológico (e já tentado não só um humano, mas de porco e macacos).&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas chegará o dia em que nossos corações "mecânicos" serão melhores que os orgânicos, questão da Lei de Moore e da Singularidade tecnológica, que tantas vezes aqui citei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente disso, muito antes disso o comando de milhares de corações da humanidade não são controlados por sistemas nervosos humanos, e sim, por marca-passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, bem analisada a questão, já nos transformamos, quando necessário, em híbridos homem-máquina, ou alguém alguma vez na vida poderia afirmar com plena coerência que um "lente cristalino artificial" ou "lente intra ocular" é muito diferente de uma "bomba coração" batendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="243" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQoZT7CcUFgt5VySbtwm3wbBKfsv_5yA8bpeqRrfJAW9awkum_P" width="320" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/catarata/imagens/catarata-79.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/catarata/imagens/catarata-79.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que temos no geral uma certa repulsa usando se tratam de certos órgãos - como o meio que mitológico/"alma" coração , assim como temos repulsa (novamente, no geral, não você ou eu, leitor) quando alguém recebe o transplante de uma mão ou rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, lembrando Saramago, numa entrevista, não achamos repulsivo na mesma intensidade uma criança africana (p.ex.) morrendo de fome, ou mesmo um alcoólatra dormindo sob uma marquise de um prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsF06pyV3I/AAAAAAAAAGs/jPygQDi4E20/s1600/michelangelo+robots2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339868189833713522" src="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsF06pyV3I/AAAAAAAAAGs/jPygQDi4E20/s400/michelangelo+robots2.jpg" style="display: block; height: 375px; margin-top: 0px; text-align: center; width: 282px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Até um certo temor de sermos "substituídos por máquinas" é permanente no mundo da cultura, desde a mais profunda ficção científica até a cultura pop, vide desde Terminator (onde lutamos) e Matrix (onde só não viramos pilhas e fornalhas de glicose por um certo acordo) ou em Inteligência Artificial (quando por fim, parafraseando grande frase do filme, "deixamos de ser"). Até nossa música aborda este ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.agonoize.de/releases/agonoize_assimilation_chapter_one_big.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos até um certa repulsa, até objeto de pesquisa, por robôs que demasiadamente se pareçam conosco, e tal repulsa é proporcional a esta semelhança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo ler: &lt;a href="http://www.unexplained-mysteries.com/viewnews.php?id=205633"&gt;Human-like robots continue to repulse us&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo sermos operados por robôs&amp;nbsp;nos é repulsivo&amp;nbsp;(o que implica em não nos tornarmos máquinas, mas máquinas interferirem com nossas entranhas):&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tecmundo.com.br/8734-voce-concordaria-em-ser-operado-por-um-robo-.htm"&gt;Você concordaria em ser operado por um robô?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas no que nos tornaremos, séculos após séculos que estão por vir de acréscimos de máquinas a nós pode vir &amp;nbsp;a ser o profetizado pelo "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Transhumanism"&gt;transumanismo&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsHGLNJKSI/AAAAAAAAAG8/OwzY7qOxWrw/s1600/michelangelo+robots1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339869585846380834" src="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsHGLNJKSI/AAAAAAAAAG8/OwzY7qOxWrw/s400/michelangelo+robots1.jpg" style="display: block; height: 322px; margin-top: 0px; text-align: center; width: 249px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indo mais além, e já li em &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Sentinel_(short_story)"&gt;O Sentinela&lt;/a&gt;, de Arthur C. Clarke, no seu longo prefácio de edições posteriores, talvez, como a civilização que tornou-se as próprias máquinas e depois "máquinas de pura energia", eternos, indestrutíveis e capazes de passar 3 milhões de anos para observar os resultados de suas experiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes disso, de termos até de conseguir escapar do planeta que &lt;i&gt;ainda nos é prisão&lt;/i&gt;, pois já somos muitos, e nas curvas de crescimento populacional que enfrentamos, pelo meio do caminho, temos de escapar de distopias como as previstas em &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1053424/"&gt;Repo Man&lt;/a&gt;, onde tem-se de pagar em um estado completamente falido para mantermos, digamos, nossos caros novos fígados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://cinemabh.com/novo/wp-content/uploads/2010/11/Repo-Men-O-Resgate-de-Org%C3%A3os04.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não enveredemos demais por pensar em "peças", pois talvez o futuro esteja em algo intermediário e "superior em qualidade" ao mecânico e ao biológico. Máquinas de estrutura de componentes da escala das células, com desempenhos similares às máquinas em resistência ao meio, mas com a eficiência e complexidade que leva à reposição de partes do biológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7xRpoTtTcFA/TcNZJcpiybI/AAAAAAAAAJs/dPdpC_TWxWo/s1600/TranshumanMichelangelo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://2.bp.blogspot.com/-7xRpoTtTcFA/TcNZJcpiybI/AAAAAAAAAJs/dPdpC_TWxWo/s400/TranshumanMichelangelo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando por tais gargalos, talvez estas futuras máquinas se preocupem bem mais com o que seja necessário, e não deixem suas irmãs morrerem, ou passarem agruras, inclusive, por falta de peças, energia ou lubrificante, e sejam nisto, melhores que seus ancestrais e criadores*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Pois ao que parece, com o que alguns afirmam com tanta segurança que temos, e inclusive conversam com o próprio, não fomos muito bem sucedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="266" src="http://www.huge-entity.com/blogger3/transhuman-god.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #38761d; font-size: x-large;"&gt;H+ !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="320" src="http://pogo.lakesideschool.org/english/e425acybernetics/files/2011/03/TranshumanismInevitable2.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Anexos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expectativa de vida, por país, num gráfico "para lá" de interativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://projects.flowingdata.com/life-expectancy/" style="color: #1c51a8;" target="_blank"&gt;http://projects.flowingdata.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;com/life-expectancy/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Observar o desastre que é Ruanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="218" src="http://2.bp.blogspot.com/_A1H6IkWVaJg/TTM0z8MO3xI/AAAAAAAAAZA/EzzwdrxnC_g/s400/SingPict1.png" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a vida não é só fazer contas e desenvolver raciocínios sobre o que quer que seja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=3T65NpyfPkQ"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Kraftwerk -&amp;nbsp;The Man Machine (Live, Minimum-Maximum)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Ciência é uma fila de dominós caindo, entre os quais, algumas vezes, alguns dominós novamente se levantam e seguem em direções diferentes, formando novas filas.&lt;/i&gt; -&amp;nbsp;Francisco, O Herege, o profeta irônico, meu personagem e personagem de mim mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-8367374185621999422?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/8367374185621999422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=8367374185621999422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/8367374185621999422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/8367374185621999422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/10/maquinas-nossas-descendentes.html' title='Máquinas, nossas descendentes'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/ShsGAMuIydI/AAAAAAAAAG0/DC9P5GcMw24/s72-c/CRIA%C3%87%C3%83O+ROBO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-6303835637906436314</id><published>2011-10-03T15:32:00.000-07:00</published><updated>2011-10-08T17:29:04.946-07:00</updated><title type='text'>O último algarismo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, num "off" em comunidade de Astronomia no ORKUT (uma das poucas que ainda se mostra interessante&amp;nbsp;do meu atual ponto de vista e para o atual estado daquela rede social) apareceu uma questão de matemática de livro de secundário que me pareceu interessante, e por um raro acaso, relacionava-se com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_n%C3%BAmeros"&gt;Teoria dos Números&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SGBFksCC5sk/TooccudZdaI/AAAAAAAABQM/wuMDWa-kysU/s1600/250px-Ulam_1.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-SGBFksCC5sk/TooccudZdaI/AAAAAAAABQM/wuMDWa-kysU/s1600/250px-Ulam_1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A "&lt;a href="http://mathworld.wolfram.com/PrimeSpiral.html"&gt;espiral dos primos&lt;/a&gt;", relacionado a um dos maiores mistérios da matemática.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o último algarismo do resultado de 1999 elevado à potência 1998? (O que no linguajar "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latex"&gt;látex&lt;/a&gt;" é escrito como 1999^1998.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1999^1998=1999^(2*999)=(1999^2)^999=3996001^999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, quando passamos rapidamente do "calculadorismo", e os números se tonam muito extensos, a não ser para programas específicos (e mesmo estes sempre terão limites, basta citar os simples irracionais, sem limites de casas decimais já por definição), temos de fazer o próximo passo por um meio mais gráfico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; 3996001&lt;br /&gt;&amp;nbsp;x&amp;nbsp;3996001&lt;br /&gt;_________&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; 3996001&lt;br /&gt;&amp;nbsp; 0000000&lt;br /&gt;&amp;nbsp;0000000&lt;br /&gt;A........6&lt;br /&gt;B.......9&lt;br /&gt;C.....9&lt;br /&gt;D...3&lt;br /&gt;__________&lt;br /&gt;E........001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde A, B, C, D e E são apenas representações até inadequadas para um conjunto de algarismos à esquerda de determinada posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notemos que nesta multiplicação, os algarismos finais 001 permaneceram (e na verdade, poderia &amp;nbsp;bastar apenas este último algarismo 1), e se perpetuariam pela mesma "construção" das próximas multiplicações (até "chegar-se" à potência 999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como desde o início desejávamos demonstrar, &lt;b&gt;o último algarismo é 1&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2010/03/perambulando-entre-fisica-e-metafisica.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;&lt;em&gt;Teorema é o ídolo frente ao qual o matemático se flagela. - &lt;/em&gt;Citado por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 20px;"&gt;Simon Sigh&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos generalizar esta solução para potências pares (note o destaque do expoente 2 acima) de números terminados em 9, pois 9^2=81. Assim, todo o número da forma [(n*10)-1] terá como potências pares sempre números terminados no algarismo 1, como, p.ex., 23879^2=570206641.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia alongar e generalizar ainda mais, mostrando que números das formas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[(n*10)-1]^(2*m) ; ex.: o acima&lt;br /&gt;[(n*10)+9]^(2*m) ;&amp;nbsp;ex.: o acima&lt;br /&gt;[(n*10)-3]^(4*m) ;&amp;nbsp;ex.:&amp;nbsp;[(52*10)-3]^(4*3)= 517^12&lt;br /&gt;[(n*10)+3]^(4*m) ; ex.:&amp;nbsp;[(64*10)+3]^(4*7) = 643^28&lt;br /&gt;[(n*10)-7]^(4*m) ;&amp;nbsp;ex.:&amp;nbsp;&amp;nbsp;[(1425*10)-7]^(4*247)&lt;br /&gt;[(n*10)+7]^(4*m) ;&amp;nbsp;ex.:&amp;nbsp;[(845*10)+7]^(4*845)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre apresentarão como último algarismo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, numa forma mais "algébrica":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5bCN1VZcze4/To3AqBjILvI/AAAAAAAABQk/se1hLgK8Bh4/s1600/CodeCogsEqn+%25283%2529.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-5bCN1VZcze4/To3AqBjILvI/AAAAAAAABQk/se1hLgK8Bh4/s1600/CodeCogsEqn+%25283%2529.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde se&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;n&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é um número inteiro qualquer (inclusive negativo);&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;m&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, se for igual a -1 ou 9,&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;sendo igual a 1; sendo&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;m&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;igual a 3 ou -3, ou -7 ou 7;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;sendo igual a 2 e&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;j&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é um número inteiro positivo&amp;nbsp;qualquer,&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;x&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;sempre terá como último algarismo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de dúvida quase &lt;a href="http://www.labfoto.ufba.br/gallery2/main.php?g2_itemId=8289"&gt;aritmofóbica&lt;/a&gt;, 1999^1998 dá aproximadamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s_Gn4B8NM-A/Too5lxO8vjI/AAAAAAAABQQ/9SSsJOSyomg/s1600/1999na1998.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-s_Gn4B8NM-A/Too5lxO8vjI/AAAAAAAABQQ/9SSsJOSyomg/s640/1999na1998.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, para os mais graves casos de C.O.T., que é o mesmo que &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_obsessivo-compulsivo"&gt;T.O.C.&lt;/a&gt;, mas com as letras em ordem alfabética, &lt;b&gt;COMO AS COISAS DEVEM SER!&amp;nbsp;&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="sub " id="subpod_0200_1" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 2px; position: relative; vertical-align: baseline;" tempfileid="MSP228719hb6975e14idc7500002c07d6e1195d9e54" width="493"&gt;&lt;div class="output pnt" id="scannerresult_0200_1" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 1px; padding-left: 25px; padding-right: 0px; padding-top: 3px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="annotpod" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: right; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qRsC9DNbGhk/Too6gr_et-I/AAAAAAAABQU/5mzeido7ejI/s1600/1999na1998ext.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-qRsC9DNbGhk/Too6gr_et-I/AAAAAAAABQU/5mzeido7ejI/s1600/1999na1998ext.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um poderoso senhor de quase 6600 algarismos, que representa uma quantidade maior que todas as coisas contáveis do universo "conhecido". Muitas vezes maior em escala que o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Googol"&gt;Googol&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KyZXmlfWYCY/TooXcOaz5KI/AAAAAAAABP0/LzMmm1ultlA/s1600/Googol.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-KyZXmlfWYCY/TooXcOaz5KI/AAAAAAAABP0/LzMmm1ultlA/s320/Googol.jpg" width="269" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora possa parecer a primeira vista um número absurdo, longe de qualquer coisa física, não esqueça que não o é no terreno da combinatória, que possui aplicações na genética e na química orgânica. É por exemplo, menor que o fatorial de 2300, que banalmente pode aparecer em macromoléculas. Aliás, parte da enorme palhaçada, inclusive sem grandes números que é a "&lt;a href="http://knol.google.com/k/lei-de-borel-mais-uma-fal%C3%A1cia-criacionista#"&gt;falácia da lei de Borel&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querendo mais diversão:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.wolframalpha.com/input/?i=1999^1998"&gt;www.wolframalpha.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Sobre demonstrações em teoria dos números&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O belo da Teoria dos Números é que não necessita-se fazer "o cálculo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pode-se fazer até "experimentos", e perceber constâncias, e até, em cima destas, construir teoremas e demonstrá-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Usa-se "&lt;a href="http://gaussianos.com/descenso-infinito-un-metodo-de-demostracion-poco-conocido/"&gt;descensos&lt;/a&gt;" (decréscimos) por exemplo, que são demonstrações por "indução ao absurdo", específicas do ramo, como a que já tinha feito Euclides para demonstrar que a raiz quadrada de 2 é irracional (e pode ser expandida para todos os primos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Para certas questões, pode-se após determinadas observações, fazer conjecturas, e dependendo da sua profundidade e até mesmo dificuldade em ser demonstrada, podem levar séculos até que seja demonstrada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Vide o último teorema de Fermat (U.T.F.), que por sinal, agora deve ser chamado de teorema de Wiles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XRBbxOaFnzU/TooZr6UYz8I/AAAAAAAABQA/VgOFSx46izs/s1600/Fermat_5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-XRBbxOaFnzU/TooZr6UYz8I/AAAAAAAABQA/VgOFSx46izs/s320/Fermat_5.jpg" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; line-height: 15px;"&gt;Pierre de&amp;nbsp;&lt;b&gt;Fermat&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(1601 - 1665), o "príncipe dos amadores" (recomendo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/fermat/"&gt;www.educ.fc.ul.pt&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Um belo exemplo é a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conjectura_de_Goldbach"&gt;Conjectura de Goldbach&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qLtKLgBosWE/ToocCx-MF2I/AAAAAAAABQI/ak3Pqi9ZulQ/s1600/gbcount.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="342" src="http://1.bp.blogspot.com/-qLtKLgBosWE/ToocCx-MF2I/AAAAAAAABQI/ak3Pqi9ZulQ/s400/gbcount.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.petrospec-technologies.com/Herkommer/goldbach.htm"&gt;www.petrospec-technologies.com&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Simples, traiçoeiramente aparenta ser banal, mas terrível do ponto de vista teórico de ser demonstrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;O interessante é que não se pode ainda demonstrar que exista demonstração em Teorema dos Números apenas Euclidiana-Pitagórica. (ver&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate;"&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Elementary_function_arithmetic#Friedman.27s_grand_conjecture"&gt;Friedman's grand conjecture&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A demonstração de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipaso_de_Metaponto"&gt;Hipaso de Metaponto&lt;/a&gt;, dos irracionais, que provavelmente levou a sua execução (!) era obviamente Euclidiana-Pitagórica. Os pitagóricos tiveram suas glórias, mas também seus pecados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-W4j5IJ4tqHM/TooYJqTrhjI/AAAAAAAABP4/TvZHuoa_SL8/s1600/teo_pit_graf.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://2.bp.blogspot.com/-W4j5IJ4tqHM/TooYJqTrhjI/AAAAAAAABP4/TvZHuoa_SL8/s320/teo_pit_graf.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A demonstração de Wiles, "moderna".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WFLYYRbi6Gg/Tooalm-D4SI/AAAAAAAABQE/_c6f9LktLNA/s1600/Wiles5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-WFLYYRbi6Gg/Tooalm-D4SI/AAAAAAAABQE/_c6f9LktLNA/s1600/Wiles5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Wiles, agora, com "glória eterna", após anos flagelando-se frente a um dos ídolos dos matemáticos, que &amp;nbsp;são os teoremas (ver&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse;"&gt;&lt;a href="http://library.thinkquest.org/28049/final_stages_in_proving_fermat.htm"&gt;library.thinkquest.org&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mas querendo discordar dela, divirta-se também, será mais um na internet a literalmente trollar pelo tema (até que apareça, talvez, um verdadeiro gênio, ou muito felizardo), com uma demonstração pitagórica-euclidiana, e que obviamente, não caia na piada abaixo representada:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Qhnom2UcfGQ/TooYso-ZmDI/AAAAAAAABP8/NP2w0yv3Nmg/s1600/homer.fermat.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="287" src="http://4.bp.blogspot.com/-Qhnom2UcfGQ/TooYso-ZmDI/AAAAAAAABP8/NP2w0yv3Nmg/s400/homer.fermat.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou amigo, sincero e bem intencionado com os menos aptos com números, recomendo&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.blog.republicofmath.com/archives/4564"&gt;www.blog.republicofmath.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Apêndice&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutra blogagem (&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011_01_01_archive.html"&gt;Números&lt;/a&gt;)&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, esqueci um interesantíssmo resultado de determinado número "mágico":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;111111111^2=12345678987654321, quase um "abracadabra" (e aliás, mais simétrico que esta palavra, entre os resultados oriundos do primo 37.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De&amp;nbsp;&lt;a href="http://dan-scientia.blogspot.com/2011/01/produtos-curiosos-da-matematica.html"&gt;Dan Scientia&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1 x 7 + 3 = 10&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;14 x 7 + 2 = 100&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;142 x 7 + 6 = 1000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1428 x 7 + 4 = 10000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;14285 x 7 + 5 = 100000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;142857 x 7 + 1 = 1000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1428571 x 7 + 3 = 10000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;14285714 x 7 + 2 = 100000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;142857142 x 7 + 6 = 1000000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1428571428 x 7 + 4 = 10000000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;14285714285 x 7 + 5 = 100000000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;142857142857 x 7 + 1 = 1000000000000&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1 x 8 + 1 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12 x 8 + 2 = 98&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123 x 8 + 3 = 987&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1234 x 8 + 4 = 9876&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12345 x 8 + 5 = 98765&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123456 x 8 + 6 = 987654&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1234567 x 8 + 7 = 9876543&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12345678 x 8 + 8 = 98765432&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123456789 x 8 + 9 = 987654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1 x 9 + 2 = 11&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12 x 9 + 3 = 111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123 x 9 + 4 = 1111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1234 x 9 + 5 = 11111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12345 x 9 + 6 = 111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123456 x 9 + 7 = 1111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1234567 x 9 + 8 = 11111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12345678 x 9 + 9 = 111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123456789 x 9 + 10 = 1111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9 x 9 + 7 = 88&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;98 x 9 + 6 = 888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;987 x 9 + 5 = 8888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9876 x 9 + 4 = 88888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;98765 x 9 + 3 = 888888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;987654 x 9 + 2 = 8888888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9876543 x 9 + 1 = 88888888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;98765432 x 9 + 0 = 888888888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1 x 1 = 1&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11 x 11 = 121&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;111 x 111 = 12321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1111 x 1111 = 1234321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11111 x 11111 = 123454321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;111111 x 111111 = 12345654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1111111 x 1111111 = 1234567654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11111111 x 11111111 = 123456787654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;111111111 x 111111111 = 12345678987654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1111111111 x 1111111111 = 1234567900987654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11111111111 x 11111111111 = 123456790120987654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11 x 11 = 121&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;112211 x 11 = 1234321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1122332211 x 11 = 12345654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11223344332211 x 11 =&amp;nbsp; 123456787654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;112233445544332211 x 11&amp;nbsp; = 1234567900987654321&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;11 x 11 = 121&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;121 x 11 = 1331&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12321 x 11 = 135531&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1234321 x 11 = 13577531&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;123454321 x 11 = 1357997531&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;111 x 11 = 1221&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;121 x 11 = 1331&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;131 x 11 = 1441&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;141 x 11 = 1551&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;151 x 11 = 1661&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;161 x 11 = 1771&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;171 x 11 = 1881&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;181 x 11 = 1991&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;4 x 4 = 16&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;34 x 34 = 1156&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;334 x 334 = 111556&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3334 x 3334 = 11115556&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;33334 x 33334 = 1111155556&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;333334 x 333334 = 111111555556&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;7 x 7 = 49&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;67 x 67 = 4489&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;667 x 667 = 444889&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;6667 x 6667 = 44448889&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;66667 x 66667 = 4444488889&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;666667 x 666667 = 444444888889&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;6666667 x 6666667 = 44444448888889&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9 x 9 = 81&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;99 x 99 = 9801&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;999 x 999 = 998001&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9999 x 9999 = 99980001&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;99999 x 99999 = 9999800001&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;999999 x 999999 = 999998000001&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9999999 x 9999999 = 99999980000001&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;7 x 9 = 63&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;77 x 99 = 7623&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;777 x 999 = 776223&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;7777 x 9999 = 77762223&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;77777 x 99999 = 7777622223&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;777777 x 999999 = 777776222223&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3 x 37 = 111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;33 x 3367 = 111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;333 x 333667 = 111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3333 x 33336667 = 111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;33333 x 3333366667 = 111111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;333333 x 333333666667 = 111111111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3333333 x 33333336666667 = 111111111111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;33333333 x 3333333366666667 = 111111111111111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;333333333 x 333333333666666667 = 111111111111111111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3333333333 x 33333333336666666667 = 111111111111111111111111111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;7 x 15873 = 111111&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;14 x 15873 = 222222&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;21 x 15873 = 333333&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;28 x 15873 = 444444&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;35 x 15873 = 555555&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;42 x 15873 = 666666&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;49 x 15873 = 777777&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;56 x 15873 = 888888&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;63 x 15873 = 999999&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3 x 37 = 111 e 1 + 1 + 1 = 3&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;6 x 37 = 222 e 2 + 2 + 2 = 6&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;9 x 37 = 333 e 3 + 3 + 3 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;12 x 37 = 444 e 4 + 4 + 4 = 12&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;15 x 37 = 555 e 5 + 5 + 5 = 15&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;18 x 37 = 666 e 6 + 6 + 6 = 18&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;21 x 37 = 777 e 7 + 7 + 7 = 21&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;24 x 37 = 888 e 8 + 8 + 8 = 24&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;27 x 37 = 999 e 9 + 9 + 9 = 27&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: inherit; line-height: 16px;"&gt;E não podemos esquecer a regra que aprendemos no primário para decorar a "tabuada do 9":&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;1 x 9 = 09 e 0 + 9 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;2 x 9 = 18 e 1 + 8 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;3 x 9 = 27 e 2 + 7 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;4 x 9 = 36 e 3 + 6 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;5 x 9 = 45 e 4 + 5 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;6 x 9 = 54 e 5 + 4 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;7 x 9 = 63 e 6 + 3 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;8 x 9 = 72 e 7 + 2 = 9&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;10 x 9 = 90 e 9 + 0 = 9&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GSWURWo3Tlc/ToyVybW_pPI/AAAAAAAABQY/_tt_kW4kceM/s1600/GOLDBACH+FLAGELAR+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://3.bp.blogspot.com/-GSWURWo3Tlc/ToyVybW_pPI/AAAAAAAABQY/_tt_kW4kceM/s400/GOLDBACH+FLAGELAR+2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Em algum lugar agora e por talvez muito tempo no futuro, sempre haverá um humano ou seus descendentes &amp;nbsp;flagelando-se frente uma conjectura.&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;III&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o excelente documentário Horizons sobre o Último Teorema de Fermat (que deve, mais corretamente, até prova em contrário, ser chamado de Conjetura de Fermat&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fermat's Last Theorem 1/4 (BBC Horizon 1996)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sewgNw_K8Yw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sewgNw_K8Yw&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fermat's Last Theorem 2/4 (BBC Horizon 1996)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ofhaESrda_0&amp;amp;NR=1"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ofhaESrda_0&amp;amp;NR=1&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fermat's Last Theorem 3/4 (BBC Horizon 1996)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JtEdkhUDptQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=JtEdkhUDptQ&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fermat's Last Theorem 4/4 (BBC Horizon 1996)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_iE5KwaM4Ro"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=_iE5KwaM4Ro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É emocionante o momento em que Wiles ainda chora quando conta o momento decisivo que lhe levou à demonstração, quando percebe que determinada técnica que havia abandonado em determinado ponto de seu trabalho, o levava à solução de determinado impasse que enfrentava em outro ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este momento é tratado em mais detalhes aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fermat's_Last_Theorem#Wiles.27_general_proof"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Fermat's_Last_Theorem#Wiles.27_general_proof&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;IV&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos demonstrar o "erro" dos Simpsons pela mesma demosntração que Fermat mesmo já tinha nos deixado, para o caso de n=4, ou ainda, pela demonstração de Euler, muito mais complexa, para o caso de n=3,&amp;nbsp;(um dos meus pequenos "sonhos matemáticos" é apresentá-la para consulta em português), fazendo, banalmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1782^(3*4)]+[(1841^(3*4)]=1922^(3*4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas podemos apresentá-lo numericamente em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.wolframalpha.com/"&gt;http://www.wolframalpha.com/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;((1782^12)+(1841^12))^(1/12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É citado o "caso"&amp;nbsp;3987^12+4365^12=4472^12 em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mathworld.wolfram.com/FermatsLastTheorem.html"&gt;http://mathworld.wolfram.com/FermatsLastTheorem.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;V&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais sobre a Conjectura de Goldbach -&amp;nbsp;&lt;a href="http://mathworld.wolfram.com/GoldbachConjecture.html"&gt;http://mathworld.wolfram.com/GoldbachConjecture.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;VI&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um editor LaTex &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.codecogs.com/latex/eqneditor.php"&gt;http://www.codecogs.com/latex/eqneditor.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;VII&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo destacado de tentativa pitagórica de demonstrar o U.T.F. é o de&amp;nbsp;Andrew H. Warren, que pode ser visto aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="http://files.asme.org/MEMagazine/Articles/Web/15299.pdf"&gt;http://files.asme.org/MEMagazine/Articles/Web/15299.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma discussão sobre seu infeliz trabalho, é visto aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="http://mathoverflow.net/questions/31565/request-for-comments-about-a-claimed-simple-proof-of-flt"&gt;http://mathoverflow.net/questions/31565/request-for-comments-about-a-claimed-simple-proof-of-flt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, e digo e repito &lt;b&gt;talvez&lt;/b&gt;, Fermat tenha cometido um erro similar, e julgado possuir sua demonstração "miraculosa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;VIII&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho "poderoso", e que marcou época, foi a demonstração por vias da geometria algébrica como abordagem para o U.T.F. por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gerd_Faltings"&gt;Gerd Faltings&lt;/a&gt;. Ele demonstrou que&amp;nbsp;se&amp;nbsp;existiam soluções, elas eram finitas, e não infinitas (&lt;i&gt;n&lt;/i&gt;=2, por exemplo, possui infinitas soluções). Nunca algum matemático tinha obtido demonstração tão genérica, ainda que não resolvesse o problema, mas estabelecia uma solução que pulava por cima ou de casos específicos (determinado &lt;i&gt;n&lt;/i&gt;) ou pelo inútil teste de números ("força bruta" numérica), que é utilíssima em Engenharia e Física, mas na verdade, inútil em Matemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde Gerd Faltings flagelou-se e ganhou notoriedade e reconhecimento, pesquisadores numéricos só constroem temporários castelos de areia. -&amp;nbsp;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mordell_conjecture"&gt;Faltings' theorem&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fjZhEqLj8QA/To3OI5yEgpI/AAAAAAAABQo/kOCJ3KyU5Ds/s1600/faltings+veja.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-fjZhEqLj8QA/To3OI5yEgpI/AAAAAAAABQo/kOCJ3KyU5Ds/s1600/faltings+veja.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Publicação da conquista de Faltings na revista Veja, em 3 de agosto de 1983, por ironia, meu aniversário de 18 anos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;IX&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por não necessitar-se de cálculos na Teoria dos Números, é que agora, depois da demonstração que fiz, e com a equação que representa o insignificante teorema que desenvolvi, que posso afirmar com absoluta segurança que, por exemplo 1999^[(1999^1998)*2], um número imensamente maior que 1999^1998, termina no algarismo 1.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;V_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-6303835637906436314?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/6303835637906436314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=6303835637906436314' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/6303835637906436314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/6303835637906436314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/10/o-ultimo-algarismo.html' title='O último algarismo'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-SGBFksCC5sk/TooccudZdaI/AAAAAAAABQM/wuMDWa-kysU/s72-c/250px-Ulam_1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-9218736372355953799</id><published>2011-09-19T15:34:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T13:31:15.839-07:00</updated><title type='text'>Acendam-se futuras lanternas - II</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Retornemos aos nossos problemas, que são na verdade como se apresentam as leis de Clarke e suas relações com aquilo que o anel dos Lanternas Verdes seria capaz de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Pdzmfkyu8I0/TnfBu0MBleI/AAAAAAAABOg/J3D9tSUwnZQ/s1600/Patolino7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-Pdzmfkyu8I0/TnfBu0MBleI/AAAAAAAABOg/J3D9tSUwnZQ/s400/Patolino7.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Juro que tentei resistir, embora sirva para citar que talvez algum dia conheçamos espécies inteligentes (e certamente não tão atrapalhadas) que assemelhe-se a cada um dos personagens dos&amp;nbsp;Looney Tunes.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;I&lt;/span&gt;. &lt;i&gt;&lt;b&gt;Quando um cientista distinto e experiente diz que algo é possível, é quase certeza que tem razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obviamente quando dizemos que com magnetismo se pode levitar até um navio, basta lembrar os enormes guindastes de ferros-velhos, ou os &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maglev"&gt;maglevs&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que sabemos que o magnetismo permite elevar uma carga imensa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas se eu disser que existe possibilidade no futuro de anularmos a gravidade, você diria sem titubear que estou enganado?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas percebamos que é mais fácil aceitar a manipulação de um campo do que o surgimento de algo sólido a partir de energia (as proezas dos anéis dos Lanternas Verdes).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porém, vejamos que já temos hoje o conhecimento que partículas "de energia" (como os fótons - mas veja as aspas, estas e as próximas, e as procure entender) são "tranformáveis" em partículas de matéria (a &lt;a href="http://www.lip.ualg.pt/testes/Fisica_Radiacoes/Pastas%20interiores/EfeitoProdPares.htm"&gt;produção de par&lt;/a&gt;). teremos aí um elétron e sua anti-partícula, o pósitron, por exemplo, que se "unidos" voltarão a resultar num fóton (a anulação matéria-anti-matéria).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FETG1BMxwBc/TmFVn7Xq0KI/AAAAAAAABNI/AdGO9oFNV4E/s1600/pair+prod.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-FETG1BMxwBc/TmFVn7Xq0KI/AAAAAAAABNI/AdGO9oFNV4E/s400/pair+prod.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas poderá agora você me dizer que no futuro poderemos tomar as partículas que produzem massa "trivial" e não aproveitarmos a anti-matéria como fonte de energia neste processo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos descolamentos à altíssimas velocidades, as partículas que estão "vindo" no espaço e com a quais nossas naves &amp;nbsp;"enfrentemos", não teriam agora alta energia em relação a nós e não produziriam enorme quantidade de produção de pares (tal como insetos que nos atingem num para-brisa de automóvel, tal qual o ar entrando nas nossas turbinas)?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não poderíamos criar nanomáquinas tão pequenas que em conjunto obedecessem aos comandos de um acoplamento aos nosso cérebros (e talvez colocados nos dedos) e que aproveitassem permanentemente este gerar de matéria que a natureza propicia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou talvez do "vácuo quântico"?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As possibilidades são na prática infinitas, e não teria de forma alguma coragem de dizer que tais coisas sejam "impossíveis".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se eu fosse teletransportado para a cabine dos operadores de "telégrafo sem fio" do Titanic e dissesse que uns 90 anos no futuro estaria falando de um telefone do tamanho de uma pequena barra de chocolate com um de seus descendentes, estes me julgariam um anjo que vinha lhes trazer uma redentora messagem de esperança? (Ou um louco em delírios perto da morte com roupas esquisitas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo preparar o leitor para que nas próximas linhas citarei o&lt;b&gt; lamentável&lt;/b&gt; "filme documentário" 'Quem somos nós?'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa que ele apresenta com alguma fidelidade é que as coisas físicas não se tocam, exatamente porque partículas subatômicas não tem fronteiras plenamente definidas (em suma, não há o sólido euclidiano na natureza). O que existe é o "confronto" de elétrons repelindo elétrons, por meio de fótons da força eletromagnética, por exemplo, na matéria trivial, e neste caso quando nossos dedos &amp;nbsp;"tocam" uma bola de basquete, na verdade sempre estamos pressionando uma repulsão entre os átomos de nossos dedos e da bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-19q-TGBbJdM/Tne3KZBtV0I/AAAAAAAABOU/BW-aBBMKiuE/s1600/REPULSAO+1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://1.bp.blogspot.com/-19q-TGBbJdM/Tne3KZBtV0I/AAAAAAAABOU/BW-aBBMKiuE/s400/REPULSAO+1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Para o vídeo deste fenômeno basal e banal na natureza, recomendo ver a parte do filme (uma das poucas que realmente é séria em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IiDRWLH_sLc&amp;amp;feature=related"&gt;Quem Somos Nós ? parte 03 / 12&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a 4m19s).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Para entender com mais detalhes a questão da matéria trivial como sendo algo rarefeito, recomendo ler minha blogagem onde apresento "&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/08/alcool-e-agua.html"&gt;a joaninha no centro do Maracanã&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma escala de densidades e pressões nos corpos celestes (pois só os maiores permitem as pressões e densidades que implicam em não ser mais os fótons que sustentam o "não se tocar" de átomos), recomendo minha outra blogagem com "a joaninha na banheira":&amp;nbsp;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2010/04/das-moleculas-aos-buracos-negros.html"&gt;Das moléculas aos buracos negros&lt;/a&gt; - Uma revista à escala da massa e ao processo de agregação dos corpos celestes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás o "tocar" é a repulsão de qualquer coisa mesmo na mais densa matéria, e quando chegamos à densidade de estrelas anãs brancas, o que resta é a resistência da repulsão daquela pasta de elétrons e núcleos). Adiante (na pressão e densidade), este "não se tocar" se dará por nêutrons com seus agitados quarks, posteriormente, pelo menos em conjecturas, pelos quarks em alo similar a um fluido, e depois, a Física nada mais pode afirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma de minhas mais robustas contribuições românticas na Wikipédia&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_degenerada"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_degenerada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas retornemos ao anel dos lanternas verdes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a própria matéria trivial é a "confrontação" de fótons causando reposição, e assim que empurramos, moldamos e até pulverizamos coisas, como poderia se afirmar que o domínio destes mesmo fótons não vá empurrar, modelar e até pulverizar coisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as partículas mássicas surgem no vácuo a partir de luz, e são partículas mássicas que formam as coisas que empurramos, como não poderia a luz sob controle moldá-las, e numa avançadíssima tecnologia até pulverizá-la. Por isso, que me parece embora extremamente distante mas não um absurdo físico, que não posso afirmar que o anel dos lanternas seja um absurdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FsB-GzImGSo/TnfBDVmfeDI/AAAAAAAABOc/1teNJXDKT_w/s1600/orbitais.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="312" src="http://2.bp.blogspot.com/-FsB-GzImGSo/TnfBDVmfeDI/AAAAAAAABOc/1teNJXDKT_w/s400/orbitais.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os estranhos ao nosso julgamento inicial orbitais eletrônicos, muito diferentes do que poderia ser pensado como &amp;nbsp;algo similar a planetas ao redor de uma estrela.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;A confiança que existia nos finais do século XIX sobre a capacidade explicativa daFísica era enorme. William Thompson, mais tarde feito Lord Kelvin, chegou ao ponto de declarar que a Fisíca lhe parecia um conjunto harmonioso e, no essencial, acabado, não vendo no horizonte senão duas núvens negras; o resultado negativo da experiência de Michelson-Morley e a catástrofe ultra-violeta da lei de Raleigh-Jeans. -&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://flipflop.no.sapo.pt/fisicaquantica1.htm"&gt;flipflop.no.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;There is nothing new to be discovered in physics now. All that remains is more and more precise measurement.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Não há coisa alguma nova a ser descoberta em física agora. Tudo que resta é medição mais e mais precisa.) - &lt;a href="http://en.wikiquote.org/wiki/William_Thomson"&gt;Frase atribuída de maneira duvidosa à Kelvin&lt;/a&gt;, provavelmente oriunda de "&lt;i&gt;An eminent physicist remarked that the future truths of physical science are to be looked for in the sixth place of decimals." &lt;/i&gt;(Um físico eminente destacou que as futuras verdades da ciência física são olhar-se na sexta casa de decimais)&lt;i&gt; -&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://en.wikiquote.org/wiki/William_Thomson"&gt;Albert A. Michelson&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asimov"&gt;Isaac Asimov&lt;/a&gt; criou um corolário para a primeira lei de Clarke: "&lt;i&gt;Se o público leigo apóia com fervor uma idéia dita impossível pelo tal cientista distinto e de idade avançada, este último está provavelmente certo.&lt;/i&gt;" ("Asimov's Corollary", The Magazine of Fantasy and Science Fiction, Fev. 1977) - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Clarke#Outras_vers.C3.B5es"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Leitura recomendada:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://ryuc.info/creativityphysics/energy/pair_production.htm"&gt;The phenomenon of pair production&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Vários pontos da Física de ponta, tanto em partículas quanto em Cosmologia, incluindo o "vácuo quântico":&amp;nbsp;Quantum Vacuum -&amp;nbsp;&lt;a href="http://horizons-2000.org/2.%20Ideas%20and%20Meaning/Topics/quantum%20vacuum.html"&gt;horizons-2000.org&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.ezizka.net/astronomy/lessons/topicslesson09/topic03lesson09.htm"&gt;White Dwarfs -&amp;nbsp;www.ezizka.net&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Para um entendimento bem agradável de como se formam as anãs brancas e suas propriedades (que são na verdade as propriedades da matéria degenerada que as compõe), inclusive, a estranha ao nosso mundo que quando mais massivas, &lt;b&gt;menores&lt;/b&gt; e mais densas são.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-S20rLgUHar4/TnfA7X-jC3I/AAAAAAAABOY/4c4MohKHB5M/s1600/white_dwarf_sizes.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="123" src="http://4.bp.blogspot.com/-S20rLgUHar4/TnfA7X-jC3I/AAAAAAAABOY/4c4MohKHB5M/s400/white_dwarf_sizes.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Algo sério e bem escrito sobre estrelas, incluindo anãs brancas e a história de seu descobrimento: NASCIMENTO, VIDA E MORTE DAS ESTRELAS - &lt;a href="http://www.cdcc.usp.br/cda/aprendendo-superior/evolucao-estelar/estrela03.html"&gt;www.cdcc.usp.br&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #044b7a; font-family: 'Times New Roman', Times, serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #044b7a; font-family: 'Times New Roman', Times, serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obs.: Separei as leis de Clarke com o mesmo motivo de que novelas televisivas brasileiras são uma enorme enrolação quase infindável em capítulos de quase uma hora - fazer textos mais curtos e com isto manter você leitor entre duas situações; ter textos mais compactos e digeríveis e manter-se vindo aqui lê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou um democrata, aceito reclamações e sugestões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O que é escrito sem esforço em geral é lido sem prazer.&lt;/i&gt; - Samuel Johnson&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Extras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A parte da &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/What_the_Bleep_Do_We_Know!%3F#Academic_reaction"&gt;"reação acadêmica" do artigo da Wiki em inglês sobre o "Quem somos nós?"&lt;/a&gt; está merecendo uma tradução.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-9218736372355953799?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/9218736372355953799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=9218736372355953799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/9218736372355953799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/9218736372355953799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/09/acendam-se-futuras-lanternas-ii.html' title='Acendam-se futuras lanternas - II'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Pdzmfkyu8I0/TnfBu0MBleI/AAAAAAAABOg/J3D9tSUwnZQ/s72-c/Patolino7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-4251189659599800094</id><published>2011-08-20T11:33:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T10:55:40.026-07:00</updated><title type='text'>Acendam-se futuras lanternas - I</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma questão interessante em todo o universo ficcional de Star Trek é o que eu chamaria de "parapsicologia moderada". Um exemplo é o "toque vulcano": a interação de mentes através de tato. Deste, decorre até o "carregamento" da mente de Spock no&amp;nbsp;dr. McCoy, extrema ironia.Um que outro personagem ao longo das séries com dotes de telecinese, telepatia, etc, mas atrelada a um imenso desenvolvimento tecnológico e evolutivo, não a dotes em si disto, como seria em simples humanos e outras espécies de mesma, digamos, idade. Quando nós e similares a nós estes poderes possuem, é em função de receberem tal capacidade de outrem muito mais poderoso ou por exóticas mutações aos moldes dos acidentes de Stan Lee, que disto usou em doses cavalares no universo Marvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-B2zpcqAWLxE/TlAAogxC2ZI/AAAAAAAABL4/XPGeFRE4RDM/s1600/Green-Lantern-Logo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="283" src="http://4.bp.blogspot.com/-B2zpcqAWLxE/TlAAogxC2ZI/AAAAAAAABL4/XPGeFRE4RDM/s400/Green-Lantern-Logo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A imagem simples e poderosa, quase uma letra de um alfabeto místico, do logo de Lanterna Verde.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abordando por outra via, o que quero dizer é que simpatizo com Star Trek por não acrescentar personagens que derrubam naves com simples pensar, como se vê no universo de Star Wars - destacadamente nos jogos e seus &lt;i&gt;trailers&lt;/i&gt; - e em diversas outros cenários de ficção científica. Ninguém é mais que humano (ou algo similar). &lt;i&gt;Se sangra, morre&lt;/i&gt;, já nos ensinava&amp;nbsp;o Major Alan "Dutch" Schaeffer, Arnold Schwarzenegger, em O Predator. Não há superforças, teletransportes produzidos pelo próprio cérebro. Seres vivos sangram, sofrem, machucam-se, falham, erram, morrem como morriam marinheiros ao atravessar os oceanos por séculos, aliás, o que Star Trek homenageia de maneira permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, entremeado nas peripécias da moralista tripulação de Star Trek, sempre houveram encontros que lembraram a origem de ficção "hard core" de onde foi esteticamente nitidamente inspirada, Planeta Proibido e seu avançado povo extinto, os Krell. Sempre houve as civilizações/seres que por meio de avançada tecnologia, conseguem o que para nós parece mágica (e para alguns, apenas atos de uma divindade tal a que afirmam ter criado o "tudo"): solidificar coisas (matéria) a partir de energia (ou algo igualmente longe da visão e do tato, como neutrinos, como em &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Solaris_(novel)"&gt;Solaris&lt;/a&gt;). Novamente em Star Trek, a própria tecnologia de &lt;i&gt;holodeck&lt;/i&gt; da "Nova Geração" já dá passos humanos (e federados) nesta direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, evidentemente pelo título, quero chegar ao universo ficcional de Lanterna Verde. Desde que o conheci, dezenas de anos atrás, sempre foi meu super-herói favorito. Não é o extraterrestre que ganhou superpoderes e invulnerabilidade pelo nossa estrela amarelo e sua densidade molecular altíssima. Não é herdeiro riquíssimo e sua saga de justiça e vigilância contra o crime, nem mesmo o industrial que de mesma maneira, cria armaduras de alta tecnologia. Não é nem mesmo vítima de um acidente radioativo exótico, nem mesmo fruto de um deslize feliz da genética. Lanterna Verde é o sujeito comum, apenas intrépido e destemido, que na redenção de sua vidinha um tanto desregrada e sem grandes responsabilidades, é escolhido para ser o primeiro de nós a usar uma tecnologia que nos parece mágica sobre toda análise. Uma tecnologia tão fantástica que é colocável num pequeno anel, e deste, tudo se pode produzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente de ser alimentado à distância , e em algumas versões de seu mundo ficcional, com apenas comando de voz, seu carregador surge de um universo (hiperespaço?) paralelo onde fica guardado e carrega-se o anel como nós carregamos nosso celular ligando-o num carregador e na tomada. Não necessita de máquina colossal, como em o Planeta Proibido, nem da nave gigantesca de V'Ger, de&amp;nbsp;Star Trek -  The Motion Picture. Possui dados, possui sensores de defesa, cria até a "roupa" que seu usuário necessita. Dispensa naves para voar pelo espaço. Depende em limites apenas da imaginação de quem o use. Destaquemos: basta o anel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MU77i7XjnTg/Tk_6KDtk94I/AAAAAAAABLs/FPvTNZhxhBA/s1600/LANTERNA+V+1.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="323" src="http://3.bp.blogspot.com/-MU77i7XjnTg/Tk_6KDtk94I/AAAAAAAABLs/FPvTNZhxhBA/s400/LANTERNA+V+1.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tão poderoso que limita até os atos maus de seu usuário, e o filme já mostra isto bem claro, e limitaria os "monstros do IDI", que foi a desgraça dos Krell, de Planeta Proibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somemos na nossa apologia ao 'Lanterna': não respira de baixo d'água e se comunica com peixes (quem não vai rir com a ironia que foi feita em Big Bang Theory sobre Aquaman?), não é um personagem da mitologia grega ou nórdica. É onde o humano comum encontra a tecnologia extrema, que se funde com o que poderíamos chamar de divindade. É onde o mundo sem grandes pretensões intelectuais (aliás, quase nenhuma) dos quadrinhos de super-heróis encontra a ficção mais "hard core", ainda que na superfície, pincelada com as cores típicas da adolescência &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;que domina as ideias destes quadrinhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Por estas razões e muitas outras que poderia detalhar, Lanterna Verde permite, em minha modesta opinião, vôos muito mais altos de criação em ficção científica que qualquer outro super-herói. - Perdão, &amp;nbsp;&lt;/span&gt;não resisti ao trocadilho. -&amp;nbsp;Permite, inclusive, a construção de ficção científica "pura", independente de vilões, sonhos de dominar mundos ou mesmo destruí-los. E é claro, é visualmente mais elegante que capas, cuecas por fora das calças, colãs amarelos ou mesmo combinações berrantes de cores passando dos cabelos até as botas. Até sua logotipia é feliz e icônica, como vemos no topo desta blogagem.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JeqMv5wzo0I/Tk__Nf2FHKI/AAAAAAAABL0/8HJZJEDBz9Y/s1600/RAJ+AQUAMAN.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="370" src="http://1.bp.blogspot.com/-JeqMv5wzo0I/Tk__Nf2FHKI/AAAAAAAABL0/8HJZJEDBz9Y/s400/RAJ+AQUAMAN.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Esqueçamos o mundo piegas e um tanto infantilóide típico dos personagens clássicos da DC (com exceção, fique bem claro, do "faca na bota" ao natural que é Batman), esqueçamos que o universo é um tanto maior só em supergrupos de galáxias para bastarem uns poucos milhares de indivíduos para policiá-lo. Só nas nossas cercanias já contamos planetas às centenas, e a recém estamos observando e detectando o beco estreito e escuro em que vivemos e morremos, tal qual os pais de Bruce Wayne. Esqueçamos as distâncias, esqueçamos as implicações da Relatividade, e até mesmo de que em velocidades imensas e impossíveis, simples cálculos de v=d/t .'. t=d/v .'. d=v*t &amp;nbsp;implicariam em impossibilidades de tais "estórias" demandarem séculos para seus "fatos" (tema que foi sempre muito bem cuidado pelo universo um tanto ópera de Perry Rhodan, com milhares de anos de enredos apenas focado em nossa galáxia).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pulemos, é claro, a derrapada misticóide de "energia da vontade", "energia do medo", e outras bobagens típicas. Claro que poderia escrever, e o pretendo, longamente sobre a questão "vontade", que é ligada ao quase religioso "livre-arbítrio", à filosófica "liberdade" e sempre relacionada, questão difícil, aos físicos "aleatoriedade e indeterminismo".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pulemos, e de preferência esqueçamos, conflitos entre cores, seja verde, amarela ou qual for, pois o que nos interessará será, por exemplo, fótons e sua capacidade de transformarem-se em partículas "sólidas".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Pensemos apenas no que pode ser possível, que resumiria numa pergunta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;b&gt;Podemos chegar (e pode alguém ou algo chegar) a ter tecnologia tão avançada que nos permita a partir de energia, seja na forma que for, produzirmos qualquer objeto que imaginemos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Assim, chegamos onde pretendia, que são as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_de_Clarke"&gt;leis de Clarke&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;I. Quando um cientista distinto e experiente diz que algo é possível, é quase certeza que tem razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;II. O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se um pouco além dele, adentrando o impossível.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;III. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y3xYWRkqg2g/Tk_8p7Gv6_I/AAAAAAAABLw/XeKMFm4oYGM/s1600/LANTERNA+V+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="380" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y3xYWRkqg2g/Tk_8p7Gv6_I/AAAAAAAABLw/XeKMFm4oYGM/s400/LANTERNA+V+2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, que se acendam futuras lanternas, e se não encontramos ainda homens honestos e íntegros, como&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%B3genes_de_S%C3%ADnope"&gt;Diógenes de Sínope&lt;/a&gt; em vão parecia buscar, iluminemos as implicações disto, e no que os poderes dos anéis, lanternas e bateria dos Guardiões podem servir como modelo de explicar tais conjecturas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-4251189659599800094?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/4251189659599800094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=4251189659599800094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/4251189659599800094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/4251189659599800094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/08/acendam-se-futuras-lanternas-i.html' title='Acendam-se futuras lanternas - I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-B2zpcqAWLxE/TlAAogxC2ZI/AAAAAAAABL4/XPGeFRE4RDM/s72-c/Green-Lantern-Logo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-5308658525537403842</id><published>2011-08-03T14:58:00.000-07:00</published><updated>2011-09-20T06:49:46.135-07:00</updated><title type='text'>Pestes</title><content type='html'>Leia com atenção leitor: somos a mais devastadora peste que este planeta já produziu.&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;[NOTA]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A começar, pois nenhuma outra contou com acréscimo até de fissão nuclear como fonte de energia em seu substrato. Lembremos também que não somos uma espécie que "substituiu" outras. Somos a continuidade de espécies que sucederam-se, modificaram-se continuamente desde &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Last_universal_ancestor"&gt;L.U.C.A.&lt;/a&gt;, assim como todas as que nos cercam e que inclusive colaboramos com a extinção. Somos uma praga persistente, e agora, tremendamente poderosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sempre tememos novas e antigas pragas, como recentemente, a "Febre Mexicana". Reafirmo: somos uma praga tão resistente que para desespero de alguns criacionistas, sobrevivi ao H1N1, e com não mais de 3 dias de uma suportável febre, um bocado de dores no corpo e um tanto de inconvenientes náuseas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que com pragas poderosas, referindo-se ao número de mortos, nos dias de hoje (e em qualquer tempo) teremos de considerar o fator população. A epidemia de gripe de 1918 teria infectado mais de 1 bilhão de pessoas, metade da população mundial naquela época.&amp;nbsp;A população mundial atual totaliza quase 7 bilhões de pessoas (bastará outubro para passarmos deste número). Logo, na mesma proporção, teríamos um número muito maior de doentes e mortos. Mas não acredito que poderia ser muito a mais que isso, e adiante explicarei os motivos desta minha fé otimista.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Neste artigo tratarei de três filmes e temas relacionados, para abordar esta ideia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes, um lembrete útil, há muito guardado:&amp;nbsp;Antibióticos não ajudam em coisa alguma diretamente contra as viroses, mas não para infecções oportunistas que virão com as infecções por vírus. Nem pesquisarei números, mas mais gente morre de pneumonia, que é causada por bactérias, decorrentes de infecções em organismos debilitados por infecções por vírus, como gripes e resfriados, do que pelas próprias gripes e resfriados. Mantenha sempre seu sistema imunológico "para cima", ele fará com os vírus muito boa parte do serviço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Epidemia (&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0114069/"&gt;Outbreak, 1995 - IMDB&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convenhamos: qual parte do planeta ainda não empestamos, e mesmo em nossos povos mais primitivos (aqui, com o sentido de fora do processo civilizatório, indústria e tecnologia) não habitou exatamente as mais profundas florestas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com quais dos animais do mundo, especialmente primatas, não mantém contato há milênios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, como raios vai por um surto, começar a morrer exatamente numa destas populações lá há séculos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidente que um vírus agressivo como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89bola"&gt;Ebola&lt;/a&gt; ou o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hantav%C3%ADrus"&gt;Hanta&lt;/a&gt;&amp;nbsp;seja extremamente letal. Mas percebamos que mesmo um Ebola modificado, como o ficcional "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Outbreak_(film)#Plot"&gt;Motaba&lt;/a&gt;" se existente, já teria se disseminado por países como o Congo (ou Zaire, como queiram), ou mesmo pela África inteira, e aí, caro leitor, enfrentaria há séculos o que a humanidade produziu de mais eficiente para enfrentar (e enfrentou, em sua ancestralidade, por milhões e até bilhões de anos) estas pragas: sua diversidade. Não somos guepardos que por nossa própria ação são praticamente clones uns dos outros. Mesmo na áfrica possuímos etnias e subetnias tão diversas que uma virose letal à uma tribo ou povo inteira poderia apenas ser uma febre inconveniente para a tribo vizinha da primeira dizimada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZBVCQY5xo5s/TjwZitAjY_I/AAAAAAAABKw/h44Fti9HgZo/s1600/Ebola.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="342" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZBVCQY5xo5s/TjwZitAjY_I/AAAAAAAABKw/h44Fti9HgZo/s400/Ebola.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ebola (&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://jama.ama-assn.org/content/304/1/31.extract"&gt;jama.ama-assn.org&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mesmo grupos familiares dentro de um grupo étnico podem apresentar genética que suporte esta ou aquela virose. Mesmo questões menores, como o ordenhar vacas, poupou humanos ao longo da história de moléstias terríveis como a varíola, e aí está meu pai para mostrar isso, ainda em pleno século vinte, e mesmo sem a suave varíola bovina para uma vacinação natural e preparar sistemas imunológicos para apresentar uma limitada ainda que útil resistência, nosso indígenas, por toda a América, resistiram firmes e fortes à milhares de agentes infectantes trazidos por transmissores, que aqui podemos também chamar de espanhóis, portugueses, franceses, holandeses, ingleses e mais um tanto de africanos talvez com "Motabas" até já extintos, por serem predados implacavelmente por algum sistema imunológico oriundo de determinada genética que ainda não tinha enfrentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x6Gi6dANB0w/TjwZ4cL0GkI/AAAAAAAABK0/7ql6nSQpQKg/s1600/Motaba" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="263" src="http://2.bp.blogspot.com/-x6Gi6dANB0w/TjwZ4cL0GkI/AAAAAAAABK0/7ql6nSQpQKg/s400/Motaba" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O ficional Motaba.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Claro que um vírus até inofensivo, como a "gripe das galinhas", pode mutar e se tornar a mais devastadora das gripes mexicanas ou gripe de um país logo ali na esquina. Mas também pelo mesmo motivo, a menininha frágil que nasceu há 300 anos, que mal sobreviveu a uma gripe fraca e teve tempo de produzir uma descendência que hoje chega aos milhares, que talvez em algum navio de escravos ou emigrantes foi levada para a América, onde morreu de uma outra infecção, também pode ter produzido um sistema imunológico que resistirá implacavelmente a esta mutada nova virose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a aleatoriedade das mutações pode nos causar problemas, mas também é a fonte das soluções que nos perpetuarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0PXLDQ0icJ0/TkFPxM7RZpI/AAAAAAAABLc/LKWmC_uEKSg/s1600/saquille.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" naa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-0PXLDQ0icJ0/TkFPxM7RZpI/AAAAAAAABLc/LKWmC_uEKSg/s400/saquille.jpg" width="285" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O jogador de basquete Shaquille O’Neal e sua namorada, mostrando o quanto nossa espécie é diversa.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Vírus (&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0806203/"&gt;Carriers, 2009 - IMDB&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo do que chamo de "meus preconceitos que viram pó". Quando vi sua resenha na barra de informações da TV por assinatura, julguei precipitadamente que se tratava de outra aventura dramaticóide de soluções fáceis como Epidemia. Trata-se de uma tragédia terrível razoavelmente bem contada, uma distopia com traços realistas. Mostra, de maneira chocante, o quanto podemos chegar a ser egoístas para proteger nossa própria vida, e o quanto teríamos de nos tornar "duros" (até com a mais íntima pessoa amada) para não propagar ainda mais a doença que nos aflige.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pzix0Gz9rs8/TjwajEulztI/AAAAAAAABK4/-brRkugnY2I/s1600/Carries.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="203" src="http://1.bp.blogspot.com/-pzix0Gz9rs8/TjwajEulztI/AAAAAAAABK4/-brRkugnY2I/s400/Carries.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não soma coisa alguma contra a argumentação que fiz acima, e igualmente, tem o mesmo erro fundamental: parte do pressuposto que nenhum sistema imunológico humano sobreviveu ao longo destes milhões de anos a todas as variações dos vírus que nos atacaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que já vi, o em breve a ser lançado&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1598778/"&gt;Contagion&lt;/a&gt;&amp;nbsp;envereda por uma infecção cujo principal fator é determinada proteína. O mesmo argumento teria eu de repetir: em milhões de anos, qual a variação que ainda não testou a aleatoriedade da natureza contra nós, que ainda não respondemos com aleatoriedade de igual impacto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-q4WeUz-495A/TjwdL7sYBII/AAAAAAAABLA/VmLAH2pPYag/s1600/Contagion.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://2.bp.blogspot.com/-q4WeUz-495A/TjwdL7sYBII/AAAAAAAABLA/VmLAH2pPYag/s400/Contagion.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cena de Contagion (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=bdzWcrXVtwg"&gt;trailer no YouTube&lt;/a&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Eu sou a lenda (&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0480249/"&gt;I Am Legend, 2007 - IMDB&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, a variação criada no vírus do sarampo combate o câncer (perdão, ficcionista-pálida, mas fora a possibilidade real disto, da qual não discordo de forma alguma, &lt;b&gt;qual câncer?&lt;/b&gt;) ou mata humanos (nada anormal, mas vejamos novamente a limitação apresentada anteriormente) ou os transforma em zumbis terríveis, com algumas nuances de sensibilidade à luz de vampiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pausa: é evidente que a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/I_Am_Legend_(novel)"&gt;novela original&lt;/a&gt; é um clássico entre os clássicos, mas não muda em coisa alguma a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer variação numa estrutura de vírus será limitada pelas leis da bioquímica (que são leis da química). Esta variação não será algo de transcendente, exótico, às variações já feitas e testada pela cruel sobrevivência - leia-se a seleção natural, implacável, que já apresentei nas entrelinhas acima - e mais uma vez, a frágil menininha com mutação favorável a isto, pode ter surgido em nosso passado, e estar aí, entre nossos daqui a pouco 7 bilhões de macacos pelados a empestar o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, meu lado cruel com as ficções que não escrevi: que raios de ser vivo, ainda mais uma modificação de um humano, passa a ter força descomunal, temperatura corporal de um periquito, batimentos cardíacos de um gato num coração do tamanho de um porco de pequeno a médio (como é o nosso) e sobrevive sem alimento abundante anos a fio, em população significativa, não levando bala a torto e direito dos mais fortes de nós (a começar pelo sistema imunológico que resistiu a pior das pragas imagináveis) e ainda mais sem racionalidade que se compare ao mais limitado intelectualmente de nossos trabalhadores braçais (que em minutos aprenderia a sentar bala num zumbi estúpido)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem vou abordar que se cães infectados seriam, por qual motivo não o seriam (e no filme são) ratos, camundongos e ratazanas, e de suas abundantes pulgas, o doutor e seu cão perambulando dando tiros&amp;nbsp;pelo Times Square&amp;nbsp;em veados, também com roedores e cães aparentados, e tais veados são perdidos para leões, com cães também aparentados, todos eles com suas pulgas numa teia infindável de contagios cruzados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-R0SbcrTLvyU/TjwbyLES5NI/AAAAAAAABK8/UaC3h_O_J7g/s1600/vlcsnap-i-m-a-legend-1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="171" src="http://4.bp.blogspot.com/-R0SbcrTLvyU/TjwbyLES5NI/AAAAAAAABK8/UaC3h_O_J7g/s400/vlcsnap-i-m-a-legend-1.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, sou um chato detalhista, e de tais erros, procuro apresentar conceitos em Biologia e seus derivados, e prepotentemente, do máximo de ciências que eu consiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, não somos resistentes por sermos fortes, senão estaríamos dividindo a Terra com tigres-dentes-de-sabe, mas somos resistentes por sermos fortes num sentido muito mais amplo e profundo que simplesmente músculos, dentes, garras ou couraças. Somos fortes exatamente por nos comportarmos como uma peste. Aqui, o agente Smith, de Matrix, nos analisa muito melhor que as mais temerosas distopias nas quais somos vítimas, e não os autores de erros fatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a mensagem de prudência da novela e filme são válidos, mas julgo que tudo advém de nossa característica particular de sermos paranóicos com os fatores errados, aliás, característica que nos foi também selecionada. Expandimos nosso medo pessoal da morte. O apocalipse não advirá de pequenos organismos - deles pode vir inclusive nosso rico futuro, ou virá da toda poderosa natureza em sua maior escala, como o Sol ou algum asteróide ou cometa de bom tamanho e rota perigosa (recomendo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Choice_of_Catastrophes"&gt;Escolha a Catástrofe&lt;/a&gt; de Isaac Asimov&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, ou por ação do mais pernicioso dos seres que já habitou este planeta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Teu iate de marfim, teu sapato de diamante, vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável". &lt;/i&gt;- Drummond&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Garimpado a partir de excelente texto de &lt;a href="http://lucasechimenco.blogspot.com/"&gt;Lucas Echimenco&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A investigação das doenças progrediu de tal forma que é quase impossível encontrar alguém totalmente saudável.&lt;/i&gt; - Aldous Huxley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;Nota&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: Para um panorama geral do quanto sustento esta afirmação, recomendo ler minhas blogagens:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/humanidade-como-forca-geologica.html"&gt;Humanidade Como Força Geológica I&lt;/a&gt; - Introdução, a escala do extrativismo mineral e a escala da produção agropecuária.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/humanidade-como-forca-geologica-ii.html"&gt;Humanidade Como Força Geológica II&lt;/a&gt; - A escala da produção de energia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/humanidade-como-forca-geologica-iii.html"&gt;Humanidade Como Força Geológica III&lt;/a&gt; - A escala das nossas cidades&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/humanidade-como-forca-geologica-iv.html"&gt;Humanidade Como Força Geológica IV&lt;/a&gt; - Pesca&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/05/humanidade-como-forca-geologica-v.html"&gt;Humanidade Como Força Geológica V&lt;/a&gt; - Os animais e vegetais que nos orbitam&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-5308658525537403842?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/5308658525537403842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=5308658525537403842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/5308658525537403842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/5308658525537403842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/08/pestes.html' title='Pestes'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZBVCQY5xo5s/TjwZitAjY_I/AAAAAAAABKw/h44Fti9HgZo/s72-c/Ebola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-878327251364898986</id><published>2011-06-15T13:36:00.000-07:00</published><updated>2011-11-09T11:30:13.333-08:00</updated><title type='text'>Mostre-me o universo... II</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;e digo que lá não está o deus cristão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;2a Parte&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação inicial: esta deveria ser a primeira blogagem desta série, mas como minha vida seguidamente envereda por uma "turbulência de atividades", resolvi publicar primeiramente a parte já razoavelmente bem acabada, e não "os primeiros capítulos". Espero a compreensão de todos e uma certa estima pela minha preocupação com dar-lhes algo interessante para ler, &lt;i&gt;nessa era em que a informação já deveria ter sido entregue ontem&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caiu nas minhas mãos, num saguão de aeroporto, o seguinte livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fred Heeren; &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2664844"&gt;Mostre-me Deus&lt;/a&gt; - O que a mensagem do espaço nos diz a respeito de Deus&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma requentada de &lt;i&gt;O Universo Inteligente&lt;/i&gt;, de Fred Hoyle, e para variar, com os mesmo erros de sempre, só talvez, desta vez sem o autor ter direito a ganhar uma &lt;a href="http://knol.google.com/k/fal%C3%A1cia-de-hoyle#"&gt;falácia com seu nome&lt;/a&gt;, coisa que no terreno das "ostras", corresponde a algo como o Nobel ou a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medalha_Fields"&gt;medalha Fields&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma entrevista com o autor: &lt;a href="http://www.criacionismo.com.br/2009/09/jornalista-retoma-em-livro-uniao-entre.html"&gt;Jornalista retoma em livro união entre ciência e fé&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, sentemos a pancada nestes novos &lt;a href="http://knol.google.com/k/o-argumento-do-relojoeiro-de-paley#"&gt;relógios de Paley&lt;/a&gt;, argumentos teleológicos, camada por camada, desde o mais amplo, do macro, até o mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Big Bang&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguidamente argumentadores por teleologias aparentes pontam que o extremo equilíbrio das partículas na natureza, suas simetrias, e até mesmo cada um dos processos mínimos que produz a natureza desde seus mais distantes tempos - e aqui, não direi "iniciais", pois veremos que a coisa, em Cosmologia, é um tanto mais complexa - &lt;b&gt;tem de ser&lt;/b&gt; ação de uma divindade consciente e legisladora dos comportamentos da natureza (e jamais Zeus ou Odin, nem mesmo Brahman, e sim, claro que o deus dos hebreus e o citado na Bíblia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutras palavras, o Big Bang é aceito ou tem de ser negado, se ele não é o próprio teológico&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Fiat Lux&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucas coisas são mais tolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Big Bang nem sequer é o fenômeno a partir do qual o universo inicia. O Big Bang &lt;b&gt;é o processo no qual o universo está&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-R00xTBlBdXU/Tfpm8_83sbI/AAAAAAAABJs/6Qd0ezaKU9w/s1600/the-inflation-summer_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-R00xTBlBdXU/Tfpm8_83sbI/AAAAAAAABJs/6Qd0ezaKU9w/s400/the-inflation-summer_1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A divertida imagem que foi capa da SciAm, com artigo sobre as novas luzes com as quais a Mecânica Quântica tem iluminado a Cosmologia (Paul J. Steinhardt; &lt;a href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=the-inflation-summer"&gt;The Inflation Debate - Is the theory at the heart of modern cosmology deeply flawed?&lt;/a&gt;; Scientific American; April 6, 2011).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e você, você e as letras que lê agora em seu monitor estão num fluxo de espaço-tempo que se expande, e só se mantém na mesma distância, fora variações típicas dos "newtonianismos" (adorei este meu neologismo, juro!) como sua oscilação pela respiração, batimentos cardíacos e vibrações desde o alto volume das caixas de som do vizinho metaleiro até o caminhão que na avenida passa porque exatamente estes "newtonianismos" incluem o atrito de sua cadeira, a resistência de seus ossos e músculos e até a estrutura de seu prédio, junto com a Terra e a gravidade do sistema solar e da galáxia inteira e até do grupo de galáxias próximas; por outras vias de argumentos com os "maxwellianismos" (juro, não resisto a sito!) que nas forças eletromagnéticas mantém, na menor escala, junto com a gravidade, como diria um amigo físico, "toda a bagaça grudada".&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[Nota 1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto tudo, pelo menos, &lt;b&gt;por enquanto&lt;/b&gt;, vide &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Rip"&gt;Big Rip&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos estar, na verdade, num processo cíclico, e nem mesmo, teríamos tempo (notem a ironia) para poder colocar uma divindade cristã que tome decisões e realize atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não necessariamente necessitou existir uma luz que se faça, mas sim, existe uma luz que é, sempre foi, e sempre será, eternamente sendo absorvida e emitida por uma matéria que se modifica, se agrega e se transmuta, inclusive, em luz pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas claro que crentes achariam aí uma brecha para inserir sua divindade consciente, providente e em suma, infantil e primitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos afirmar que a natureza possui suas simetrias (que nem são tanto simétricas assim, vide o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_padr%C3%A3o"&gt;modelo padrão&lt;/a&gt;) e suas peças funcionam conforme um habilidoso ao infinito e no ínfimo relojoeiro. Ao verificarmos o passado da matéria, que podemos averiguar até em laboratório nas colisões de alta energia, percebemos que as partículas apresentam um determinado "grau de sobrevivência", uma certa "seleção natural" (por favor, criacionistas: sem ter coisa alguma direta na expressão a ver com evolução biológica!), e teríamos a "&lt;a href="http://astro.if.ufrgs.br/univ/#quimica"&gt;era da matéria&lt;/a&gt;". Em sua &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Timeline_of_the_Big_Bang"&gt;cronologia em maior escala&lt;/a&gt;, o universo mostra ser o resíduo de um processo um tanto radical, que estaria agora em seu estado, digamos, mais ameno, de menos brutalidade de processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa maneira, diria que o "poço de lava" solidificou-se e agora cabe no buraco um pouco d'água formando uma poça, mas &lt;a href="http://knol.google.com/k/fal%C3%A1cia-da-po%C3%A7a-d-%C3%A1gua#"&gt;jamais afirmaria que existimos porque o buraco foi moldado por alguém&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Precipício antrópico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, você não leu errado e tampouco eu tenha bebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior versão da &lt;a href="http://knol.google.com/k/fal%C3%A1cia-da-po%C3%A7a-d-%C3%A1gua#"&gt;falácias da poça d'água&lt;/a&gt; é dizer que o universo existe com as características que possui para que nós existirmos. É como a tola pulga que jura que o enorme mamute é fruto de milhões de anos de evolução para que sua vida seja vivida sugando sangue da enorme criatura, junto com sua "pulgar" (hoje estou terrível!) descendência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, a própria escala da pulga para o elefante é enormemente mais favorável que a do ínfimo sistema solar e nosso planetinha para a escala do universo (1 milímetro para alguns metros contra umas 5 horas luz para uns &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Size_of_the_observable_universe"&gt;78 bilhões de anos luz&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo, se tivesse seguido determinadas constantes mais fundamentais, poderia apresentar hidrogênio apenas na forma de deutério, com um nêutron a mais, hélio poderia ser reativo, e nitrogênio formar cadeias, e habitarem formas de vida em planetas não com químicas diversas, mas com físicas nucleares diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: white; color: #073763;"&gt;Recomendo:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="byline"&gt; Alejandro Jenkins and Gilad Perez; &lt;a href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=looking-for-life-in-the-multiverse"&gt;Looking for Life in the Multiverse&lt;/a&gt;; Scientific American; &lt;/span&gt;&lt;span class="datestamp aptureTMMSelection"&gt;December 16, 2009&lt;/span&gt;&lt;span class="byline"&gt;. Versão Brasileira: &lt;a href="http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=sca&amp;amp;cod=_aprocuraporvidanomultive"&gt;A Busca pela Vida na Estranheza do Multiverso&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;; Fevereiro 2010.&lt;a href="http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=sca&amp;amp;cod=_aprocuraporvidanomultive"&gt;&lt;span class="byline"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E estes mundos hipotéticos podem existir agora, simultaneamente com o nosso universo de hidrogênios simples e hélios inertes, moléculas de nitrogênio que não gostam de companhia e cadeias de carbono formadas a menor oportunidade, até em cometas e no vácuo sob intensa radiação. Noutras palavras, como citado no artigo acima: &lt;b&gt;universos com diferentes leis físicas, em comparação ao nosso, ainda podem ser habitáveis&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, uma argumentação por um princípio antrópico dito "forte", teleológico, é apenas um raciocínio da tola pulga, e um precipício por onde escoa a também tola água da poça falaciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existimos, e somos formados pela matéria do universo, na sua apresentação atual resultante de evolução em composição e densidade, fruto de suas constantes mais fundamentais, e nada mais podemos afirmar.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que tudo evidencia, o universo não é feito "de e para" a matéria trivial de nossas galáxias, da pulga até você e a Terra e as estrelas, mas sim, esta materia trivial nas galáxias são ilhotas de determinada natureza em meio a uma enorme trama, como digo, 'esponja', de matéria escura, esta sim, senhora em peso do universo, e sua modeladora em maior escala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre matéria escura, recomendo:&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Vera Rubin; &lt;a href="http://www.lbl.gov/Science-Articles/Archive/sabl/2006/Jan/Rubin-Dark-Matter.pdf"&gt;Dark Matter in the Universe&lt;/a&gt;; www.lbl.gov&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="citation web"&gt;Hinshaw, Gary F. (January 29, 2010). &lt;a class="external text" href="http://map.gsfc.nasa.gov/universe/uni_matter.html" rel="nofollow"&gt;"What is the universe made of?"&lt;/a&gt;. &lt;i&gt;Universe 101&lt;/i&gt;. NASA website&lt;span class="printonly"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota 1&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: Noutras palavras, a pulga e o mamute, você e as pedras que foram atiradas por nossos ancestrais do alto de um rochedo para matar o mamute (acabando com a vida da feliz e egocêntrica pulga), e o próprio rochedo, são mantidos na sua escala pelas forças eletromagnéticas, e todos estes são mantidos juntos à Terra e esta ao Sol e sistema solar, e este na Via Láctea, e as galáxias ao nosso grupo local, pela gravidade, todos os grupos galáticos se afastam na maior escala por motivos ainda misteriosos de acordo com a Relatividade Geral aplicada e &lt;b&gt;talvez&lt;/b&gt; todos se afastem &lt;b&gt;sempre&lt;/b&gt; aceleradamente pela ditar energia escura ou "quintessência", no jargão dos cosmólogos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-a09zvkvi-2c/TfpkeR7uHnI/AAAAAAAABJk/kgl9A3ZwZ5g/s1600/materia+escura.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-a09zvkvi-2c/TfpkeR7uHnI/AAAAAAAABJk/kgl9A3ZwZ5g/s400/materia+escura.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Matéria escura como uma teia que contém a matéria "trivial", nas galáxias (Stephen Battersby; &lt;a href="http://www.newscientist.com/article/dn13362-giant-ropes-of-dark-matter-found-in-new-sky-survey.html"&gt;Giant ropes of dark matter found in new sky survey&lt;/a&gt;; NewScientist).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigos clássicos sobre o tema Princípio Antrópico:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;B.J. Carr and M.J. Rees, &lt;i&gt;The Anthropic Principle and the Structure of the Physical World&lt;/i&gt;, Nature &lt;b&gt;278&lt;/b&gt;, 605-612 (1979).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;G. Gale, &lt;i&gt;The Anthropic Principle&lt;/i&gt;, in Scientific American, September, 1981, p.154-171. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Biopoese&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a palavra, Francisco, O Herege, personagem de mim mesmo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eis que os crentes dirão, até em desespero, que são fruto das mãos habilidosas de seu relojoeiro, que gritarei: INCAPAZ!, pois não pode fazer uma máquina que operasse e ainda opere por si. E dirão que tal se deu desde o arranjo das mais primitivas e simples moléculas da vida, e eu direi: IMPOTENTE!, pois não podem suas perfeitas e magníficas peças por si reunirem-se para construir um relógio. E dirão que todos os passos dos processos da origem da vida tiveram a ação de seu senhor, e eu direi: ATRAPALHADO! pois miríades, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constante_de_Avogadro"&gt;Avogádricos números&lt;/a&gt; de moléculas pereceram, formaram estruturas que liquefizeram-se e não prospreraram, e o dito senhor teu deus tem que corrigir suas ações? Não podem suas formas vidas seguir seus caminhos sozinhas?&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sois pois, macacos pelados que julgam-se divinos, fruto da sobrevivência ao hostil mundo e universo, e não houve sobre ti uma única ação inteligente, só o desesperado e desesperante&amp;nbsp; fluxo de energia tentando se manter.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Palavra do Herege, palavra da salvação, volta e meia, saindo em pleno bar com criacionistas no bufetão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serei arrogante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que pelo lado técnico e com minha face mais séria, praticamente esgotei dentro das minhas capacidades o assunto aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://livrespensadores.org/artigos/vida-um-produto-do-universo-nao-um-milagre/"&gt;Vida, um produto do universo, não um milagre&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E corroborações a estas questões somente tem nos levado a entender que a vida seja um "geologismo":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://livrespensadores.org/artigos/clareando-as-nuvens-sobre-gliese-581g/"&gt;Clareando as nuvens sobre Gliese 581g&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando menos se espera, mais sólidas evidências surgem que "as moléculas se bastam":&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_28702964"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/a-origem-da-vida-pesquisadores-criam-molecula-de-rna-auto-replicante/"&gt;A origem da vida: pesquisadores criam molécula de RNA auto-replicante&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza realmente conspira, e nos comunica pela ciência, que de coisa alguma mais necessita para ter-nos produzido que ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GGiV-ZCsgpc/TfpuScR9AhI/AAAAAAAABJ4/VFlfMR3obhY/s1600/self+RNA.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-GGiV-ZCsgpc/TfpuScR9AhI/AAAAAAAABJ4/VFlfMR3obhY/s400/self+RNA.png" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;RNA (&lt;a href="http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2011/04/was-it-the-ultimate-origin-of-life-biologists-create-self-replicating-rna-molecule.html"&gt;"Was It the Origin of Life"? Biologists Create Self-replicating RNA Molecule&lt;/a&gt;; April 12, 2011 - www.dailygalaxy.com)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A formação da vida, desde a complexação em moléculas polimerizantes até as "colaborantes" e a genética do DNA de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Last_Universal_Common_Ancestor"&gt;L.U.C.A.&lt;/a&gt; (o primeiro ser vivo, ancestral universal), é tratada no campo intermediário entre a geologia e a química, e até envolvendo a astrofísica na própria composição do planeta em sua formação no sistema solar, e constitui o campo intermediário entre a mais pura bioquímica e a biologia, no que se chama biopoese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biopoese &lt;b&gt;não é&lt;/b&gt; um milagre e não depende de ação sobrenatural alguma, pois as potencialidades de tal estão presentes na natureza mais íntima da matéria, incluindo, sua instabilidade e tendência sob condições à complexação, somadas e "sob a luz" da abundante energia das estrelas e da geologia (em menor proporção), no nosso caso, nosso Sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E alerto: a posição evolucionista teísta &lt;b&gt;não é&lt;/b&gt; nem de perto relacionada diretamente ou substituível pelo &lt;i&gt;Design&lt;/i&gt; Inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolucionistas teístas acreditam numa divindade criadora da natureza e ordenadora das leis físicas, um "deus sustentáculo das regras do mundo", mas cuja atuação "providente" &lt;b&gt;é indetectável&lt;/b&gt;, e é &lt;b&gt;exatamente&lt;/b&gt; a dos fenômenos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nenhuma&lt;/b&gt; afirmação de um evolucionista teísta irá contra uma afirmação científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Design&lt;/i&gt; Inteligente afirma que determinados processos bioquímicos são tão complexos que &lt;b&gt;não podem&lt;/b&gt; ser realizados pelos processos da evolução biológica tal como descrito na teoria da evolução, e "portanto" (um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Non_sequitur"&gt;&lt;i&gt;non sequitur&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;) são devidos à uma intervenção de uma entidade sobrenatural inteligente. É um argumento teleológico requentado, na verdade, o "argumento do relojoeiro". Por &lt;i&gt;n&lt;/i&gt; vias é uma tolice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por favor, &lt;b&gt;cria&lt;/b&gt;nças, aprendam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO HÁ FRONTEIRA ABSOLUTAMENTE DEFINÍVEL ENTRE O QUE SEJA NÃO VIDA E VIDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida é apenas um conjunto de moléculas colaborantes com fluxo de energia, em rota de organização e sistemas contrária à entropia do meio (mas não no sentido termodinâmico, e sim no de informação) pelo aproveitamento da energia livre de Gibbs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meus primeiros textos de divulgação científica, do qual muito ainda me orgulho:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://knol.google.com/k/quem-realmente-somos-n%C3%B3s-i#"&gt;Somos um fluxo de energia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Este mundo, o mesmo de todos os seres, nenhum deus, nenhum homem o fez, mas era, é e será um fogo sempre vivo, acendendo-se em medidas e apagando-se em medidas.&lt;/i&gt; - Heráclito de Éfeso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Evolução e os&amp;nbsp; argumentos de Hume&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda argumentação do tipo "o beija-flor foi planejado para seu bico alcançar a profunda flor" (ou tolice pegajosa similar) é estraçalhado até os átomos, a meu ver, pela brilhante argumentação de Hume. Com a palavra, a simples Wikipédia em português:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Para o argumento teleológico funcionar, seria necessário que só nos pudessemos aperceber de ordem quando essa ordem resulta do desígnio (criação). Mas nós vemos "ordem" constantemente, resultante de processos presumivelmente sem consciência, como a geração e a vegetação. O desígnio (criação) diz apenas respeito a uma pequena parte da nossa experiência de "ordem" e "objectivo".&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;O argumento do desígnio, mesmo que funcionasse, não poderia suportar uma robusta fé em Deus. Tudo o que se pode esperar é a conclusão de que a configuração do universo é o resultado de algum agente (ou agentes) moralmente ambíguo, possivelmente não inteligente, cujos métodos possuam alguma semelhança com a criação humana.&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Pelos próprios princípios do argumento teleológico, a ordem mental de Deus e a funcionalidade necessitam de explicação. Senão, podemos considerar a ordem do universo, etc, inexplicada.&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Muitas vezes, o que parece ser objectivo, onde parece que o objecto X tem o aspecto A por forma a assegurar o fim F, é melhor explicado pelo processo da filtragem: ou seja, o objecto X não existiria se não possuisse o aspecto A, e o fim F é apenas interessante para nós. Uma projeção humana de objectivos na natureza. Esta explicação mecânica da teleologia antecipou a seleção natural, e é de se observar que um século antes de Darwin.&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;Assim, nunca podemos dizer que somos projeto, e sim, podemos ser resultado final de uma filtragem (obviamente, a seleção natural). Somos apenas umas bactérias, uns vermes, uns peixes estranhos, uns colocadores de ovos, uns roedores modificados (perdão, amigos biólogos, o argumento é didático, não técnico!), um lêmures mais hábeis, uns grandes macacos carniceiros, todos, sempre, &lt;b&gt;sobreviventes&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas desejando acreditar que tal total de processos, até que levaram a tola pulga do lanoso mamute, a ter a vida feliz que tem (esquecendo o pequeno detalhe que o fim da era glacial e mais um determinado macaco pelado e suas lanças acabaram com sua feliz vida, começando pelo pulguento mamute), é fruto da ação de sua divindade consciente, esquecendo que tal mente &lt;b&gt;não se justifica&lt;/b&gt; (a começar porque mente é fruto do evolutivo, e não o que gera aprioristicamente o que quer que seja - o mais contundente argumento,na minha opinião, de "Deus, Um Delírio", de Dawkins), recomendaria inicialmente &lt;i&gt;Cândido&lt;/i&gt;, de Voltaire, que acredito que basta, e em casos mais radicais de otimismo pela condição humana, achando que a divindade fez o mundo perfeito e belo para que o habitemos, recomendaria, até para conhecer o demais macacos pelados e seus atos por vontade, meia dúzia dos filósofos do século XIX, destacadamente, Nietzsche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E após isto, ir, aos moldes do recomendado pelo próprio Cândido, &lt;i&gt;cultivar o seu jardim&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uXQixTB49HM/Tfpu_oWfOzI/AAAAAAAABJ8/8dpX0alcGI4/s1600/candido.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="342" src="http://3.bp.blogspot.com/-uXQixTB49HM/Tfpu_oWfOzI/AAAAAAAABJ8/8dpX0alcGI4/s400/candido.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ver o que está bem diante do seu nariz exige luta constante.&lt;/i&gt; - George Orwell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Extras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Proporção Áurea&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segudamente, encontro citações de criacionistas e outros crentes (sim, usemos esta palavra), afirmando que a existência da proporção áurea, especialmente nas estruturas biológicas (como as pinhas, conchas, flores, etc), seria uma prova a presença/ação da divindade (qual?) nos processos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1HvHWuSEBEw/TZCYD3VDD0I/AAAAAAAABFI/mY1HxSHgOk0/s1600/prop+aurea.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="355" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-1HvHWuSEBEw/TZCYD3VDD0I/AAAAAAAABFI/mY1HxSHgOk0/s400/prop+aurea.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assim, primeiro, mostremos num artiguinho singelo, que poderá mais adiante ser grandemente melhorado, que tal afirmação nem matematicamente é sólida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Impossibilidade da Natureza Produzir a Proporção Áurea Exata&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3y616Svdezo/TZCYNjfzKPI/AAAAAAAABFM/ADDIyNtru7c/s1600/PHI.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="156" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-3y616Svdezo/TZCYNjfzKPI/AAAAAAAABFM/ADDIyNtru7c/s320/PHI.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Observação:&lt;i&gt; x^y&lt;/i&gt; é &lt;i&gt;x&lt;/i&gt; elevado a potência &lt;i&gt;y&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;SQR&amp;nbsp;x&lt;/i&gt; é a raiz quadrada de &lt;i&gt;x&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela proporção áurea, se &lt;i&gt;a&lt;/i&gt; está para &lt;i&gt;b&lt;/i&gt;&amp;nbsp; como &lt;i&gt;a&lt;/i&gt;+&lt;i&gt;b&lt;/i&gt; está para &lt;i&gt;a&lt;/i&gt;, fazendo &lt;i&gt;a&lt;/i&gt;=x e &lt;i&gt;b&lt;/i&gt;=1,&amp;nbsp;temos que (x+1)/x=x/1 .'. (x+1)/x=x, temos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;x+1=x^2 .'. (x^2)-x-1=0 .'. x={1 +/- SQR [1-(4*1*-1)]}/2=[1 +/- SQR (1+4)]/2 = (1 +/- SQR 5)/2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde temos que a única solução útil é (1+SQR 5)/2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, temos que &lt;i&gt;phi&lt;/i&gt; é relacionado à raíz quadrada de 5, então, nos parece simples, verificar que &lt;i&gt;phi&lt;/i&gt; ser racional ou irracional depende da demonstração de que a raíz quadrada de 5 seja racional ou irracional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Euclides, supomos SQR 5&amp;nbsp;como racional, logo, razão de dois inteiros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SQR 5 = a/b, onde a e b são inteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5=(a^2)/(b^2) .'. (b^2)=5/(a^2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como b é inteiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(b^2)=[(5*c)^2]/5=25*(c^2)/5 .'. (c^2)=(b^2)/5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, c tendo de ser inteiro, leva&amp;nbsp;a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(c^2)=[(5*d)^2]/5=25*(d^2)/5 .'. (d^2)=(c^2)/5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que levaria a se necessitar de um número infinitamente divisível por 5, o que é absurdo (descréscimo infinito).&amp;nbsp;Assim sendo, SQR 5 não pode ser racional, e consequentemente, &lt;i&gt;phi&lt;/i&gt; é irracional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: existe uma demonstração por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aritm%C3%A9tica_modular"&gt;aritmética modular&lt;/a&gt; muito mais curta e elegante, mas julgo a de &lt;i&gt;descenso infinito&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de Euclides mais facilmente entendível e suficiente para nossos propósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, como um número irracional exige infinitas partições, não poderá ser representado por estrutura natural alguma, que sempre chega a uma unidade mínima, no caso do biológico, a célula, no caso do atômico, como nos minerais - e também destes o biológico, os próprios átomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, as sequências de Fibonacci das reproduções celulares, que produzem pentágonos, pentagramas&amp;nbsp;e espirais de proporções áureas são aproximações de PHI e &lt;b&gt;nunca&lt;/b&gt; PHI propriamente dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo uma&amp;nbsp;pausa, um excelente vídeo sobre a sequência de Fibonacci e a proporção áurea &lt;b&gt;aproximada&lt;/b&gt; na natureza:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2VuS8JOkr7s"&gt;Cristóbal Vila - Nature By Numbers&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutras palavras, as reproduções celulares, produtoras de estruturas pela sequência de Fibonacci &lt;b&gt;tendem&lt;/b&gt; a &lt;i&gt;phi&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura recomendada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mario Livio; Razao Áurea - A Historia De Fi; Editora Record, 2006.&lt;br /&gt;Mario Livio; Deus é Matemático?; Editora Record, 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://matematicamania.wordpress.com/category/razao-e-proporcao/"&gt;Razão e Proporção&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- &lt;a href="http://matematicamania.wordpress.com/category/razao-e-proporcao/"&gt;matematicamania.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um importante conjunto de apontamentos sobre esta questão, de certa maneira, ainda mais destruidores que este meu texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kentaro Mori; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/03/nature_by_numbers_fibonacci_e.php"&gt;“Nature By Numbers”: Fibonacci e a matemática como descrição do mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste texto, é citado e &lt;i&gt;linkado&lt;/i&gt; o excelente: &lt;a href="http://www.etereaestudios.com/docs_html/nbyn_htm/about_index.htm"&gt;Nature by numbers. The theory behind this movie&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o simplesmente devastador: Donald E. Simanek; &lt;a href="http://www.lhup.edu/~dsimanek/pseudo/fibonacc.htm"&gt;Fibonacci Flim-Flam&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E jogando a pá de cal:&amp;nbsp;&lt;a href="http://cesarakg.wikispaces.com/O+Mito+que+n%C3%A3o+vai+embora"&gt;O Mito que não vai embora&lt;/a&gt; - Tradução de artigo do &lt;a href="http://www.maa.org/devlin/devlin_05_07.html"&gt;Devlin's Angle, de maio de 2007&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_W3NeKJworE/Tfptf5a5lLI/AAAAAAAABJw/jKOOT39ZxyM/s1600/PioneerJesus.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="325" src="http://1.bp.blogspot.com/-_W3NeKJworE/Tfptf5a5lLI/AAAAAAAABJw/jKOOT39ZxyM/s400/PioneerJesus.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Perdão, não resisti.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;OdC novamente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na blogagem anterior desta série, apenas citei e não tratei dos ataques do senhor OdC a Newton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, o que virá a seguir seria dispensável, pois a Relatividade, a Cosmologia a usando, burlaram &lt;i&gt;n&lt;/i&gt; dos dilemas com que se defronta a Física lássica, e até determinados paradoxos, como o de &lt;a href="http://astro.if.ufrgs.br/univ/#olbers"&gt;Olbers&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fonte do "colar que virá":&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/060615jb.html"&gt;Nas origens da burrice ocidental&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;...a não ser por referência a um observador vivo dotado do sentido da temporalidade.&lt;/i&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falso. A existência dos fenômenos independe da existência dos seres vivos que o observem. Uma obviedade, pois &lt;b&gt;a vida é posterior a todos os fenômenos que a levaram a existir&lt;/b&gt;. Uma afirmação de uma entidade consciente que seja um 'observador universal', pode ser uma fé até honesta, mas não é uma conclusão lógica (na verdade, uma petição de princípio). Até em termos mais simples e curtos, a vida existe no tempo, e não o tempo é produto da vida (o que me parece uma obviedade escandalosa!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, o dito senhor afirma uma coisa perigosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;...a eternidade do movimento e a lei de inércia - sem parar por um instante sequer para notar que eram mutuamente contraditórios...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não são, no sentido prático. São colocados como postulados para a construção de um modelo físico.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;São frutos de uma observação experimental (e não existe, na verdade, outro tipo em ciência). Se existe um momento no passado no qual iniciam-se todos os movimentos, trata-se de algo distante o suficiente para estarmos, hoje, num estado que aceite este modelo.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; Por similaridade, é óbvio que &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;os raios de luz oriundos do Sol&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; saem da esfera/disco de projeção que ele é. Logo, formam ângulos. Mas para a escala humana, mesmo da Terra inteira (6378 km de raio médio), são considerados paralelos, e com tal aproximação, &lt;a href="http://www.mat.ufrgs.br/~portosil/erath.html"&gt;calculou-se já no tempo dos gregos o diâmetro da Terra&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aqui, devemos apontar que um dos muitos méritos de Newton é colocar uma Física desprovida da necessidade de uma divindade, rompendo com uma "causa primeira" ou "primeiro motor", substituindo-as por uma sequência infinita (hipoteticamente) de enventos naturais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Atrevo-me&amp;nbsp; dizer que algo similar faz com o espaço, colocando-o como infinito (ou pelo menos, com uma escala tal que possa ser colocado como 'infinito no prático') e desconsiderando o problema que não possuia observação que apresentava um limite para tal. De certa maneira, por estas duas coisas, tanto no que seria o teológico (crença de uma divindade criadora sem evidências) quando no observacional (não apresenta hipóteses sobre o que não tem evidências), tenho a ousadia de dizer que Newton é um dos primeiros cientistas a colocar algo que hoje chamamos hoje de &lt;a href="http://knol.google.com/k/princ%C3%ADpio-de-demarca%C3%A7%C3%A3o-de-karl-popper#"&gt;demarcação&lt;/a&gt;. Newton foca-se em modelos de tratamento do natural, de seu comportamento, e não numa Metafísica de respostas últimas sobre o que seja o "tudo" e quando este se inicia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não há "estados" - seja de repouso ou de movimento.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tanto há que mesmo considerando um postular movimento eterno, aquilo que em Física Clássica seria uma quantidade de movimento universal, esta quantidade de movimento não necessitaria ser distribuída entre todas as partículas do universo, mas poderia se concentrar entre uma e outras. Por exemplo simples, as bolas de uma mesa de bilhar não necessitam todas se mover, mesmo quando numa delas é aplicada a mais poderosa das tacadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aqui, o senhor OdC parece ter um grave problema com o que seja "referencial". Havendo duas bolas de bilhar soltas no vácuo do espaço, uma se aproximando (ou afastando-se) da outra, existe obviamente movimento de uma ou de outra, dependendo de qual tomamos como referencial (assim como indenticamente, existe repouso de uma), e podemos afirmar que existe movimento das duas, considerando outro referencial, mas percebamos que de forma alguma eu poderia afirmar que &lt;b&gt;não existe movimento&lt;/b&gt; &lt;b&gt;das duas&lt;/b&gt;, exatamente, e gritantemente,&amp;nbsp;por haver aproximação (ou afastamento) das duas. Em Relatividade, se aprende que todos os corpos, mesmo num 'newtoniano repouso', estão em movimento, ao futuro, na velocidade da luz, pois o tempo, em Relatividade, é uma das dimensões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aliás, quando&amp;nbsp;OdC achar que não existe o estado de movimento, alguém atire uma pedra na sua cabeça, talvez aprenda que a pedra (ou sua cabeça) não estão interessados em sua semânticas pobres sobre o que seja movimento e/ou repouso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;"Estado" é apenas uma impressão subjetiva que o observador, ele próprio envolvido no movimento geral, obtém ao medir os movimentos físicos pelo seu tempo interior.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como sempre recomendamos aos idealistas, independendo da questão "vivo", tratada anteriormente: Chute uma pedra. O estado da pedra estar em movimento em relação ao seu sensível pé lhe mostrará talvez a mesma questão da pedra que atingiu sua testa, na questão anterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas realmente dá para rir da Nota 1, em &lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/arquivos/5234-historia-e-pseudo-historia-da-ciencia-i.html"&gt;História e pseudo-história da Ciência - I&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-R3CJblyevQA/Tfpxm3IFZ9I/AAAAAAAABKA/yN74_To1yWw/s1600/pedrada.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://2.bp.blogspot.com/-R3CJblyevQA/Tfpxm3IFZ9I/AAAAAAAABKA/yN74_To1yWw/s400/pedrada.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Existem pessoas que só aprendem física básica sentindo, como diria um determinado professor meu, "na carne".&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Espiritismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma coisa é clara: Quando o "espírito" sobe, sua qualidade desce. É inconcebível que grandes criadores de nossa língua, depois da morte fiquem por aí gargarejando o tatibitate espírita"&lt;/i&gt; (Léo Gilson Ribeiro, crítico literário, Revista "Realidade", Novembro, 1971, pág. 62).&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[Nota]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisa que me impressiona e já em sua própria natureza está a clara inocência, quando não xipófaga da desonestidade, dos espíritas é que seu mundo de psicografias se dá apenas no terreno da linguagem, em prosa e até pobres versos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais se estabelece a psicografia de níveis mais complexos e formais de linguagem, como a lógica, a matemática, a física, as ciências naturais em geral, a genética ou mesmo a composição musical.&lt;br /&gt;Não se manifesta um grande ex-professor de física da USP, um geólogo contemporâneo de Dom Pedro I, um químico que foi aluno de Dalton, um dentre os inúmeros matemáticos que gerações de famílias remeteram ao exterior, onde eram obrigados a aprender línguas características da cultura da época, como o francês ou mesmo o difícil para nós latinos alemão - com grande peso nas ciências ditas exatas.&lt;br /&gt;Nem mesmo uma mínima linha de álgebra. Uma única estrutura molecular. Um única partitura de um chorinho dos saraus de suas vidas carnais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando enveredam por nuances de algo que se aproxime do científico ou do filosófico, o que vemos é a manifestação do trivial, da formação de secundário, da formação de básico de faculdade, ou mesmo o lugar comum de uma moral de livro de autoajuda impresso em "papel jornal" - cunhemos a expressão "Pulp Philosophy".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo visto algo se perde entre os mais poderosos cérebros dos homens quando estes morrem, e fica, pelo visto, preso em seu corpo primata em decomposição, e talvez, apresente-nos os kardecistas (eles odeiam este termo, e por isso mesmo, o uso) que Kardec escondeu mecanismos por algum exótico e nebuloso motivo moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Todas as religiões devem ser toleradas, pois cada um de nós tem o direito de ir para o céu à sua maneira.&lt;/i&gt; - Frederico, O Grande&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota:&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;Para um tratamento mais contemporâneo da introdução do espiritismo no Brasil, &lt;a href="http://ocontornodasombra.blogspot.com/2011/01/o-espiritismo-segundo-machado-de-assis.html"&gt;vale a pena ler o grande Machado de Assis&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ie39lyZaCrA/Tfpt1Oq44lI/AAAAAAAABJ0/WiTfnPZwrVM/s1600/blind+faith.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="327" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ie39lyZaCrA/Tfpt1Oq44lI/AAAAAAAABJ0/WiTfnPZwrVM/s400/blind+faith.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Tempo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até as questões de "deus criou no tempo" (a partir de um momento, o &lt;i&gt;fiat lux&lt;/i&gt;)&amp;nbsp; ou "criou o próprio tempo" (aqui, Agostinho certa ao dizer que o tempo nasce com a própria criação) são perigosas, assim como são perigosas determinadas afirmações mesmo dos mais céticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apriorismos de tempo são lindinhos em Física trivial, como a da "astrofísica para baixo". Na maior escala, a Cosmologia, e na menor, a Mecânica Quântica, deve-se ter tremendo cuidado com o uso do tempo num sentido newtoniano, que na verdade, é kantiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo não existe &lt;b&gt;no&lt;/b&gt; tempo. Ele &lt;b&gt;produz&lt;/b&gt; o tempo, pois este é correlato com a expansão de sua métrica. Aqui, Leibniz parece ter sido muito feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, na singularidade que nos leva o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9trica_de_Friedman-Lema%C3%AEtre-Robertson-Walker"&gt;Modelo FLRW&lt;/a&gt;, que é a aplicação da Relatividade ao trato do universo em sua maior extensão e comportamento, num determinado momento no passado o tempo deixa de ter inclusive nexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cosmologias cíclicas tratam de universos que expandem-se e contraem-se, e nos pontos de intersecção da métrica com o "volume zero" e temperatura infinita, também o tempo "trivial" deixa de ter sentido, e tem-se de usar outras definições de tempo (e aqui deveria ter escrito "tempo", com as destacadas aspas), mais complexas, onde estes ciclos ocorrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa não é simples, e não pode-se enveredar, nem para uma argumentação apriorística kantiana, nem para um simplismo de argumentos como os tomistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;O tempo é dependente de massa-energia, dentro da relatividade, mas a energia &lt;b&gt;não é&lt;/b&gt; dependente do movimento no sentido newtoniano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que o universo, em seus primeiros instantes, não possuia movimento algum, e exatamente, já continha todo o seu arcabouço de energia, e disto, advém seu "bolsão espaço-temporal".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo assim, em cosmologias relacionadas com branas, não é ele que possui sua energia originalmente, mas as recebe do dito "toque" de tais branas (na verdade, ela surge, juntamente com o "ponto de toque", que é o universo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, seguidamente, leigos até bem intensionados enveredam por afirmações perigosas em Física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li de um menino na internet: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Energia é movimento. Tempo, temperatura, decibéis, são medidas de movimento.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, acabou-se, de "à força" (percebam a ironia), transformar um escalar em vetorial. Tempo não é uma medida de movimento. Ele pode ser associado, na sua medição pelo humano, por movimentos, basta ver o já multicentenário relógio de pêndulo. Tanto é, que movimento se dá na variação de um &lt;b&gt;intervalo&lt;/b&gt;, em relatividade, que &lt;b&gt;inclui&lt;/b&gt; o tempo, ou de uma distância, &lt;b&gt;no tempo&lt;/b&gt;, em Física Clássica, e o primeiro é uma "correção" do segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O ontem é história. O amanhã é um mistério. Mas o hoje é uma dádiva, e é por isso que se chama presente&lt;/i&gt;. - Mestre Oogway, a sábia tartaruga de Kung Fu Panda, em momento muito mais sério e profundo que alguns dos "revolucionários gênios incompreendidos" que seguidamente lemos ou ouvimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Aborto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos bem claro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou completamente a favor do aborto &lt;b&gt;desde que&lt;/b&gt; realizado dentro das &lt;i&gt;N&lt;/i&gt; semanas atribuídas pela medicina como da "individualidade não existente" &lt;b&gt;&lt;span style="color: #073763;"&gt;[Nota 2]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; na exata medida que o estado propicie a educação para a não concepção. Antes do aborto seguro, a adoção facilitada, no caso de gestação consumada, ligado à gestação segura e 'previdenciada' e com isto tudo, que ele possa ser descriminalizado &lt;b&gt;para a mãe&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tudo acima, e mais um pouco,&lt;b&gt; ser realizado em conjunto&lt;/b&gt;, vai continuar, como já citado, a lambança miserável que aí está, desde a menina pobre na aborteira da favela até a "patricinha" da alta sociedade, com sua mãe, se fazendo de "liga da senhora católica", e sob a lei, na verdade, cometendo um crime, junto com o médico coautor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a lei, em grande parte injusta, colocando todo mundo no que é chamado por alguns de "confronto dos absolutos", na maior parte, pelos "absolutos" serem definidos por dogmas religiosos, e não por racionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YPVJg7zx4Pw/TfpypUjeUsI/AAAAAAAABKE/8OYjF5YlzXk/s1600/aborto-mulheres.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="263" src="http://3.bp.blogspot.com/-YPVJg7zx4Pw/TfpypUjeUsI/AAAAAAAABKE/8OYjF5YlzXk/s320/aborto-mulheres.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #073763;"&gt;[Nota 2]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&lt;/span&gt; Vida existe nas células de sua boca que você expele quando cospe ou escova os dentes, nas cutículas que corta. O problema é que vida não caracteriza individualidade por si. Assim, a concepção, a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, constitui, pelas próprias células que a produziram, a continuidade da vida, mas não a configuração de uma individualidade, que só se dá pela formação dos tecidos cerebrais e início das sensações, que são o próprio funcionamento cerebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Um temerário paradoxo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, dos discursos em "duplipensar" do Herege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, muito do que aqui escrevo nasce dos criacionistas, e estes, como sabemos, são imensamente formados por crentes de determinadas denominações religiosas. Afirmo que eles muito me propiciam diversão, e desta, muito didatismo em ciência. Chego a proferir a barbaridade de que nossos jovens e (entendam bem a expressão!) "interessados e esforçados ignorantes" podem vir a receber muito do que se origina do conflito da Ciência e Filosofia com os dogmas religiosos e determinadas teologias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, &lt;b&gt;se não existissem criacionistas, teríamos de representá-los!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas cito um grande estrategista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Não se deve pressionar&lt;/i&gt; demais um inimigo desesperado&lt;/i&gt;. -&amp;nbsp;Sum Tzu&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-878327251364898986?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/878327251364898986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=878327251364898986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/878327251364898986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/878327251364898986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/04/mostre-me-o-universo-ii.html' title='Mostre-me o universo... II'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-R00xTBlBdXU/Tfpm8_83sbI/AAAAAAAABJs/6Qd0ezaKU9w/s72-c/the-inflation-summer_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-8803298304827886489</id><published>2011-05-28T12:30:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T14:09:20.746-07:00</updated><title type='text'>Presságios Sobre Nosso Sol III</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Tratei em 'Presságios Sobre Nosso Sol', &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/pressagios-sobre-nosso-sol.html"&gt;blogagem&amp;nbsp;I&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/pressagios-sobre-nosso-sol-ii.html"&gt;blogagem II&lt;/a&gt;, sobre as questões de "super-&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erup%C3%A7%C3%A3o_solar"&gt;erupções solares&lt;/a&gt;", emissões gigantescas de matéria superficial* e coronal por parte de nossa estrela e do quanto difícil seria acontecer, com consequências realmente catastróficas para a Terra e sua frágil vida, como apresentado no filme Presságio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bH62NCZcp_E/TeQmgrcOzlI/AAAAAAAABI0/NK5vP0-MsRA/s1600/KNOWING+1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://2.bp.blogspot.com/-bH62NCZcp_E/TeQmgrcOzlI/AAAAAAAABI0/NK5vP0-MsRA/s400/KNOWING+1.JPG" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;*O conceito do que seja "superficial" para o Sol é um tanto mais complexo que este termo, que pode até lembrar algo como nossa crosta terrestre. Para tanto, ver &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol#Estrutura_solar"&gt;Estrutura solar&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a questão é que "mostrar o quanto é difícil" sem números, cálculos, e "coisa alguma" em Física dá praticamente no mesmo. Então dispus-me a colocar a coisa num modelo físico simples, quase de secundário, para que se entenda o quão favorável é a posição de nosso planeta para estarmos protegidos deste tipo de evento. Construiremos então um modelo de comportamento físico simples dos gases ao sair do Sol, um modelo "facão", como costumo dizer (uma ironia com a navalha de Ockham). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, consideraremos gases saindo do Sol como um gás ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Esta consideração é na verdade um absurdo, e a usaremos apenas para simplificar nossos cálculos de maneira extrema. Um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s_ideal"&gt;gás ideal&lt;/a&gt; pressupõe interação nula entre as partículas do gás, até as considera pontuais. O Sol, assim como a maior parte das estrelas em atividade de fusão, é composto de plasma a alta temperatura, sob intensos campos magnéticos, e suas partículas apresentam alta intensidade de interação, tanto, que até visualmente, comportam-se de maneira similar a um líquido em alta convecção.Para uma amostra do quão complexa é a modelagem de plasmas, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Plasma_modeling"&gt;Plasma modeling&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Lembremos que a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s_ideal#Equa.C3.A7.C3.A3o_de_Clapeyron"&gt;equação de Clapeyron&lt;/a&gt; determina que para os gases ideais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;PV = nRT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideremos, por hipótese, que 10% da massa do Sol será expelida (atentem para o absurdo que é este valor que aqui coloco), o que dá 1,9891 × 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;29 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;kg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideremos que a sua massa molar média (de composição), seja uma média ponderada entre a massa do hidrogênio e a média da massa do hidrogênio e a massa do hélio, pois para simplificar nossos cálculos, o Sol tem a composição confortável de 74% em massa de hidrogênio e 24% em massa de hélio). Com isto, teremos, em números bem redondos, massa média de 2,5 kg/mol. Isto nos leva a que o número de moles da massa emitida será de 7,9564 × 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;28 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;moles, nosso &lt;b&gt;n&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Aqui, cometi um sutil, e nem tanto, atropelo, pois o Sol possui um altíssimo gradiente de densidade. Seu centro é o local mais denso do sistema solar, com densidade de 150 g/cm³, aproximadamente umas 5 vezes mais denso que a mais densa materia trivial em nosso planeta na sua superfície, que são os metais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ir%C3%ADdio"&gt;irídio&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93smio"&gt;ósmio&lt;/a&gt;, mas sua densidade média é de uns 1,4 g/cm³, o mesmo que muitos solventes clorados que usamos em diversas aplicações, menos que por exemplo, o ácido sulfúrico concentrado. A razão destas propriedades bizarras para nossos parâmetros de terráqueos, podemos simplificar, é sua gigantesca coluna de fluido, no caso, de uma "profundidade" de quase 700 mil quilômetros, e obviamente, sua imensa gravidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wBGKyG7mgfk/TeQmmkPpzeI/AAAAAAAABI4/FBUy1R1RDus/s1600/KNOWING+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" src="http://3.bp.blogspot.com/-wBGKyG7mgfk/TeQmmkPpzeI/AAAAAAAABI4/FBUy1R1RDus/s400/KNOWING+2.JPG" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como nossa emissão se dará a partir do material mais externo, consideraremos esta densidade média, que me parece ser um valor até honesto, pois poderíamos, pelo próprio termo "médio", usar uma menor. Esta densidade nos dará, para a massa que expeliremos, um volume "enquanto junto ao Sol" de 1,4208 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;26&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; m³.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideraremos a temperatura que tal massa parte de seu "acoplamento" à massa solar como sendo do dobro da temperatura da superfície solar, o que me parece também um valor honesto, o que nos dá uns 11600 K.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejamos T2, na posição da Terra, portanto, consideraremos que o volume que sai do Sol, que podemos afirmar como sendo originalmente de uma "casca esférica", avança sem grandes expansões no sentido radial em direção à Terra, apenas ampliando sua "área" até uma nova casca esférica que tenha o raio da órbita da Terra (150 bilhões de metros) e passe a ter uma espessura de 1 milhão de km, ou 1 bilhão de metros (a diferença de considerar uma espessura como plana e como realmente é, que é curva, neste caso, é insignificante).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um esquema simples, e completamente fora de escala para qualquer elemento que represente, de nosso modelo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kP6ofwC1Co0/TeQMyaKcLPI/AAAAAAAABIw/8HxI_vOjAII/s1600/Desenhosemt%25C3%25ADtulo.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://1.bp.blogspot.com/-kP6ofwC1Co0/TeQMyaKcLPI/AAAAAAAABIw/8HxI_vOjAII/s400/Desenhosemt%25C3%25ADtulo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notemos que neste cálculo todo, desprezamos a perda de temperatura por irradiação, e consideramos o processo inteiro como uma &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adiabatic_process"&gt;expansão adiabática&lt;/a&gt; (sem perdas para o ambiente, o que novamente é um argumento extremo, pois o espaço é o melhor meio para a perda de calor por radiação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos números acima, a casca esférica de gases terá então área de 4piR²=2,827 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;23 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;m², que com a espessura de 1 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;9 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;m nos leva a um volume de 2,827 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;32 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;m³.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Lembremo-nos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;P1V1=NRT1 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;P1.1,4208 x 10&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;26&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; m³ = 7,9564 × 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;28 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;. 8,314 &lt;span style="color: black;"&gt;J·K&lt;sup&gt;−1&lt;/sup&gt;mol&lt;sup&gt;−1&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;.11600K&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P1 = 54007200 N/m² (ou Pascal, o que corresponde a umas 533 atmosferas, um valor bem razoável para o ambiente solar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: O valor&amp;nbsp;pode parecer excessivamente alto mas é o que faz um gás leve como uma mistura de hidrogênio e hélio chegar a atingir a densidade de um líquido mais denso que a água em nosso ambiente dito "normal".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2l9NsvSVals/TeQmsGfQS6I/AAAAAAAABI8/8wWIcL9vap4/s1600/KNOWING+3.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" src="http://2.bp.blogspot.com/-2l9NsvSVals/TeQmsGfQS6I/AAAAAAAABI8/8wWIcL9vap4/s400/KNOWING+3.JPG" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Aqui, observemos que o nuvem de gás possui massa &lt;/span&gt;1,9891 × 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;29 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;kg, como vimos acima, e volume de 2,827 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;32 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;m³, que nos dá aproximadamente uma densidade de 7,036&lt;/span&gt;× 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;-4&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt; kg/m&lt;span style="font-size: small;"&gt;³, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;o que é uma densidade umas 1700 vezes menor que a densidade do ar ao nível do mar, que gira em torno de 1,2 &lt;/span&gt;kg/m&lt;span style="font-size: small;"&gt;³.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A partir destas condições, lembraremos que a expansão que adotamos é adiabática em energia, mas se processa no vácuo, e ainda que a limitemos produzindo uma casca de menos de 1% do raio da expansão, a consideraremos uma &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Free_expansion"&gt;expansão livre&lt;/a&gt;, que nos leva a relação:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;PiVi=PfVf&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O produto do volume e da pressão iniciais é igual ao produto da pressão e volume finais. De onde temos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;54007200 . &lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1,4208 x 10&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;26&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; m³ = Pf . &lt;/span&gt;2,827 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;32&amp;nbsp;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;(Tenho de confessar: meu cérebro ainda não funciona bem para equacionamentos expressos no mundo da informática, mesmo em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latex"&gt;LaTex&lt;/a&gt;. Portanto, cortemos no razoável a expressão das unidades, ainda que as mantenhamos coerentes e homogêneas.)&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pf&amp;nbsp; = 27,14 Pa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Retomando, como aqui Pf é P2, e o processo se dá por uma &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adiabatic_process#Adiabatic_Free_Expansion_of_a_Gas"&gt;expansão livre adiabática de um gás ideal&lt;/a&gt;, apliquemos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;T2 = T1 * {(P2/P1)^[(γ-1)/γ]}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Observando que γ para gases ideais gira em torno de 3/2 a 5/2, mas aqui, usaremos um valor médio de 4/2, ou, simplesmente, 2, pela mistura de gases diatômicos e monoatômicos com que estamos lidando (respectivamente, o hidrogênio e o hélio).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;T2 = 11600 * {(27,14/&lt;/span&gt;54007200)^[(2-1)/2]}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;T2 = 11600 * [&lt;/span&gt;5,025 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;-7&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;^(1/2)]=&lt;span style="font-size: small;"&gt;11600 * &lt;/span&gt;7,0889 x 10&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;sup&gt;-4&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E finalmente, T2 = 8,2 K.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra maneira de se entender tudo acima, que consideraria bastante mais simples, é considerar toda a massa do Sol como passando a dispersar-se, já sem reações nucleares, pois não haveria pressão para tal, e desta, as temperaturas necessárias, numa esfera com raio igual a órbita terrestre. Sendo a massa do Sol 1,9891 × 10&lt;sup&gt;30&lt;/sup&gt; kg, e o volume desta esfera hipotética 1,4137 × 10&lt;sup&gt;25&lt;/sup&gt; km³ ou 1,4137 × 10&lt;sup&gt;34&lt;/sup&gt; m³, ficaríamos com uma densidade de aproximadamente 1,407 × 10&lt;sup&gt;-4&lt;/sup&gt; kg/m³, ou para ficar em números mais perceptíveis, 0,14 g/m³, sendo que a densidade do hidrogênio nas condições ambientes é de 0,08988 g/L, ou 89,88 g/m³, ou 642 vezes maior. Em suma, o Sol, diluído nos volumes típicos das órbitas dos planetas, é um gás bastante rarefeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, temos que os gases chegarão à proximidade da Terra com baixíssima temperatura, mesmo considerando todos os exageros e limitaçõe favoráveis ao argumento do filme Presságio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OsFp86Zk2M4/TeQm435DibI/AAAAAAAABJA/65AMvPovQmQ/s1600/KNOWING+4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://4.bp.blogspot.com/-OsFp86Zk2M4/TeQm435DibI/AAAAAAAABJA/65AMvPovQmQ/s400/KNOWING+4.JPG" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso é válido, porque os mecanismos nucleares e até diria a geometria do sistema são do Sol como anã amarela da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sequ%C3%AAncia_principal"&gt;sequência principal&lt;/a&gt;, no seu caso, operando fusão pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cadeia_pr%C3%B3ton-pr%C3%B3ton"&gt;cadeia próton-próton&lt;/a&gt;. Quando o estoque de hidrogênio (estes prótons) acabarem e no seu centro a taxa de núcleos de hélio for dominante, o Sol começará a se comportar como uma gigante vermelha, na qual a força de gravidade causa a pressão que produz as reações nucleares de fusão de núcleos de hélio (no caso do Sol em seu futuro, pois estrelas maiores "queimam" ainda outros núcleos), mas não consegue manter seu tamanho, digamos, sob controle, e o excedente de calor produzido começará a expelir suas camadas externas ao ponto de se comportar como uma enorme nuvem rubra de gases aquecidos que atingirão inclusive a órbita terrestre (o que implica, para o raio do Sol, em este crescer umas 200 e poucas vezes). Neste caso, não seremos atingidos por &lt;i&gt;flares&lt;/i&gt; de uma estrela com erupções, mas estaremos nadando em suas camadas atmosféricas mais externas, como um pedaço de mussarela imerso no fogo. &lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;strong&gt;[NOTA]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HmPFT_4SoDo/TeQm_Hp5FVI/AAAAAAAABJE/wY7gIPML7hk/s1600/TERRA+X+SOL+GIG+VERM.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://1.bp.blogspot.com/-HmPFT_4SoDo/TeQm_Hp5FVI/AAAAAAAABJE/wY7gIPML7hk/s400/TERRA+X+SOL+GIG+VERM.JPG" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A Terra sendo absorvida pelo Sol&amp;nbsp;em sua fase de gigante vermelha. Para um vídeo sobre este fenômeno, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qm9_gpGF3Xw"&gt;Red Giant...And the Earth Burned&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o caso que analisamos pertence à hipótese a ser analisada e ao argumento de uma ficção, este quadro apresentado pertence aos fatos claros e inexoráveis pelos que passam todos os planetas dentro de um determinado raio de distância de suas estrelas. Pela nossa posição e atual estágio de evolução de nossa estrela, podemos, quanto às erupções, dormir mais que tranquilos pelos próximos um ou dois bilhões de anos (pois primeiro enfrentaremos problemas de aquecimento pelo aumento de produção de energia pelo Sol), antes dele entrar na fase em que nos absorverá, restando apenas preocupações quanto a efeitos eletromagnéticos em nossos sistemas de comunicações e distribuição de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;: E um tanto tardia. Talvez o leitor me pergunte como o Sol, em seu atual conjunto de características, expandido para o volume de uma esfera de raio da órbita terrestre não calcine a Terra, como julgo demonstrar naquele parágrafo, mas no futuro se expandirá até derreter-nos. A resposta é que o Sol se expandindo na sua atual composição, diminuiria suas reações nucleares que aqueceriam esta nuvem de gás em que se tornou, exatamente pois a pressão em seu centro diminuiria, mas quando se expandir como gigante vermelha, tal se dará porque as reações em seu centro serão muito mais energéticas, e manterão a massa de gases em expansão absorvendo radiação e se aquecendo. No primeiro caso, estaríamos dentro de um bolsão de gás que pouco antes era uma estrela, e no segundo, estaremos dentro de uma estrela, em plena atividade de uma fase turbulenta, que por fim, a levará à extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Anexos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho alguns problemas eventuais com matérias deste site, mas este artigo&amp;nbsp;pode ser bastante interessante:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tempestade-solar-nao-causara-transtornos"&gt;Tempestade solar não causará transtornos, diz NASA&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Outros links:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.astrofisicos.com.br/estrelas/tempestade-erupcao-solar-afetou-comunicacao-china/index.html"&gt;A maior erupção solar dos últimos quatro anos já foi sentida na Terra&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Um conceito que deve sempre ser conhecido por quem se interessar sobre Astrofísica:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metalicidade"&gt;Metalicidade&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-8803298304827886489?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/8803298304827886489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=8803298304827886489' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/8803298304827886489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/8803298304827886489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/05/pressagios-sobre-nosso-sol-iii.html' title='Presságios Sobre Nosso Sol III'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bH62NCZcp_E/TeQmgrcOzlI/AAAAAAAABI0/NK5vP0-MsRA/s72-c/KNOWING+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-9010485637399360184</id><published>2011-05-16T07:58:00.000-07:00</published><updated>2011-09-16T12:29:02.197-07:00</updated><title type='text'>Humanidade Como Força Geológica V</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os animais e vegetais que nos orbitam&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou "como a humanidade tornou-se além de força geológica, força ecológica e seleção natural"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para onde quer que olhemos a presença humana, seja no meio urbano, seja no rural, percebemos que as espécies que exploramos tornaram-se as dominantes. Onde antes havia Mata Atlântica, por exemplo, já houve e ainda há cafezais e agora explodem plantações de cana de açúcar e até eucaliptos e pinheiros. Onde haviam pradarias e cerrado,&amp;nbsp;é plantada soja, especialmente com o fim de alimentar-se desde porcos em terras distantes até galinhas e vacas em nossas proximidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IkNaDzN-akw/TdGLwdoRwRI/AAAAAAAABII/MAURmsj7sKY/s1600/canavial.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-IkNaDzN-akw/TdGLwdoRwRI/AAAAAAAABII/MAURmsj7sKY/s400/canavial.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, onde havia no máximo, em tamanho,&amp;nbsp;antas e onças que as predavam, controlando sua população, agora colocam-se as mesmas vacas que serão nutridas de distante soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Substituímos ecossistemas inteiros por arremedos de ecossistemas, sempre em permanente desequilíbrio, no limiar do colapso, mantidos em tal perigoso estado pelo dispendio de energia e nosso engenho. Ou alguém em sã consciência afirmaria que o gado do cerrado e das áreas desmatadas da floresta amazônica manteria seu número sem a ação humana por uns 5 anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nossos "ecossistemas" agrícolas, apesar de recentes programas da eliminação da ação da química no controle de insetos e outras pragas (e nem tanto, vide-se o uso de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glifosato"&gt;glifosato&lt;/a&gt;), ainda depende continuamente da ação humana, e destacaria nesta, com o uso de combustíveis fósseis. O próprio solo não sustentaria tal ritmo de produção vegetal&amp;nbsp;em monocultura (a universal na biologia 'geração de biomassa') sem a produção e aplicação de fertilizantes, demandando tanto na matéria prima como na logística&amp;nbsp;combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9dzrDF-jOO8/TdQ1GU-OP6I/AAAAAAAABIc/rHSYxbxs994/s1600/MATA+VEJA+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-9dzrDF-jOO8/TdQ1GU-OP6I/AAAAAAAABIc/rHSYxbxs994/s400/MATA+VEJA+2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como nossa população mostra-se crescente, e neste crescente de número ainda se acrescenta um crescente de necessidades (ou melhor dizendo consumo/desejos), temos a&amp;nbsp;necessidade de mais terras para possibilitar mais pasto ou produzir ração e nossos alimentos vegetais, sobre os quais, agora, acrescentam-se as fontes de etanol e óleos vegetais, dada não a extinção de nossas fontes de energia fósseis, mas a crescente demanda por combustíveis, componente de uma perigosa e &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/humanidade-como-forca-geologica-ii.html"&gt;impossível ao final demanda exponencial de energia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas devemos alertar que a destruição de terras selvagens para a produção de biocombustíveis, no Brasil, é ainda menor que a de outras nações, como a Malásia. Pelo menos, por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tipDzbfUV58/TdLLnWDqDtI/AAAAAAAABIQ/cNi3ZvjPdjg/s1600/palma+malasia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://4.bp.blogspot.com/-tipDzbfUV58/TdLLnWDqDtI/AAAAAAAABIQ/cNi3ZvjPdjg/s400/palma+malasia.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif, arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;A plantação de palmeiras de óleo adjacentes á floresta em Sabah, Malásia. Foto por R. A. Butler (&lt;a href="http://news.mongabay.com/2009/0331-palmeiras_de_oleo.html"&gt;news.mongabay.com&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ambiente urbano, basta uma olhada em qualquer praça para vermos que pombos tem uma população explodida, para os edifícios, pardais,&amp;nbsp;nos tetos de determinados prédios, gatos (afinal de contas, sobram pardais para alimentá-los, fora nossos restos). Já na América do Norte, encontram espaço urbano o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guaxinim"&gt;guaxinim&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Urso_negro"&gt;urso negro&lt;/a&gt;, capazes de viver de nossos lixos com excedente de alimentos (e seus relacionados roedores), sem falar em toda a América do puma ou onça parda (o maior dos gatos), que seguidamente encontra-se com algum morador ou trabalhador da construção civil, pois afinal, sobram gatos, cachorros e nossos animais de abate como galinhas e porcos para alimentá-los em nossas periferias urbanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CWX7tSHe6uo/TdGKqEX9UpI/AAAAAAAABIE/dqH3uCp4GQw/s1600/on%25C3%25A7a+vinhedo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-CWX7tSHe6uo/TdGKqEX9UpI/AAAAAAAABIE/dqH3uCp4GQw/s1600/on%25C3%25A7a+vinhedo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Uma onça parda encontrada numa residência na cidade de Vinhedo (&lt;a href="http://eptv.globo.com/blogs/cadernodegarranchos/category/revolucao-dos-bichos/"&gt;eptv.globo.com&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem teremos de neste texto destacar a presença de camundongos, ratos (o "rato de forro") e as ratazanas, que dependem de nossos grãos e alimentos diversos e rações de nossos animais domésticos, assim como de nossos esgotos (no caso das ratazanas) e evidentemente, as onipresentes baratas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo os répteis como as lagartixas encontram seu nicho em nossos ambientes domésticos. Morcegos vivem em nossos prédios. Criamos um número infindável de relações ecológicas contendo nossa presença, hábitos e excedente de nutrientes como pivô de todas estas criaturas. Mesmo no vegetal forçamos a existência de nichos urbanos, basta ver nossos mais arborizados bairros e seus jardins. E devemos destacar que toda esta reprodutibilidade, em explosões de populações, é fomentada por nossa crescente demanda de energia e produção de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos uma força não só geológica, ao modificar paisagens, removendo montanhas e modificando rios, mas também uma força ecológica, ainda que no mais profundo do termo, nossa ação vai de encontro ao que mais naturalmente seja chamável de ecologia como sinônimo de um 'sistema ecológico equilibrado'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Para o homem verdadeiramente ético toda vida é sagrada, mesmo aquela que, sob o ponto de vista humano, nos parece inferior. Ele só fará distinções de caso para caso e sob a pressão da necessidade, por exemplo quando a situação o forçar a decidir qual a vida a ser sacrificada para conservar uma outra.&lt;/i&gt; - Albert Schweitzer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Anexos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É recomendável, para aqueles que acham que plantações de pinheiros e eucaliptos são "reflorestamento", se familiarizarem com o conceito de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deserto_verde"&gt;deserto verde&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo também:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;João Peres; &lt;a href="http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/46/deserto-verde"&gt;Deserto verde&lt;/a&gt;; Revista do Brasil - Edição 46 - Abril de 2010.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.adital.com.br/site/noticia2.asp?lang=PT&amp;amp;cod=21571"&gt;Deserto verde&lt;/a&gt; - www.adital.com.br&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Para a questão dos fertilizantes serem atrelados aos combustíveis fósseis como sua matéria prima:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.centraldoadubo.com.br/informativo.php"&gt;Falta de fertilizantes ameaça oferta mundial de alimentos&lt;/a&gt; - www.centraldoadubo.com.br&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Para a problemática da plantações com foco na produção de biocombustíveis:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Rhett A. Butler e William Laurance; &lt;a href="http://news.mongabay.com/2009/0331-palmeiras_de_oleo.html"&gt;Será a palmeira de óleo a próxima ameaça emergente á Amazônia?&lt;/a&gt; - news.mongabay.com&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Sobre "guaxinins urbanos", basta a bem referenciada Wikipédia em inglês: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Raccoon#Urban_raccoons"&gt;Urban raccoons&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequei no passado por já não ter recomendado o primoroso texto de &lt;span style="color: black;"&gt;Milton Mendonça Jr, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Professor do Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da UFRGS, publicado no jornal Zero Hora&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://tvecologia.blogspot.com/2010/01/o-filme-avatar-nos-alerta-somos-muitos.html"&gt;O filme “Avatar” nos alerta: somos muitos&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (obs.: em caso desta página ser extinta, acesse a &lt;a href="https://docs.google.com/document/d/1rzziZXbowMMcXtwewcEnuhuhLKerU4QAsu2QA5kTFCY/edit?hl=pt_BR"&gt;versão salva em meu Google Docs&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Sobre a questão da água na agricultura, suas limitações&amp;nbsp;e seus &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;problemas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;WASHIGTON CARLOS DE ALMEIDA; &lt;a href="http://www.abda.com.br/palestraalmeida.htm"&gt;A ÁGUA NA AGRICULTURA ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O USO DA ÁGUA NA AGRICULTURA&lt;/a&gt;. - &lt;a href="http://www.abda.com.br/"&gt;http://www.abda.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Extras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os ursos eslovacos e seu comportamento:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/bbc/918521-projeto-coloca-gps-em-ursos-que-invadem-zona-urbana.shtml"&gt;Projeto coloca GPS em ursos que invadem zona urbana&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-9010485637399360184?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/9010485637399360184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=9010485637399360184' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/9010485637399360184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/9010485637399360184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/05/humanidade-como-forca-geologica-v.html' title='Humanidade Como Força Geológica V'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IkNaDzN-akw/TdGLwdoRwRI/AAAAAAAABII/MAURmsj7sKY/s72-c/canavial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-5312069206519558021</id><published>2011-05-04T07:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T07:41:56.568-07:00</updated><title type='text'>Aliens (ou vida extraterrestre) I</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Como a maior parte das pessoas hoje (digamos claramente: jovens) não são  muito afeitos a ler ficção científica mas muito a assistir filmes,  tratarei neste artigo do tema em torno de filmes, e aqui e ali, uns  pingos de literatura da área.&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os arquétipos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Viajantes microscópicos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ficção científica já colocou formas de vida no espaço interestelar e interplanetário, destacadamente a microscópica, como em Enigma de Andrômeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que não sou muito simpático a esta ideia. O espaço é permeado de radiações ionizantes, até as mais intensas, que são os raios cósmicos. A própria química interesterlar/interplanetária é bastante dinâmica pela ação dos raios ultravioleta, raios X e raios gama, sem falar das partículas aceleradas, modificando até mesmo a composição em átomos (por alterações dos núcleos atômicos) constantemente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme (a minissérie de TV, apesar da esmagadora capacidade de produção em efeitos especiais de hoje, é um desastre ecologistóide/viagens no tempo&amp;nbsp;completo) a forma de vida é capaz inclusive de transformar energia de uma explosão nuclear em sua fonte de energia bioquímica, o que me revela que o roteirista e outros não alertaram Michael Crichton de que energia de partículas&amp;nbsp;e temperatura permitem apenas determinados estados (fases, como preferimos mais tecnicamente) da matéria. Assim, a superfície do Sol e até mesmo determinadas profundidades de Júpiter, por exemplo, não permitem determinado tamanho de moléculas complexas, e até mesmo, nem mesmo uma única molécula, e ao se chegar a determinada temperatura não teríamos nem mesmo átomos íntegros. Explosões nucleares de fissão vitrificam solos e volatilizam ossos, que são na sua parte inorgânica, em termos de engenharia, um material refratário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto, a criatura "programa" de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Virus_%28filme%29"&gt;Vírus&lt;/a&gt;, a produção "terrorzenta" de 1999, me parece mais plausível, ainda que a dissipação por ruído e pelas próprias leis da Mecânica Quântica (que impedem inclusive determinada segurança em podermos nos comunicar por rádio com civilizações extraterrestres) me leva a ter confiança em que tal tipo de ser vivo ou comunicação (ou ataque!) não seja possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desta, usemos meus termos, 'imensa babada', a cena do pulso cortado e liberando poeira de sangue coagulado&amp;nbsp;cristalizado é inesquecível, e tal metabolismo não seria um absurdo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esquecendo que a pobre coitada forma de vida advinda do espaço teria (se sobrevivesse as incandescentes temperaturas de entrada na nossa atmosfera) de enfrentar bilhões de anos de evolução de bactérias que foram capazes de digerir &lt;b&gt;tudo&lt;/b&gt;, desde &lt;a href="http://entrononentro.haaan.com/notcia-bactrias-extremfilas-na-antartida/"&gt;óxidos de ferro e sulfato&lt;/a&gt;, passando, evidentemente, por celulose de belas plantas floridas e até a pele, musculatura, pulmões e ossos desde peixes até macacos pelados munidos de poderosa (e nem tanto) tecnologia médica. Noutras palavras: mesmo dizimando todas as formas de vida mais complexas de nosso planeta, teriam de enfrentar as mais simples. Deixemos os imprudentes aliens de Guerra dos Mundos para adiante e lembremos, e no futuro talvez até tratemos, que somos as formas mais simples modificadas, e fomos (nós, os complexos) mais extintos por climas, vulcões, eras glaciais e impactos meteoríticos de que pelas terríveis bactérias que dissolveriam o mais resistente organismo do espaço (sem falar nos vírus, que até atacam as bactérias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Devo alertar que vírus (os terrestres!) são os parasitas por excelência, pois só se repoduzem pelos mecanismos de produção de genética alheios, e portanto, para serem algo - em uma forma similar - a nos atacar, teriam de ter se desenvolvido em algo que fosse a nossa genética, e tal é uma enorme impossibilidade, da mesma maneira que o vírus letal para um cão, um gato ou uma galinha não necessariamente é letal para um humano, e muitos não são letais nem de um destes animais para os outros, quanto mais levando em conta toda a diversidade de vida na Terra. Tanto isto é fato que se pesquisa &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fago"&gt;vírus bacteriófagos&lt;/a&gt;, que são moléstias para bactérias, para aplicação em medicina e veterinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jilPqxH3p8o/TcMEnQgoqwI/AAAAAAAABHw/DfFCnZ10P_w/s1600/virus10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="322" src="http://1.bp.blogspot.com/-jilPqxH3p8o/TcMEnQgoqwI/AAAAAAAABHw/DfFCnZ10P_w/s400/virus10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um vírus bacteriófago (&lt;a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/virus/virus-3.php"&gt;www.portalsaofrancisco.com.br&lt;/a&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma forma de vida encistada, "bacteriana" (no sentido de química simples e básica) poderia chegar a distantes pontos de seus mundos de origem inseridas em corpos celestes blindados por sua própria configuração e dimensões às radiações e temperaturas de entrada. Sua partida seria causada por impactos, como na Terra chegaram pedaços de Marte oriundo de impactos no planeta vermelho. A meu ver, aqui, o problema seria, nas distâncias interestelares, uma bioquímica que fosse estável pelos gigantescos períodos de tempo que seriam necessários para distâncias de anos-luz serem vencidas por velocidades de dezenas de quilômetros por segundo, quanto muito, e contar-se com a sorte de chegarem a algum sistema solar, orbitarem por  talvez milhões de anos antes de se precipitarem num mundo agradável, e não serem absorvidos pelas imensas gravidades dos gigantes gasosos (obrigado por nos proteger, Júpiter "O Gordo"!), não colidirem com alta velocidade com um corpo impropício à vida e na colisão, enfrentarem fragmentação de sua "cápsula" ou temperaturas de calcinação, sem falar nas estrelas, que são as senhoras absolutas da absorção de corpos nos sistemas planetários, e fonte de grande parte da radiação que impediria tal fenômeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Insetos vorazes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora falemos de formas de vida mais complexas, que surgiriam num processo evolutivo não porque a vida busca a complexidade, mas porque a complexidade surge em um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processo_estoc%C3%A1stico"&gt;processo estocástico&lt;/a&gt; pelo simples erro, que produz distribuições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratei disto em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://knol.google.com/k/modelos-matem%C3%A1ticos-simples-em-evolu%C3%A7%C3%A3o-ii#"&gt;Modelos Matemáticos Simples em Evolução - II - O aumento da complexidade do ponto de vista de combinações possíveis&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que no Cambriano &lt;a href="http://www.trilobites.info/triloclass.htm"&gt;chegamos a ter dezenas de &lt;i&gt;designs&lt;/i&gt; básicos&lt;/a&gt;, dos quais sobreviveram apenas entre os mais complexos os cordados (um bacalhau, um elefante&amp;nbsp;e você), os moluscos (lesmas, caracóis e os inteligentíssimos polvos e lulas em suas diversas variações) e os artrópodes (desde os tatuzinhos de jardim, os caranguejos e para desespero de alguma leitora, até as baratas), podemos então supor que num planeta propício, lá também pelos 3 bilhões de anos de existência da vida, surgiriam &lt;i&gt;designs&lt;/i&gt; variados, exatamente em acordo com os mesmo princípios e mecanismos que levaram o nosso planeta a ter mais originalidade nos &lt;i&gt;designs&lt;/i&gt; básicos que possui hoje (na verdade, nos últimos trezentos a quatrocentos milhões&amp;nbsp;de anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yaE2-mR7btY/TcL_3Uglj_I/AAAAAAAABHk/50WD1Mm27js/s1600/cambrian+fauna.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="301" src="http://2.bp.blogspot.com/-yaE2-mR7btY/TcL_3Uglj_I/AAAAAAAABHk/50WD1Mm27js/s400/cambrian+fauna.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A fauna do Cambriano (uua.cn).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, neste planeta, poderiam os "artrópodes de lá" passar a desenvolver pulmões (ou algo parecido, diferente dos túbulos funcionando por capilaridade de nossas baratas), e atingir tamanho acima dos três metros que no máximo chegaram os nossos (desprezemos aqui questões gravitacionais) ou passar a desenvolver um esqueleto interno, sustentando o relativamente grande corpo em posições mais verticalizadas (coisa, que até o momento, nossa paleontologia jamais encontrou - as maiores lacraias da história e os maiores escorpiões marinhos nunca conseguiram a posição elevada de uma mísera galinha, quanto mais de um dinossauro, nem mesmo de um de nossos quadrúpedes domésticos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que este preâmbulo foi para citar o mais assustador dos alienígenas do cinema, aliás, que levou o termo alienígena a ser praticamente um sinônimo de extraterrestre:&amp;nbsp;a criatura de Alien, o Oitavo Passageiro. Um das características sensacionais desenvolvidas a partir do episódio 3, meu segundo na ordem de preferência, é a sua capacidade de incorporar a genética do ser parasitado na sua reprodução (neste filme, a criatura é mais próxima em postura de um cão que de um humano) e já nos péssimos "Alien x Predador", absorve até a estrutura bucal do caçador "rastafari" do espaço. Descobrimos que bactérias - terrestres, fique bem claro!&amp;nbsp;- possuem tal capacidade em determinado nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vide "Transformação":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fcav.unesp.br/download/deptos/fitossanidade/goes/mecanismos_de_variabilidade_genetica-110907.pdf"&gt;Mecanismos devariabilidade genética em agentes fitopatogênicos - www.fcav.unesp.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a aspecto muito criativo de seu sangue ser corrosivo, há insetos produtores de substâncias cáusticas,&amp;nbsp; como a &lt;a href="http://www.portalodia.com/noticias/piaui/inverno-traz-de-volta-os-potos-8141.html"&gt;pederina dos potós&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;Paederus irritans&lt;/i&gt;)&lt;i&gt; &lt;/i&gt;e os produtores de misturas termogênicas, como o antigamente tão citado pelos criacionistas besouro-bombardeiro (&lt;i&gt;Brachynus crepitans&lt;/i&gt;), mas da mesma maneira que o mercúrio nos é tóxico, o cobre, o zinco em determinadas taxas, o cádmio, o chumbo, o arsênio, etc, talvez alienígenas não possam nem se aproximar de nosso sangue com sua hemoglobina contendo ferro, o cálcio e o fósforo de nossos ossos, e até do teor de salinidade de todos nossos fluidos. Talvez nossa urina, contendo nitrados, seja causador de terríveis queimaduras em algum &lt;i&gt;et&lt;/i&gt; que nos pretenda como refeição. Mas não me venham citar que alienígenas seriam queimados por água potável, quando nossa atmosfera é sempre cheia de vapor d'água, como em Sinais, pois os furos de roteiro daquele senhor me irritam há anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rhGa4ERfJU8/TcMIeD0wXbI/AAAAAAAABH0/NjaEnGar_R8/s1600/insetos+causticos.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="167" src="http://3.bp.blogspot.com/-rhGa4ERfJU8/TcMIeD0wXbI/AAAAAAAABH0/NjaEnGar_R8/s400/insetos+causticos.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Paederus irritans &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Brachynus crepitans, &lt;/i&gt;dois pequenos seres, capazes de produzir respectivamente causticidade e líquidos quentes.&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas já criamos no terreno da ficção oceanos vivos (Solaris), algo parecido com um fungo (o pólipo de &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=4&amp;amp;ved=0CC0QFjAD&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.scribd.com%2Fdoc%2F35719672%2FArthur-C-Clarke-A-Cidade-e-as-Estrelas&amp;amp;ei=zMvBTaznJcWBtge50uC9BQ&amp;amp;usg=AFQjCNHJypC-EOBhvr6vlwsp0kqms0ti7Q"&gt;A Cidade e As Estrelas&lt;/a&gt;, romance de A.C. Clarke), uma "amebona" nos dois A Bolha Assassina e até gigantescos cristais&amp;nbsp;no - diria primitivo, não ruim&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Monolith_Monsters"&gt;The Monolith Monsters/Rastros do Espaço&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;e mais recentemente, mais e mais formas de vida bastante distantes do que temos em nosso planeta, em toda a sua história, vide os até divertidos &lt;span style="color: #0645ad;"&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Docufiction"&gt;&lt;i&gt;docufiction&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, como&amp;nbsp;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alien_Planet"&gt;Alien Planet&lt;/a&gt;, da Discovery Channel, e outros similares da THC e NatGeo, aqui já com um tratamento cientificista e didático, que nos poupa, inclusive, de assistir formas de vida saltando do tórax de seus hospedeiros em plena refeição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, não haveria limites para o que um processo de arranjo de células (&lt;b&gt;se&lt;/b&gt; células), completamente estocástico,&amp;nbsp;poderia fazer em sua estruturação, as conformações que seriam possíveis, ao longo de milhões de anos. Já basta ver no nosso quintal, mesmo entre os limitados em tamanho insetos, suas miríades de formas (na verdade, basta você olhar para seu prato de comida, pois devo lembrá-lo, leitor, que é primo muito distante não só da galinha ou da vaca, mas também do pé de alface que come).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos a computação gráfica e a qualidade dos consultores dos grandes orçamentos dos filmes de ficção nos poupa de assistir brócolis de dois metros de altura correndo atrás de moças em trajes de banho dos desastrados filmes de ficção-terror dos anos 50 e 60, embora em alguns momentos, vagens gigantes tenham produzido razoáveis histórias, como nos vários "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Invasores_de_Corpos"&gt;Invasores de Corpos&lt;/a&gt;", e até simpáticos personagens que possuiam as características das plantas de fazer fotossíntese e ficarem felizes com a luz de estrelas, como a belíssima Virginia Hey, no papel de Pa'u Zotoh Zhaan, na série 'modernosa' mas sofrível &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0187636/"&gt;Farscape&lt;/a&gt;, mas tratarei de seres inteligentes/civilizados adiante. Na própria Terra, devemos lembrar, temos uma lesma, a &lt;a href="http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&amp;amp;contentid=608CEE3B-8C47-478F-A570-438E50757D58"&gt;&lt;i&gt;Elysia chlorotica&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, que por absorção dos genes da &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;provenientes da alga que come, a &lt;i&gt;Vaucheria litorea&lt;/i&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; disso se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pGYQ3IB97V8/TcMAetGqKPI/AAAAAAAABHo/UdSjh9Nvo4U/s1600/elysia-chlorotica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="173" src="http://3.bp.blogspot.com/-pGYQ3IB97V8/TcMAetGqKPI/AAAAAAAABHo/UdSjh9Nvo4U/s400/elysia-chlorotica.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Elysia chlorotica &lt;/i&gt;(meubioblog.blogspot.com).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes de seguirmos, até porque o citarei de novo, dentro do gênero &lt;i&gt;scifi&lt;/i&gt;-terror, tenho de citar Enigma de Outro Mundo (The Thing, 1982), refilmagem de um dos B relativamente sérios dos anos 50 (O Monstro do Ártico/&lt;i&gt;The Thing from Another World,&lt;/i&gt; 1951)&lt;i&gt;&lt;/i&gt;, de John Carpenter, onde a criatura não é amorfa no sentido de uma gosma, como a bolha antes citada, mas sem forma no sentido que vai copiando as formas de vida as quais contamina e absorve.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Civilizações&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou obrigado a confessar (dado alguns céticos mais radicais, tenho de dizer isso) que guardo muito carinho por dois filmes sobre extraterrestres, ET e Contatos Imediatos do Terceiro Grau, ambos dirigidos por Spielberg, e outro tanto por Starman, de1984, de John Carpenter. Suas mensagens são positivas, tem um tom quase piegas de esperança, bondade, etc, e apresenta os seres humanos sempre no papel dos piores personagens. No mesmo campo, podemos incluir também O Dia Em Que A Terra Parou, neste campo, apesar das diferenças do que chamaria até de "ingenuidade biológica" do primeiro, contra a falta na verdade de uma mensagem mais elaborada no segundo (para que raios precisam os seres de uma aliança de civilizações avançadíssimas exterminar uma espécie e suas obras, se pode forçá-las pela eminente destruição a salvar todas as outras e ainda obterem baratíssimos "jardineiros"? exatamente o argumento do primeiro - mas tratarei este filme mais longamente noutro artigo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebamos que com exceção de Starman, e o segundo O Dia Em Que A Terra Parou, no qual é dito inclusive "assumi esta forma pois a minha verdadeira lhe seria repulsiva" (ou frase similar), que são mantidas como um mistério, ou ainda de &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0118884/"&gt;Contato&lt;/a&gt;, da qual só se vê algo como uma lula ou medusa flutuante distorcida por uma parede de projeção do ambiente criado para ser agradável à Dra Eleanor Arroway em sua jornada, as formas de vida de ET e 'Contatos' são na verdade, humanizadas e mesmo no caso de ET, que podemos afirmar como uma "criança deformada por um software de tratamento de imagem", ainda mantém uma disposição de órgãos e parte do corpo de um humano e seus parentes mais próximos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de Inimigo Meu, de 1985, o qual também colocaria no terreno das grandes mensagens morais dos filmes de ficção científica, com uma via um tanto inversa de Distrito 9 (&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/11/distrito-9-e-substitutos.html"&gt;neste blog&lt;/a&gt;), pois onde o segundo mostra que mesmo os brancos odiando os negros e &lt;i&gt;vice versa&lt;/i&gt;, ainda mais odeiam quem seja de outra espécie, e em determinado momento de Inimigo Meu, é preferível salvar um ser com quem eu possa conversar, ainda que o considere feio, do que ter de enfrentar sozinho um predador que julgue mais feio ainda. Mas ainda sim o sábio Jeriba Shigan, capaz de se reproduzir sozinho, esfrega na cara de nós, macacos pelados, que temos a triste realidade de termos de nos completar para perpetuar nossa espécie (ainda que espere a clemência de algum biólogo, pois sei bem que a reprodução sexuada é o que permite ser ainda mais rápida a evolução e a formação, nesta, de populações mais aptas ao meio, o que aliás, já tinha sido observado por vias ainda sem a genética por Darwin, em A Origem das Espécies).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta resumirmos que se os decendentes da "explosão do Cambriano" de cada um dos mundos que permitiu vida (digo 'permitiu' pois defendo que vida não é uma raridade, e sim &lt;a href="http://livrespensadores.org/artigos/vida-um-produto-do-universo-nao-um-milagre/"&gt;um produto inexorável da química e da astrofísica/exo-geologia&lt;/a&gt;) permitiu um conjunto de &lt;i&gt;designs&lt;/i&gt; básicos diversos para seus animais mais complexos (ou animais-plantas, ou fungo-animais, ou qualquer coisa possível no biológico, desde que se mova e possua características que lhe levem a ter um "operador sensorial e lógico"), da mesma maneira que entre nós sobreviveram o conjunto cordados-moluscos-artrópodes, qualquer forma seria possível, e o cenário mais adequado para mostrar-se isso seria o das inúmeras criaturas do cômico mundo imaginado em Men In Black.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez nada mais chocante para a humanidade que sair de uma nave pousada numa grande praça de alguma grande cidade do planeta algo parecido com uma lagosta, um louva-a-deus, uma lula ou ainda algo que lembre um centauro ou um elefante com uma muito mais hábil tromba (ou duas, três ou quatro trombas), que possua escamas ou penas, ou ainda outro exótico revestimento corpóreo, olhos de calcita, como tiveram nossos trilobitas, e que sejam mais, do ponto de vista do que realmente devemos classificar como o humano enquanto mental e social, mais humano que nós, e após ver nossa surpresa, nos alerte queo relojoeiro não só é cego, mas odeia repetir suas criações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GE0dAO5q2G0/TcMBwbrc_2I/AAAAAAAABHs/4uCP2DJHyOc/s1600/92_louva-a-deus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://1.bp.blogspot.com/-GE0dAO5q2G0/TcMBwbrc_2I/AAAAAAAABHs/4uCP2DJHyOc/s400/92_louva-a-deus.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um &lt;i&gt;design&lt;/i&gt; básico perfeitamente possível para um extraterrestre (no.comunidades.net).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quero abordar outro ponto, não ficar na biologia pura e simples. Mas já que temos que para isso colocar &lt;b&gt;vida&lt;/b&gt;, provavelmente a partir da evolução de bactérias ou seres simples similares, temos de tratar de seu substrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GNYEm7SBQCw/TcMJYW1z_UI/AAAAAAAABH4/MXyoCpC1rqA/s1600/zhaan007.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-GNYEm7SBQCw/TcMJYW1z_UI/AAAAAAAABH4/MXyoCpC1rqA/s400/zhaan007.jpg" width="271" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Pa'u Zotoh Zhaan, única imagem de ficção desta blogagem, pois Virginia Hey merece.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Leitura recomendada&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.astrobio.net/debate/2168/launching-the-alien-debates"&gt;Great Alien Debates; Launching the Alien Debate; The Great Alien Debate: Part I in a VII part series&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-5312069206519558021?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/5312069206519558021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=5312069206519558021' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/5312069206519558021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/5312069206519558021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/05/aliens-ou-vida-extraterrestre-i.html' title='Aliens (ou vida extraterrestre) I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jilPqxH3p8o/TcMEnQgoqwI/AAAAAAAABHw/DfFCnZ10P_w/s72-c/virus10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-3252920569473723699</id><published>2011-04-14T13:57:00.000-07:00</published><updated>2011-10-09T13:13:45.785-07:00</updated><title type='text'>Ecologia Industrial e limites da reciclagem</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;O texto a seguir é um primeiro esboço de um artigo mais formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha pós-graduação em Gestão Ambiental, coube-me a análise do artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sean Patrick Bradley,&amp;nbsp; Asher Kiperstok; ECOLOGIA INDUSTRIAL E PROJETO PARA O MEIO AMBIENTE (DfE); Prevenção da Poluição - Cap 6.indd 193 5/2/2003; &lt;a href="http://www.sibr.com.br/sibr/DownloadFile?idObj=84&amp;amp;tipoObj=artigo"&gt;http://www.sibr.com.br/sibr/DownloadFile?idObj=84&amp;amp;tipoObj=artigo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele são apresentados os conceitos de Ecologia Industrial e Projeto para o Meio Ambiente (DfE, &lt;i&gt;Design for Environment&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de Ecologia Industrial nasce do conceito de Metabolismo Industrial, no qual cada indústria é tratada como um organismo, e nestes "organismos" entram matéria primas/recursos e energia e saem produtos e resíduos.&lt;b style="color: #0b5394;"&gt;[1]&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumidamente, o conceito de Ecologia Industrial seria a ampliação do conceito de Metabolismo Industrial para uma similaridade com a Ecologia entre os seres vivos, nos quais as interrelações entre os "organismos indústrias" exercem suas atividades de forma que os resíduos de umas se tornam os recursos de outras, um 'ambiente de indústrias'. Por fim, o objetivo desta maneira de pensar seria a atividade humana, industrial, integrar-se à biosfera.&lt;b style="color: #0b5394;"&gt;[2][3][4]&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo são apresentados infográficos&amp;nbsp; de como evoluíram os processos industriais sobre o aspecto de como a atividade industrial relaciona-se com o ambiente na tomada de recursos e na emissão de resíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira etapa deste processo evolutivo, as indústrias consideram que os recursos são infinitos e&amp;nbsp; capacidade de absorção da natureza é igualmente infinita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GhHrl81ZE3k/TZ9_UZcnmFI/AAAAAAAABF8/KOsJxiL6EsY/s1600/ECOINDUS1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="146" src="http://3.bp.blogspot.com/-GhHrl81ZE3k/TZ9_UZcnmFI/AAAAAAAABF8/KOsJxiL6EsY/s400/ECOINDUS1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Os esquemas aqui apresentados possuem sutis modificações daqueles do artigo original e do artigo de&amp;nbsp;Allenby &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;[26]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutras palavras, citando exemplos claros, neste esquema as florestas são consideradas infinitas e nossos processos com resíduos tóxicos de zinco e chumbo (casos clássicos em Cubatão, SP, e Santo Amaro, BA) podem ser realizados sem a menor preocupação da deposição destes.&lt;b style="color: #0b5394;"&gt;[5][6]&lt;/b&gt;&lt;b style="color: #0b5394;"&gt;[7][8]&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa etapa, digamos, "mais ecológica", as indústrias passarão (e passaram) a reciclar seus resíduos, diminuindo a tomada de recursos, até mutuamente em interações diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hRp1X2HMElE/TZ-DFXvTtII/AAAAAAAABGA/plwHknAMiAQ/s1600/ECOINDUS2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" src="http://2.bp.blogspot.com/-hRp1X2HMElE/TZ-DFXvTtII/AAAAAAAABGA/plwHknAMiAQ/s400/ECOINDUS2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas num sistema totalmente integrado, passariam, segundo os autores, a reciclar &lt;b&gt;totalmente&lt;/b&gt; os resíduos, passando o sistema a necessitar somente energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Vrk_HbNix1s/TZ-FLWF-f1I/AAAAAAAABGE/TWIk8ZDJ96U/s1600/ECOINDUS3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://1.bp.blogspot.com/-Vrk_HbNix1s/TZ-FLWF-f1I/AAAAAAAABGE/TWIk8ZDJ96U/s400/ECOINDUS3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que a "tendência entálpica" e entrópica das reações químicas, relacionadas com a segunda lei da termodinâmica/entropia, impede tal absoluta eficiência e sistema fechado materialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expliquemos com conceitos mais científicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Toda reação química é quimicamente reversível, mas toda reação química é termodinamicamente irreversível. Sempre há, no global, perda de energia para o meio, e na forma de calor (dissipação e ineficiência).&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;i&gt;É impossível a construção de um dispositivo que, por si só, isto é, sem intervenção do meio exterior, consiga transformar integralmente em trabalho o calor absorvido de uma fonte a uma dada temperatura uniforme. &lt;/i&gt;Enunciado de Kelvin-Planck da Segunda Lei da Termodinâmica.&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;2) Num sistema de reações químicas, a tendência dos produtos formados será aquela de maior estabilidade ao meio.&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[11][12][13]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--AnAxO1WUM0/TZ99RZnbG_I/AAAAAAAABF4/1k7OtYUGkhc/s1600/entalpia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="278" src="http://2.bp.blogspot.com/--AnAxO1WUM0/TZ99RZnbG_I/AAAAAAAABF4/1k7OtYUGkhc/s400/entalpia.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gráfico de entalpia de uma reação exotérmica (educacao.uol.com.br).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Observe-se que após a adição da energia de ativação, o sistema tenderá ao estado de maior estabilidade, perdendo energia para o meio pela segunda lei da termodinâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplifiquemos, para clarear o apresentado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aço e demais ligas de ferro podem ser bastante reciclados, assim como diveros metais e suas ligas, mas &lt;b&gt;sempre&lt;/b&gt; ocorrerá corrosão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplificada e quimicamente&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[14]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;2 Fe + 3/2 O&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; → &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fe&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O&lt;sub&gt;3&lt;/sub&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na metalurgia/siderurgia, realizamos por diversos e até complexos processos a reação inversa. Inclusive necessitamos de determinados compostos que já tenham sido processados pela própria natureza para diminuir nossos custos (como o uso de magnetita, mineral formado pelos óxidos de ferro II e III, FeO.Fe&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O&lt;sub&gt;3 &lt;/sub&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[15]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;), mas realizamos, em suma, a reação inversa, como no caso do aço/ferro, a partir de óxido de ferro hematita com o carbono&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[16]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;2 C + O&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; → 2 CO &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fe&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O&lt;sub&gt;3&lt;/sub&gt; + 3 CO → 2 Fe + 3 CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;2 Fe&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O&lt;sub&gt;3&lt;/sub&gt; + 3 C → 4 Fe + 3 CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos, grosseiramente, colocando o papel das plantas e sua fotossíntese, dizer que a reação final é a inversa da oxidação acima :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Fe&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;O&lt;sub&gt;3&lt;/sub&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; →&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;2 Fe + 3/2 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas sempre, na reação de oxidação, que é a da corrosão, ocorrem perdas no meio, como o banal exemplo de uma estrutura, como um simples corrimão das laterais de um viaduto, perdendo pedaços de ferrugem para o meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-q7JFC6AKIrE/TZ-JwGRKzxI/AAAAAAAABGI/lrUKgxwEVho/s1600/ECO+IND+5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://3.bp.blogspot.com/-q7JFC6AKIrE/TZ-JwGRKzxI/AAAAAAAABGI/lrUKgxwEVho/s400/ECO+IND+5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ferro torna-se naturalmente no ambiente óxido de ferro, mas óxido de ferro não forma ferro naturalmente, no ambiente terrestre.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Logo, sempre se necessitará de óxidos e outro minérios de ferro advindo do ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Igualmente, todo o vidro produzido pode ser captado posteriormente e reintroduzido na produção de vidro novo, no jargão da indústria, o &lt;i&gt;cullet&lt;/i&gt; (consideraremos aqui o vidro vulgar, dito soda-cal, mas o tratado seria também similar para o dito vidro cristal, com alto teor de óxidos de chumbo e o borossilicato, com alto teor de boro).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[17]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Mas mesmo desprezando as perdas no meio, na sociedade, como simples quebras, sempre será necessária adição de matérias primas, diremos "virgens", como o calcário, a barrilha, a sílica mineral, etc, pois o vidro, fundido e refundido, começa a apresentar o fenômeno chamado, também no jargão da indústria, de "porcelanização", que é uma perda de transparência, tendendo a se tornar seu composto/compósito mais estável, que é uma dentre as muitas ditas cerâmicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O vidro, mesmo reciclado ao extremo pela indústria, como na Alemanha, encontra um equilíbrio no balanço de massas colocando-se um excedente do reciclo como pulverizado, para a produção de abrasivos para adição a pisos, carga para fundições de menor transparência exigida, como tijolos e telhas, assim como peças diversas de construção civil e de distribuição de eletricidade, além do esmaltamento dos produtos cerâmicos. Tudo objetivando "abrir espaço" para as matérias primas "virgens", focando-se na produção de vidro, digamos, "novo".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[18]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[19][20]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associada à proteção da corrosão estariam as tintas e diversos revestimentos, resistindo às intempéries, mas perdendo suas cargas e pigmentos, independente de suas bases terem origem renovável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igualmente, a borracha apresenta degradação por atrito, fragmentação e perde-se no ambiente, levando consigo, entre outros, o enxofre de sua vulcanização, que não relaciona-se com a produção renovável do látex. O mesmo poderia ser afirmado dos polímeros diversos, com suas cargas e pigmentos. Todos, elastômeros, polímeros e componentes de tintas e revestimentos apresentam degradação por fotodegradação/fotodissociação.&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[21]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutro exemplo, os restos de tecidos podem ser usados para a fabricação de feltros para veículos e inúmeros outros processos fins, mas por atrito, sempre se perderá cargas, aditivos e diversos produtos de origem mineral para o ambiente, não renováveis &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;.&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As ligas de alumínio podem ser bastante recicláveis, mas somam a perda por formação de óxido de alumínio, o seu tipo de corrosão típica, e não permitem o reciclo em determinadas aplicações, como as ligas de uso aero-espacial, necessitando de alumínio "virgem".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[24]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O zinco utilizado no revestimento de peças de ligas de ferro, por galvanoplastia ou aplicação em fusão (dita zincagem), também apresenta corrosão e oxidação característica, que resulta na chamada 'corrosão ou "ferrugem" branca', uma mistura de óxido e hidróxido de zinco, posteriormente carbonato, também a se pulverizarem e dispersarem-se no ambiente.&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[25]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-S5GuCoe8Bps/TbDMlAq8RoI/AAAAAAAABG4/Ofp_eQ-wtQE/s1600/zinco+corrosao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-S5GuCoe8Bps/TbDMlAq8RoI/AAAAAAAABG4/Ofp_eQ-wtQE/s320/zinco+corrosao.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="rg_hr"&gt;&lt;span id="rg_hr"&gt;A chamada "ferrugem branca" do zinco (photographicdictionary.com).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com estas e múltiplas outras questões similares, percebe-se que um sistema fechado em materiais e apenas aberto em energia mostra-se impossível na prática, e sempre se terá uma determinada tomada de recursos materiais&amp;nbsp;da natureza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assim, pode-se construir um gráfico com uma curva assintótica a uma reta horizontal de reciclo de 100% (o "Fator 10" proposto no artigo em questão), que não será alcançada (&lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;):&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6hUX8XrfjT0/TaNe9GLZWBI/AAAAAAAABGM/bFcv76zg978/s1600/ECOLINDUS6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="317" src="http://3.bp.blogspot.com/-6hUX8XrfjT0/TaNe9GLZWBI/AAAAAAAABGM/bFcv76zg978/s400/ECOLINDUS6.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas, ao nosso ver quando (&lt;b&gt;se&lt;/b&gt;) a escala das atividades humanas atingirem a mesma escala dos processos da natureza (na verdade, englobá-las), o reciclo atingirá 100%, por exemplo, dentro dos apresentados, quando todo o óxido de ferro captado na natureza para ser reduzido e produzir aço (entre outras ligas de ferro) for oriundo da própria corrosão dos produtos industriais humanos, quando todo o enxofre para a vulcanização da borracha advir da própria absorção liberado no ambiente pelo humano, quando todos os metais mais raros advirem do perdido nas massas d'água, nos mares e oceanos, por dissolução, das perdas da circulação destes dentre a civilização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Referências&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1. EHRENFELD, J. R. Industrial ecology: a framework for product and process desig [s.l.], J. Cleaner Prod., v.5, n. 1-2, p. 87-95, 1997.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;2. ERKMAN, S. Industrial ecology: an historical view, [s.l.], J. Cleaner Prod., v.5, n. 1/2, p. 1-10, 1997.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;3. MARINHO, M.; KIPERSTOK, A. Ecologia Industrial e prevencao da poluição: uma contribuição ao debate regional. Tecbahia, v. 15, n. 2, p. 47-55, 2000.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;4. SOCOLOW, R.; ANDREWS, C.; BERKOUT, F.; THOMAS, V. (Eds.) Industrial ecology and global change. Cambridge: University Press, 1994. v. 1&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;5. CETESB – COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL – Poluição das águas do Estuário e Baía de Santos. Relatório Técnico São Paulo, Volume I. 71p. 1979.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;6. CETESB – COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL - Avaliação&lt;br /&gt;Complementar do material a ser dragado pela CODESP – São Paulo , 1998.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;7. Carvalho FM, Souza SP, Tavares TM, Linhares P. Absorção e intoxicação por chumbo e cádmio em pescadores da região do Rio Subaé. Ciência e Cultura 1983;35(3):360–366.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;8. Carvalho FM, Tavares TM, Souza SP, Linhares P. Lead and cadmium concentrations in the hair of fishermen from the Subaé River basin, Brazil. Environ Res 1984;33(2):300–306.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;9. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Zumdahl, Steven S. (2005) Chemical Principles. 5th Edition. (Houghton Mifflin Company)&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;10. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Giancoli, D.C. (2000), &lt;i&gt;Physics for Scientists and Engineers (with Modern Physics)&lt;/i&gt;, 3rd edition (Prentice-Hall.)&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;11. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Atkins, Peter W. and Julio de Paula &lt;i&gt;Physical Chemistry&lt;/i&gt;, 4th Edition, Wiley-VCH, Weinheim 2006&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;12. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="citation book"&gt;Henderson, Douglas; Eyring, Henry; Jost, Wilhelm (1967). &lt;i&gt;Physical Chemistry: An Advanced Treatise&lt;/i&gt;. Academic Press. p.&amp;nbsp;29.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="citation book"&gt;13&lt;/span&gt;. &lt;span class="citation book"&gt;Laidler, Keith (1995). &lt;i&gt;The World of Physical Chemistry&lt;/i&gt;. Oxford University Press. p.&amp;nbsp;110.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;14. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Greenwood, N. N.; &amp;amp; Earnshaw, A. (1997). Chemistry of the Elements (2nd Edn.), Oxford:Butterworth-Heinemann. ISBN 0-7506-3365-4.&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;15. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="citation book"&gt;Cornell, RM; Schwertmann, U (2003). &lt;i&gt;The iron oxides: structure, properties, reactions, occurrences and uses&lt;/i&gt;. Wiley VCH. ISBN&amp;nbsp;3-527-30274-3.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;16. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Biddle&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Verne&lt;/i&gt;, and &lt;i&gt;Gregory Parker&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Chemistry&lt;/i&gt;: &lt;i&gt;Precision and Design&lt;/i&gt;. Pensacola: &lt;i&gt;A Beka Book&lt;/i&gt;, 2000.&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;17. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;B. H. W. S. de Jong, "Glass"; in "Ullmann's Encyclopedia of Industrial Chemistry"; 5th edition, vol. A12, VCH Publishers, Weinheim, Germany, 1989, ISBN 3-527-20112-5, pp. 365–432.&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;18. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nachhaltigkeitsbericht mit Umwelterklärung 2007 der Austria Glas Recycling GmbH&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;19. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;K.H. Poutos, A.M. Alani, P.J. Walden, C.M. Sangha. (2008). Relative temperature changes within concrete made with recycled glass aggregate. Construction and Building Materials, Volume 22, Issue 4, Pages 557-565.&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;20. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;British Standards Institute (2005) PAS 102, Specification for processed glass for selected secondary end markets&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;21. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;R. Schinke (1993). Photodissociation Dynamics, Cambridge Univer-sity Press, Cambridge.&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;22. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Alfons Hofer: &lt;i&gt;Textil- und Modelexikon&lt;/i&gt;, Deutscher Fachverlag, Frankfurt/Main, 7. Auflage, Band 2, 1997, &lt;i&gt;Filz&lt;/i&gt;, Seite 264&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;23. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;R.E. Sanders, Technology Innovation in aluminium Products, &lt;i&gt;The Journal of The Minerals&lt;/i&gt;, 53(2):21–25, 2001.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;24. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="citation book"&gt;Degarmo, E. Paul; Black, J T.; Kohser, Ronald A. (2003). &lt;i&gt;Materials and Processes in Manufacturing&lt;/i&gt; (9th ed.). Wiley.. ISBN&amp;nbsp;0-471-65653-4.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;25. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="citation" id="CITEREFStwertka1998"&gt;Stwertka, Albert (1998), "Zinc", &lt;i&gt;Guide to the Elements&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="citation"&gt; (Revised ed.), Oxford University Press, ISBN&amp;nbsp;0-19-508083-1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;26. Braden R. Allenby, “Industrial Ecology: &amp;nbsp;The Materials Scientist in an Environmentally&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Constrained World,” MRS Bulletin 17, no. 3 (March 1992): &amp;nbsp;46–51&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-3252920569473723699?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/3252920569473723699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=3252920569473723699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/3252920569473723699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/3252920569473723699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/04/ecologia-industrial-e-limites-da.html' title='Ecologia Industrial e limites da reciclagem'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GhHrl81ZE3k/TZ9_UZcnmFI/AAAAAAAABF8/KOsJxiL6EsY/s72-c/ECOINDUS1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-2864811289282842757</id><published>2011-04-04T12:42:00.000-07:00</published><updated>2011-04-13T13:25:36.247-07:00</updated><title type='text'>Pérolas, peixes, pH, dilúvio e uma dita tautologia II</title><content type='html'>Observemos um conceito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anfibologia"&gt;Anfibologia&lt;/a&gt; (do grego) vem a ser, na lógica e na linguística moderna, o mesmo que ambiguidade (do latim &lt;i&gt;ambiguitas&lt;/i&gt;,&lt;i&gt; atis&lt;/i&gt;), isto é, a duplicidade de sentido em uma construção sintática. Um enunciado é ambíguo e, portanto, anfibológico quando permite mais de uma interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo irônico: &lt;i&gt;Vende-se mesa de comer velha de quatro pés.&lt;/i&gt; - Trata-se de uma elegante mesa de quatro pernas, um móvel antigo ou uma mesa onde se pratica perversões com exóticas e raras idosas com quatro membros posteriores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que inicio este texto assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois afirmar simplemente que os mais aptos sobrevivem e que os que&amp;nbsp; sobrevivem são os mais aptos, desta maneira simplificada, e &lt;b&gt;errônea&lt;/b&gt;, como já vimos em parte e mais veremos, é uma anfibologia, e não um tautologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas retornemos à questão em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5xaNuLlNQYo/TZoeCBabg3I/AAAAAAAABFs/0NdPYwroRuI/s1600/TAUTOLOGIAS+DI%2526CRIA.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://2.bp.blogspot.com/-5xaNuLlNQYo/TZoeCBabg3I/AAAAAAAABFs/0NdPYwroRuI/s400/TAUTOLOGIAS+DI%2526CRIA.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Por outro lado, tanto Criacionistas "classicos" quanto D.I.stas usam de um raciocínio tautológico (para mais detalhes, e em texto a ser traduzido -&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://readingevolution.com/id.html"&gt;Reading Evolution&lt;/a&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as provas que fazem do processo evolutivo uma evidência com caráter já quase de axioma (postulado científico em Biologia, daí a Teoria da Evolução ser sua "teoria eixo" &lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[Nota 1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;), são as que procedem no fundamental de quatro aspectos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º) Os estudos de fósseis realizados pela Paleontologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º) Os estudos de Anatomia comparada realizados pela Zoologia e Biologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º) Os estudos em Embriologia comparada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º) Os estudos em Bioquímica e Genética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje quase nenhum biólogo sério questiona a evolução (das formas de vida)&amp;nbsp;e a seleção natural. Trata-se de um paradigma científico muito bem assentado e que aguentou perfeitamente todos os ataques desde 1859. E aqui está imperturvável na sua nova roupagem denominada Neo-darwinismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karl Popper disse que a seleção natural era tautológica porque estava mal habituado&amp;nbsp;pela simplicidade da Física (no sentido que, por exemplo, as leis de kepler apresentam regularidade de séculos para as órbitas dos planetas, enquanto que bactérias modificam-se a cada dia - mais uma vez, Mayr: &lt;i&gt;Biologia, Ciência Única&lt;/i&gt;). Ele baseou o seu argumento numa única frase: A sobrevivência dos mais aptos. O que Popper diz, basicamente é que há sobrevivência dos mais aptos. E quem são os mais aptos? São os que sobrevivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Popper isto é uma banalidade que não deve servir de base a qualquer teoria credível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, a palavra aptidão não é usada no sentido "original" de Spencer (o pai do "Darwinismo social" e grande aventureiro intelectual por áreas em que infelizmente errou e feio &lt;b style="color: #0b5394;"&gt;[Nota 2]&lt;/b&gt;). Aptidão, termo mais usado em genética, significa sucesso reprodutivo e não está ligado&amp;nbsp;à adaptação de forma absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yk4JHVmIIVA/TZoaTQOiNSI/AAAAAAAABFg/ZGg0bU7Juto/s1600/herbertspencer.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-yk4JHVmIIVA/TZoaTQOiNSI/AAAAAAAABFg/ZGg0bU7Juto/s400/herbertspencer.jpg" width="276" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O grande Herbert Spencer, meu filósofo favorito, mas criador de meia dúzia de conceituações confusas, errôneas e até imorais a partir da pouca Biologia que conhecia.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_Darwinism"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aptidão não é nenhum esforço para a sobrevivência (isto lembra-nos&amp;nbsp;o &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/lamarckismo.htm"&gt;lamarkismo&lt;/a&gt;). O próprio Darwin dizia que o que existe são variações aleatórias que são selecionadas. Na maioria dos casos os melhores frutos sobrevivem ou reproduzem-se mais. Mas não em todos os casos. Muitas vezes, os melhores frutos são eliminados por acaso (ao nivel dos genes variações estatisticas aos acaso podem eliminar "bons" genes). catástrofes naturais são o exemplo mais cristalino disto. O Vesúvio pode ter eliminado&amp;nbsp;as mais aptas&amp;nbsp;uvas. Tambora, os melhores cocos. Krakatoa, os melhores peixes de determinada espécie.&amp;nbsp;E muitas vezes maus frutos ganham vantagem no jogo da reprodução por causa disto, ou então porque vão à boleia de bons frutos (é frequente genes "doentes" em ligação com genes "saudáveis" serem selecionados indiretamente de forma positiva, porque os genes "saudáveis" são selecionados diretamente de forma positiva.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo, se imaginarmos (como Popper fez mas não Darwin) uma ligação rígida entre aptidão (sucesso reprodutivo) e sobrevivência (adaptação) temos uma tautologia. Mas como essa ligação não existe não há tautologia nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--VFAJOsUpXY/TZoc2ME-qvI/AAAAAAAABFo/zUnUBpaY-H8/s1600/laddervstree.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="273" src="http://4.bp.blogspot.com/--VFAJOsUpXY/TZoc2ME-qvI/AAAAAAAABFo/zUnUBpaY-H8/s400/laddervstree.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O velho erro de achar que evolução se dá "em escada" e não "em árvore" (arn.org).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos Biologos odeiam a frase: &lt;i&gt;sobrevivência dos mais aptos&lt;/i&gt;. Porque abre caminho a&amp;nbsp;ideias errôneassobre o que a evolução é. Uma dessas&amp;nbsp;ideias errôneas, e consequentemente, no humano, &lt;b&gt;má&lt;/b&gt;, é o social-Darwinismo que produziu os piores resultados durante parte dos seculos XIX e XX. Distorce completamente o Darwinismo e põe as pessoas a pensar em lutas ferozes, ou que os ricos são mais aptos que os pobres e assim têm o direito (ou dever) de os esmagar (explorar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, é curioso, mas os supostamente mais aptos de todos (a realeza europeia dos séculos passados) estavam cheios de defeitos genéticos porque se casavam todos entre si. O &lt;i&gt;pool&lt;/i&gt; genético era limitado e a &lt;a href="http://www.infopedia.pt/$homozigotia"&gt;homozigotia&lt;/a&gt; tornava-se frequente trazendo&amp;nbsp;à tona todo o tipo de doenças genéticas recessivas, como a hemofilia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qL1XVHh2Y2k/TZocY9FuyTI/AAAAAAAABFk/BJhkUoq_zkA/s1600/kansas-evolution1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://3.bp.blogspot.com/-qL1XVHh2Y2k/TZocY9FuyTI/AAAAAAAABFk/BJhkUoq_zkA/s400/kansas-evolution1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ninguém para ironizar os fundamentalismos estadunidenses como eles próprios.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mais uma vez, grande parte deste&amp;nbsp;texto foi elaborado a partir de texto do biólogo Roberto Takata e outros interlocutores em um debate então disponível na internet, adicionado de textos de outro debate, dentro do possível modificados, corrigidos (nos poucos erros gramáticos e ortográficos que possuiam) e adaptados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se você rouba ideias de um autor, é plágio. Se você rouba de muitos autores, é pesquisa&lt;/i&gt;. - Wilson Mizner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota 1&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num contexto da Filoofia da Ciência de Kuhn, por "estrutura de afirmações", nada mais adequado que usar o termo axioma, com este tratamento moderado - o "quase". Temos tanta confiança que os seres vivos evoluem, e evoluiram, e evoluirão, e em outras palavras, temos tanta certeza que não surgiram nem miraculosamente nem são eternos e muito menos fixos, que todas as afirmações da Biologia serão amparadas sobre este postulado básico (construindo a dita "estrutura"), e por consequência, que os mecanismos deste processo evolutivo sejam aqueles afirmados pela Teoria Sintética da Evolução. Por similaridade, em Física, temos tanta confiança no Princípio Universal da Conservação da Energia que construímos todas as afirmações nesta ciência e suas derivadas (incluindo a Biologia) considerando que a energia se conserva, sem nem nos preocuparmos que estamos tomando esta premissas de maneira axiomática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como digo seguidamente para quem apresento questões complicadas e nas quais a própria linguagem se mostra limitada: -Pegaram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota 2:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Darwinismo_social"&gt;Wikipédia PT&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_Darwinism"&gt;Wikipedia EN&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TcMrVBIk_WY/TZofD2KckkI/AAAAAAAABFw/uze402Mt4Lg/s1600/polls_gravity_just_a_theory_2351_812999_poll_xlarge.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="328" src="http://2.bp.blogspot.com/-TcMrVBIk_WY/TZofD2KckkI/AAAAAAAABFw/uze402Mt4Lg/s400/polls_gravity_just_a_theory_2351_812999_poll_xlarge.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Juro que tentei resistir...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-2864811289282842757?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/2864811289282842757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=2864811289282842757' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/2864811289282842757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/2864811289282842757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/04/perolas-peixes-ph-diluvio-e-uma-dita.html' title='Pérolas, peixes, pH, dilúvio e uma dita tautologia II'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5xaNuLlNQYo/TZoeCBabg3I/AAAAAAAABFs/0NdPYwroRuI/s72-c/TAUTOLOGIAS+DI%2526CRIA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-8859145796287924524</id><published>2011-03-25T07:19:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T12:19:26.121-07:00</updated><title type='text'>Mostre-me o universo... I</title><content type='html'>&lt;span class="mw-headline" id="Universo_isotr.C3.B3pico_e_homog.C3.AAneo" style="color: white;"&gt;_&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Universo_isotr.C3.B3pico_e_homog.C3.AAneo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;e digo que lá não está o deus cristão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Universo_isotr.C3.B3pico_e_homog.C3.AAneo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline" id="Universo_isotr.C3.B3pico_e_homog.C3.AAneo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-fFjIYaJzpS4/TYfC2oGntFI/AAAAAAAABEA/TMvbQ1G9-tg/s1600/metodo+criacionista.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="297" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-fFjIYaJzpS4/TYfC2oGntFI/AAAAAAAABEA/TMvbQ1G9-tg/s400/metodo+criacionista.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Pérola de um debatedor:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;i&gt;O ilustre pensador brasileiro Olavo de Carvalho responde, ao longo de vários livros, artigos e vídeos, de forma definitiva e profunda à indagação que dá nome a este tópico.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Menos, menos, de preferência, quase nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Olavo de Carvalho é um razoável articulista de direita, um tanto extremada e por isso mesmo, nem tão útil assim. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Afirmo: concordo com poucos de seus argumentos políticos, acho suas noções de Economia infelizes - pois ele ataca esquerdistas e Marxistas pelo seu totalitarismo, especialmente o passado, e não por suas falácias e utopias&amp;nbsp;econômicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Até que na análise da sociedade brasileira e latino-americana, sua tendência à uma esquerdização que a leva à ditaduras e populismo, acerta, assim como na educação brasileira, aquela, que curiosamente, num determinado nível que alega, ele não possui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Mas no campo das ciências naturais, quando não em ciências&amp;nbsp;em geral e Filosofia da Ciência, o homem é uma catástrofe em palavras. Possui&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt; um pensamento em Filosofia medíocre, quando não abaixo do medíocre, pois inclusive, defende pontos em Metafísica dos tempos de Aquino, mais que enterrados.*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;* E escreveu não leu, apela para argumentos "por deus" teleológicos, fulminados por Hume e todos os posteriores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;i&gt;É um vício dos teístas, que chamo especificamente "primários", retornarem às argumentações de Aristóteles, Anselmo e Aquino , achando que sobre elas não foram jogadas camadas e mais camadas de cal nos últimos 300 anos de Filosofia&lt;/i&gt;. - Até prova em contrário, frase minha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Tem 4 campos que tenta tratar e "refutar", beirando o ridículo, quando tenta discutir ciência e matemática com seu filosofês:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;1)Ataca a Teoria da Evolução das Espécies e o próprio fato da evolução.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;2)Ataca questões de matemática, especialmente o que seja a moderna conceituação de infinito, especialmente, o posterior a Cantor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;3)Não entende lhufas de Cosmologia e tenta tratar a origem e evolução do universo com argumentações que beiram o infantil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;4)Tenta discutir a Física Clássica de Newton e seus postulados, que na verdade, mais profissionalmente, são a "relatividade de Galileu" com noções pífias ao menos para saber que muito do que está ali modificou-se, especialmente, com o advento da Teoria da Relatividade geral, aquela mesmo que sustenta a Cosmologia que ele não entende.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;No meio de suas esparrelas, defende até a Astrologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Logo, menos, por favor. (De preferência, quase nada!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-nIP5BNnGjFU/TYfCly26weI/AAAAAAAABD8/9E94Kihu0yE/s1600/metodo-cientifico-x-religioso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-nIP5BNnGjFU/TYfCly26weI/AAAAAAAABD8/9E94Kihu0yE/s400/metodo-cientifico-x-religioso.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Obs.: Falando em Galileu, as bases da "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cantor%27s_diagonal_argument"&gt;argumentação diagonal&lt;/a&gt;" (perdão, o artigo em português me pareceu ruim, simplesmente), de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Georg_Cantor"&gt;Cantor&lt;/a&gt;, já tinha sido percebida por Galileu, quando faz anotações de que existem tantos números naturais quanto seus quadrados, igualmente, naturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Sobre Cantor, uma argumentação simples, que já mostra o erro de quem tenta refutar sua poderosa e já centenária lógica, é a seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Tomemos os números naturais; 1, 2, 3, 4, 5...&amp;nbsp; Este conjunto é, obviamente, infinito. Multipliquemos cada um destes números por 2, de onde temos um conjunto 2, 4, 6, 8, 10... , que obviamente, novamente, possui tantos números,&amp;nbsp;infinitos, que o anterior (para cada natural corresponde seu dobro). Mas percebamos que os números do segundo conjunto, serei repetitivo, obviamente, são pares. Logo, demonstra-se assim que existem tantos números pares no conjunto dos números naturais quanto os próprios números naturais, mas o conjunto dos naturais &lt;b&gt;contém&lt;/b&gt; os pares. O infinito na matemática, infelizmente para os menos ilustrados sobre para onde evoluiu nossa matemática, não é regido por seus sensos comuns e intuições. Mais precisamente, no infinito, &lt;b&gt;as partes são tão grandes quanto o todo&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;i&gt;Ninguém nos poderá expulsar do Paraíso que Cantor criou.&lt;/i&gt; - &lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="color: #0645ad;"&gt;David Hilbert&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Falando em Hilbert, intimamente ligado ao tema, recomendo:&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hotel_de_hilbert"&gt;Hotel de Hilbert&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HYxHr63dg5E/TZCSUJyhadI/AAAAAAAABE8/B1v3nmKtC0g/s1600/hilbert_hotel.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-HYxHr63dg5E/TZCSUJyhadI/AAAAAAAABE8/B1v3nmKtC0g/s400/hilbert_hotel.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebam, aqui, a enorme enrolada (sim, é este precisamente o termo), que OdC faz para tentar sustentar seu, sabe-se lá se, ponto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.visionvox.com.br/biblioteca/o/Olavo-de-Carvalho-Jardim-das-Afli%C3%A7%C3%B5es-2a-ed.txt"&gt;Olavo de Carvalho; O Jardim da Aflições&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Coloquem&amp;nbsp; CTRL-F e "Cantor", e chegarão diretamente na parte em questão.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo determinados personagens de outra estirpe concordam com ele neste ponto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #993379;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1262315240"&gt;Fernando de Mello Gomide; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://www.ihp.org.br/colecoes/lib_ihp/docs/fmg19970900.htm"&gt;ANTICIÊNCIA: DO SÉCULO XV AOS PÓS-MODERNOS&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas realmente gosto da soberba manifesta em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As pessoas hoje em dia têm alguma dificuldade de compreender isso porque se deixaram enganar por falsas lógicas (como a de Georg Cantor, por exemplo)...&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/textos/europalivre.htm"&gt;Deus acredita em você?&lt;/a&gt;; Entrevista à Rádio Europa Livre (repórter Cristina Poienaru); Bucareste, 21 de outubro de 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, percebemos as falsas lógicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nunca interrompa seu oponente quando ele estiver cometendo um erro.&lt;/i&gt; - Gabriel Sousa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal sabe OdC que sólida lógica não só mostra que no infinito as partes são do tamanho do todo, mas por cortes geometricamente realizáveis, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Banach%E2%80%93Tarski_paradox"&gt;fraciona-se uma esfera e obtem-se duas esferas de mesmo volume&lt;/a&gt;, e a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tarski%27s_circle-squaring_problem"&gt;quadradura do círculo, ainda que "sem régua e compasso", é também possível&lt;/a&gt;, assim como esta mesma quadradura &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hyperbolic_geometry#Circles.2C_Spheres.2C_and_Balls"&gt;é possível em geometria hiperbólica&lt;/a&gt;.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Para algo mais técnico sobre este tema, recomendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jagy, William C. (1995). "&lt;a href="http://zakuski.math.utsa.edu/%7Ejagy/papers/Intelligencer_1995.pdf"&gt;Squaring circles in the hyperbolic plane&lt;/a&gt;" (PDF). &lt;i&gt;Mathematical Intelligencer&lt;/i&gt; 17 (2): 31–36. doi:10.1007/BF03024895&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Outro exemplo das esparrelas deste senhor pode ser vista neste texto:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/100913dc.html"&gt;Deus e o dr. Hawking&lt;/a&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Onde destaco a frase, que já tratei num debateco (um pequeno debate, sem importância alguma, um de meus &lt;i&gt;hobbys - &lt;/i&gt;quase um sadismo controlado), pois OdC envereda pela argumentação à&amp;nbsp; própria ignorância/descrença, ao berrar aos quatro e mais alguns ventos que não existe evidência alguma de evolução, logo, por similaridade:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nem o prof. Hawking, nem qualquer outro cientista da sua área, pode nos oferecer a mais mínima prova de que o universo da física seja "real".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igualmente, leigos em física, um teísta catolicóide vomitando bobagens em ciência (ainda mais em Física, a mais profunda e formal delas) como OdC (acredito que todos saibam quem seja a sigla), portanto, podem fazer afirmação alguma além de sua fé distorcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: Não tendo evidência física (que sempre passa pelos sentidos) da ação ou existência de sua divindade, igualmente não podem afirmar que ela exista. A pegada de um elefante, não visível na paisagem, é sua ação, a visão do enorme animal, ou a audição de seus barredos, bramedos e urros é evidência de sua existência; para um cego e/ou surdo, tocá-lo seria a evidência - se o elefante e suas impressões ilusórias são fruto de uma "Matrix", ou as "sombras de uma caverna", continuamos na mesma situação de impossibilidade de provarmos o elefante, ou mesmo afirmá-lo como fruto de um fantasma providente.&amp;nbsp; Em suma: Não podendo afirmar que a avaliação dos sentidos/mente é associada a algo real, também não poderia afirmar que a evidência física que por acaso viesse a possuir da divindade seria real. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofia, sempre, &lt;i&gt;é terreno escorregadio&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um tolo que não diz palavra não se dintingue de um sábio que se cala.&lt;/i&gt; - Jean Molière&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foquemos a coisa pelo aspecto físico/científico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo não necessita de um "legislador", muito menos de um ser que o produza. Para todos os efeitos e toda a análise, a natureza se basta. Poderíamos, pelo mesmo caminho, questionar quem teria sido o legislador que criou as formas/meios/maneiras/modos pelos quais a divindade atua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só lamento, a pregação barata dele é, até no seu discurso, um enorme vazio,&amp;nbsp;incluindo idéias surradas desde o tempo de Kant e Hume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste debateco, um criacionista lançou as seguintes questões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) &lt;i&gt;Se há forças que o precederam e determinaram, o Big Bang não é "a origem do mundo", mas só de uma fase determinada da existência.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria questão, por si, já coloca que a existência do universo, com tudo que contém e como se comporta, que leva à sua evolução no tempo, independe de uma divindade atuante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) &lt;i&gt;De onde vieram as quatro forças? Surgiram do nada ou foram criadas?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caímos, aqui, na mesma questão anterior. Havendo a existência do universo a partir de um "tempo que se conte" (tempo traz, para qualquer pessoa que se dedique a tratá-lo, dilemas linguísticos terríveis, Agostinho já observava), este contendo suas leis (incluindo as forças), já implica que não se necessite de uma divindade atuante, e também, a existência das leis não implica que tenham de ter sido criadas por uma divindade, ainda mais, uma consciente. Um divindade consciente, na verdade, &lt;b&gt;não se justifica&lt;/b&gt;, quanto mais, se mostra um conclusão lógica inquestionável. A afirmação de uma divindade consciente, como organizadora dos princípios mais básicos do funcionamento da natureza, é, na verdade, o mais profundo dos argumentos teleológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;Se ninguém me perguntar eu sei, porém, se quiser explicar a quem me perguntar, já não sei.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;Recomendo, para ilustrar o tema:&amp;nbsp;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.mundodosfilosofos.com.br/fabio1.htm"&gt;O problema do Tempo em Santo Agostinho&lt;/a&gt;&lt;i&gt; - &lt;/i&gt;www.mundodosfilosofos.com.br&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) &lt;i&gt;Que uma coisa possa acontecer em teoria não prova que tenha acontecido necessariamente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fantástico é que criacionistas e o que chamo de "teístas primários" afirmam exatamente seus milagres e "atuações divinais" quebrando a aparente coerência que mostram neste mesmo tipo de frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos evidências, até "visuais", como na Astronomia, e laboratoriais, como nas partículas subatômicas, do que afirmamos. (Isto em se tratando da coisa profunda e ampla que é origem do universo a partir de um estado anterior - para não dizer o inadequado "inicial"&amp;nbsp; - de alta temperatura e densidade, quanto mais para a evolução da vida, onde a Paleontologia empilha fósseis aos milhões e a Biologia, com organismos vivos, a olhos abertos, percebe a evolução das espécies).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual seria a observação ou experimentação que teriam de suas afirmações sobre a ação de seu fantasmão providente? E ainda mais dos atos deste que berram como fatos incontestáveis, como o surgir de um elefante miraculosamente sobre a grama da savana africana?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BZo05t-1JaE/TZCTJeKqUQI/AAAAAAAABFA/gTKIHbvqKtQ/s1600/wmap.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="170" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-BZo05t-1JaE/TZCTJeKqUQI/AAAAAAAABFA/gTKIHbvqKtQ/s320/wmap.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A radiação de microondas de fundo, a mais antiga imagem possível de ser obtida de nosso universo, pouco posterior a ele passar a ser transparente.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) &lt;i&gt;Não sabemos sequer se o Big Bang aconteceu ou apenas pode ter acontecido.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serei econômico. Já tratei disso na questão anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para coroar, a pérola de incoerência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por que existe o ser e não antes o nada?*&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, então, porque existiu num "período", somente Deus, e não o nada, pois pela própria argumentação deste senhor, então, a pergunta permaneceria sem resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes, uma pergunta, ainda mais perniciosa, e que OdC, para variar, escapa pela tangente, com seu rabinho, invariavelmente, entre as pernas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que exista a divindade que gerou o &lt;b&gt;tudo&lt;/b&gt; (fora ele, pequenos problemas que &lt;b&gt;Espinosa&lt;/b&gt; pulveriza) por que raios teria de ser aquilo que chamam os cristãos, ou mais especificamente os católicos, de deus, ou mesmo, qualquer entidade consciente e inteligente, e ainda por cima, por que não, nosso querido &lt;b&gt;&lt;span style="color: magenta;"&gt;U.R.I.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, se OdC não consegue nem colocar esta pergunta com a honesta dúvida, não pode fazer afirmação alguma além de sua própria ignorância. Para toda a Física moderna, mais e mais se tem mostras que o universo seja, pela simples produção de par de partículas observável em qualquer instituto respeitável de Física, fruto de um adensamento de bósons, que perturbou-se, há 13,7 bilhões de anos, e parafraseando Voltaire, &lt;i&gt;assombra-nos tal universo e cremos procurar em vão, que haja um relógio e um relojoeiro não&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Curiosamente, esta é a mais profunda pergunta tanto da Metafísica quanto da Cosmologia. Por que existe o ser (natureza) e não o nada (absoluta falta de entes físicos)? A diferença, é que todos os que questionam esta questão seriamente, não colocam um fantasmão vingativo e falho de um povo analfabeto da Idade do Bronze como resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OdC afirma: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Passou o tempo em que as declarações de físicos eram ouvidas como decretos divinos. Hoje elas se arrogam uma autoridade supradivina, julgando e suprimindo o próprio Deus. Mas nem mesmo se contentam em fazê-lo na esfera das puras considerações teóricas: estendem sua jurisdição a todo o campo da existência social, exigindo que a educação, a cultura e as leis se amoldem à sua cosmovisão científica, sob a pena de serem condenadas como atos de fanatismo e crimes contra o Estado democrático.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou o tempo em que as declarações de religiosos eram ouvidas como decretos divinos. Hoje elas se arrogam uma autoridade supradivina, julgando e suprimindo o próprio Deus. Mas nem mesmo se contentam em fazê-lo na esfera das puras considerações teológicas: estendem sua jurisdição a todo o campo da existência social, exigindo que a educação, a cultura e as leis se amoldem à sua cosmovisão religiosa, sob a pena de serem condenadas como atos de heresia e crimes contra um pretenso Estado teocrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso mesmo, digo que &lt;a href="http://ceticismo.net/comportamento/sobre-os-perigos-do-criacionismo-biblicista/"&gt;esta gente é muito mais perigosa que parece&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ironizando, eu então&amp;nbsp;disse que Hawking, em desespero pelas afirmações de OdC, saiu em disparada, com sua cadeirinha, por Cambridge a fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ptfaRkAFN2w/TZCVIRK6kAI/AAAAAAAABFE/Avt1paYhkzI/s1600/Hawking-with-emu-small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="295" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-ptfaRkAFN2w/TZCVIRK6kAI/AAAAAAAABFE/Avt1paYhkzI/s400/Hawking-with-emu-small.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Hawking e um emu, um pitoresco momento do "grande mestre da gravidade".&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Mas o mais interessante é que Hawking e seu parceiro nesta obra, Leonard Mlodinow, não afirmam que "provaram que deus não existe" (contrariamente a determinados personagens, até &lt;a href="http://news.noticiascristas.com/2008/03/cientista-prova-existncia-de-deus-e.html"&gt;premiados por instituições como a Templeton&lt;/a&gt;, e curiosamente, partindo do Big Bang), nas palavras deles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Deus pode existir, mas a ciência pode explicar o universo sem a necessidade de um criador&lt;/i&gt;. - Stephen&amp;nbsp;Hawkin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não dizemos que provamos que deus não existe. Nem ao menos dizemos que provamos que deus não criou o universo.&lt;/i&gt; - Leonard Mlodinow &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariamente aos teístas primários e crentes simplórios, nós, os céticos, os cientificistas, até os pensadores humildes frente a grandeza da natureza, não afirmamos nossas certezas, mas enfrentamos nossas dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por não termos instrumentos capazes de mensurar toda a natureza, não podemos estar certos de termos uma teoria final.&lt;/i&gt; - Marcelo Gleiser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Antes de encontrar as respostas, precisamos de novas perguntas.&lt;/i&gt; - Karl Popper&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Você é quase tão ateu quanto nós. Quando você entender por que não acredita em todos os outros deuses, saberá por que não acreditamos no seu&lt;/i&gt;. - Slogan dos neo-ateístas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fechando este, um citação que muito gosto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Reconhecer que cada molécula que constrói nosso corpo, e os átomos que constroem as moléculas, podem ser rastreados até os núcleos incandescentes de estrelas de alta massa que explodiram e lançaram seus interiores quimicamente ricos na galáxia, enriquecendo quimicamente nuvens de gás primordiais com a química da vida. Desta forma, estamos todos conectados: biologicamente uns com os outros; quimicamente com a Terra e atomicamente com o resto do universo. Isto é maravilhoso. Isto me faz sorrir e, na verdade, isto me traz uma sensação de grandeza. Não que sejamos melhores que o universo, nós somos parte dele. Estamos no universo e o universo está em nós.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;Neil deGrasse Tyson&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-8859145796287924524?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/8859145796287924524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=8859145796287924524' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/8859145796287924524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/8859145796287924524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/03/mostre-me-o-universo-i.html' title='Mostre-me o universo... I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-fFjIYaJzpS4/TYfC2oGntFI/AAAAAAAABEA/TMvbQ1G9-tg/s72-c/metodo+criacionista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-6273956036362689741</id><published>2011-03-10T06:38:00.000-08:00</published><updated>2011-06-22T12:33:03.249-07:00</updated><title type='text'>Pérolas, peixes, pH, dilúvio e uma dita tautologia I</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em meio a aquáticas argumentações, uma pérola&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma afirmação de um criacionista que anotei, ao tratar de alteração de pH em lagos que permite apenas a sobrevivência de uma variedade, quase uma curiosidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Alem do mais essa historia de pH da água, que matariam os peixes, como saberiam o pH da água? &lt;/i&gt;(sic)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-ZCFbAqASMYU/TXo4oUTq1_I/AAAAAAAABCU/YyXHk8uccNk/s1600/noahs_ark_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="340" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-ZCFbAqASMYU/TXo4oUTq1_I/AAAAAAAABCU/YyXHk8uccNk/s400/noahs_ark_2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Para mais representações artísticas do mito de Noé, &lt;a href="http://www.maritimequest.com/misc_ships/pages/noahs_ark_3000bc_page_1.htm"&gt;http://www.maritimequest.com/misc_ships/pages/noahs_ark_3000bc_page_1.htm&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Observemos o absurdo do raciocínio do criacionista: uma forma de vida teria de "saber" em qual o pH que viveria. Algo tão insano como&amp;nbsp;eu ter de "saber", ainda no útero de minha mãe, que teria de respirar oxigênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pH da água, seja doce ou salgada, seja de um lago alcalino da África ou um água mineral ácida da Itália... &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;existe&lt;/b&gt;, tão simples e claro quanto isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nestas águas, como se vê no México ou na Ásia, na Austrália ou no Brasil, existem formas de vida &lt;b&gt;apenas&lt;/b&gt; adaptadas a este pH (o que na verdade, é afirmar que sobreviveram, por gerações, neste meio). Assim, ao se variar o pH deste meio, morrerá a espécie em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o dilúvio bíblico &lt;b&gt;homogenizou&lt;/b&gt; as águas do mundo (obviamente porque cobriu a Terra),...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ferraram-se&lt;/b&gt; a vida destas espécies. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdão pelos termos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, dizer "como saberiam" ou joça similar, perdão, afirmação apriorística de mesma&amp;nbsp;natureza,&amp;nbsp;não tem sentido fisico-químico (e deste, o biológico). Da mesma maneira que&amp;nbsp;por gerações e gerações, nós, os humanos (conjuntamente com uma infinidade de seres vivos conosco aparentados), vivemos respirando oxigênio apenas do ar, e não temos nem brânquias para absorvê-lo da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complemento: Noutras palavras, águas, atmosferas, posição do planeta, tamanho de sua estrela, são prévios à existência da vida e de suas formas, e não colocados e feitos assim ou assado para a sua existência, conformação ou mesmo simples conforto. Invariavelmente, criacionistas caem na &lt;a href="http://knol.google.com/k/fal%C3%A1cia-da-po%C3%A7a-d-%C3%A1gua"&gt;falácia da poça d'água&lt;/a&gt;, seja em versões mais radicais, seja em mais sutis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo nas questões de que as formas de vida modificaram determinadas características da Terra, como a própria composição da atmosfera - o oxigênio molecular só surge após os fotossintetizantes (ver eu texto &lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1589572031"&gt;Hipótese Gaia - &lt;/a&gt;&lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/04/hipotese-gaia.html"&gt;Fotossintetizantes e o oxigênio&lt;/a&gt;) - as formas que passaram a aproveitar o oxigênio na atmosfera não foram &lt;i&gt;as que se modificaram&lt;/i&gt; para absorvê-lo, mas que o aproveitaram porque &lt;i&gt;sobreviveram à sua existência&lt;/i&gt;, inclusive, o aproveitando em seus processos energéticos, e o organismo chave para tal aproveitamento foi as primitivas mitocôndrias, ainda bactérias independentes&amp;nbsp;(recomendo: &lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://www.seara.ufc.br/donafifi/mitocondrias/mitocondrias03.htm"&gt;Origem das mitocôndrias: a teoria da endossimbiose&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.seara.ufc.br/"&gt;http://www.seara.ufc.br/&lt;/a&gt;). Se&amp;nbsp;o processo estocástico da vida tivesse se direcionado por outro caminho, talvez teríamos uma abundância de descententes de absorvedores/produtores de sulfeto de hidrogênio, que inclusive, causam problemas de corrosão em nossos projetos de engenharia (ver &lt;span style="font-size: small;"&gt;Érica Santos Carvalho de Almeida, &lt;span style="font-size: small;"&gt;Maria das Graças Machado Freire, &lt;span style="font-size: small;"&gt;Shirley Katyanne Lemos Rabelo;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.perspectivasonline.com.br/revista/2009vol3n10/volume%203%2810%29%20artigo12.pdf"&gt;AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA PRESENÇA DE BACTÉRIAS REDUTORAS DE SULFATO EM LINHAS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NA BACIA DE CAMPOS&lt;/a&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação:&amp;nbsp;Serei sincero; seguidamente, uso deste blog para acumular referências inclusive para minha atividade profissional. Acredito que não prejudico suas leituras e somo no que, sejamos claros, sustenta o tempo que aqui é gasto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma leitura mais completa sobre organismos redutores de sulfato: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sulfate-reducing_bacteria"&gt;Sulfate-reducing bacteria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-ckbVmNloNv4/TXv4x8VberI/AAAAAAAABDo/9FnrBNGEwGM/s1600/bacteria+sulfato.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="343" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-ckbVmNloNv4/TXv4x8VberI/AAAAAAAABDo/9FnrBNGEwGM/s400/bacteria+sulfato.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Dois caminhos de decomposição bacteriana que não passam pela necessidade de oxigênio e produzem gases que não nos são interessantes diretamente (cepsar.open.ac.uk).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Criacionistas tem um imensa dificuldade de entender que as espécies &lt;b&gt;não são planejadas&lt;/b&gt; para tal meio, e sim, sob toda a análise e evidência, são &lt;b&gt;sobreviventes&lt;/b&gt; a tal meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A capacidade do canoão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como coloquei no debate onde surgiu esta bela pérola:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilúvio universal bíblico é &lt;b&gt;mito&lt;/b&gt; e nada mais, e quanto muito, e com tal concordo, o ponto que foi somado a outro ponto e acabou, num conto, virando reticiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Da clássica frase: &lt;i&gt;Quem conta um conto, aumenta um ponto.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: Em determinado ponto da história, o mito da arca deveria lhe atribuir um tamanho grande para uma embarcação do período, mas ainda razoável, construível pela engenharia e arte da construção de embarcações do período. (Ainda que concorde que,&amp;nbsp;em seu surgimento na cultura hebraica, o mito pode ter nascido de um fato&amp;nbsp;até heroico de uma determinada família).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida que o comércio, a troca de cultura, as representações diplomáticas e até as invasões mostraram aos hebreus um sem número de desconhecidas espécies (lembremos que somente entre os grandes mamíferos, acima de tonelada, já chega-se à dezena) o tamanho da arca, para manter uma mínima coerência com os fatos, e um então senso comum de que as espécies eram fixas e estanques, levou ao aumento de suas dimensões, chegando a um absurdo, e ainda sim, não podendo conter as formas de vida nem do presente, quanto mais, do passado. Os criacionistas modernos (uma irônica contradição em termos) solucionam este terrível dilema (e poupam de ainda aumentar mais a arca) com os &lt;a href="http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2009/09/junior-o-recalcitrante-iii.html"&gt;baramins&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratei do tema com mais detalhes aqui: &lt;a href="http://knol.google.com/k/o-motivo-do-design-inteligente-implicar-em-evolu%C3%A7%C3%A3o#Macro_e_Microevolu%28C3%29%28A7%29%28C3%29%28A3%29o%282C%29_Baramins%282C%29_algumas_observa%28C3%29%28A7%29%28C3%29%28B5%29es"&gt;Macro e Microevolução, Baramins, algumas observações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para me obrigar a uma futura tradução: &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Baraminology"&gt;Baraminology&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- Wiki (en)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para termos um momento leve, palavras de meu profeta, Francisco, O Herege:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eis pois que o Herege colocou-se a divagar,e lhe deram ouvidos e o julgariam, ao final, sábio.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Em verdade vos digo que aos hebreus, ignorantes e primitivos, não  haveria necessidade das plantas ou mesmo suas sementes serem salvas na  arca, no noéico impossível canoão, pois considerariam que as sementes  seriam imunes aos efeitos dos mares, diluídos ou não, e até é citado "o  sal da terra" no bíblico texto, com o sentido que este seria necessário e  não prejudicial.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Para tais ignorantes povos, as plantas seriam algo  inerente ao que chamaríamos geologia, pois não precisariam de coisa  alguma, além da água e do Sol e de serem ao solo colocadas, para  nascerem e crescerem. Seriam, pois, não formas de vida propriamente  ditas, como os destacados animais em Gênesis, mas como as ali citadas "ervas", que de  tudo independeriam e já teriam sido colocadas mesmo antes do Sol por  Jeová no mundo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E tremei, pois AQUILO vos cobrirá!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;E ofereceram-lhe suas irmãs e filhas, e o Herege agradeceu-lhes, mas  disse que sua concubina permitia apenas que fosse presenteado com nobres  cervejas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TROPNd84akI/AAAAAAAAA-Q/vv7BWKkeBCA/s1600/charles+darwin+pokemon2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="391" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TROPNd84akI/AAAAAAAAA-Q/vv7BWKkeBCA/s400/charles+darwin+pokemon2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Como os criacionistas imaginam o processo evolutivo. (bestofb.wordpress.com)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O inconstante meio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constantemente, uso o exemplo de um lago, que possui determinado pH, e nele vive determinada espécie de peixe, obviamente, adaptada - o melhor seria dizer agora resistente - a tal pH específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma erupção vulcânica, tal pH baixaria, pela formação de, predominantemente, ácidos derivados de enxofre. Esta espécie, nesta população, dentre seus indivíduos, seria portanto selecionada. Sobreviveriam apenas os indivíduos mais aptos ao meio em modificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seleção natural é a mais evidente das afirmações da Teoria da Evolução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Posso afirmar, inclusive, que a Paleontologia é a compilação maior de suas evidências, pois todas as espécies extintas de nosso passado foram selecionadas, e não sobreviveram ao filtro implacácvel das modificações do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-kw1IRdj1Oxc/TXp_TMa1q9I/AAAAAAAABCo/Mp0l4yp64EI/s1600/morte-sele%25C3%25A7ao+natural.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="158" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-kw1IRdj1Oxc/TXp_TMa1q9I/AAAAAAAABCo/Mp0l4yp64EI/s400/morte-sele%25C3%25A7ao+natural.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um convincente imagem do que realmente seja o fator da seleção natural (helsinki.fi).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A partir desta seleção, esta espécie, agora resistente a tal pH, provavelmente não seria, ao longo de gerações, mais resistente a pHs mais altos, e portanto, ficaria isolada e até incapaz de migrar por rios, riachos e mínimos córregos que ligasse tal lago acidificado a outros mais alcalinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos afirmar o mesmo para a temperatura, que explicaria as populações de peixes resistentes à águas quentes no México, ou a salinidade, que já explicaria muito das espécies de água doce, assim como seu retorno aos mares. Existem inclusive variedades de peixes mexicanos resistentes à águas com um alto teor de sulfeto de hidrogênio, &lt;i&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sulphur_molly"&gt;Poecilia sulphuraria&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-s59aMhjIi4M/TXo1J7bD-tI/AAAAAAAABCM/BE8OW8lzHiI/s1600/poecilia_latipinna_dalmata.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="260" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-s59aMhjIi4M/TXo1J7bD-tI/AAAAAAAABCM/BE8OW8lzHiI/s400/poecilia_latipinna_dalmata.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A resistente "molinésia" (&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.aquaonline.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1763:poecilia-latipinna-molina&amp;amp;catid=133:peixes&amp;amp;Itemid=55"&gt;Poecilia latipinna&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;) dos aquários domésticos, oriunda da América Central, resistente a variações de salinidade. (hobbyland.bio.br)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿ &lt;br /&gt;Mas a questão mais importante é esta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aptos são aptos a um meio que não é fixo, e se este se modifica, o anteriormente apto não necessariamente se mantém apto, e pode não mais sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um acréscimo: as vegetações e determinada fauna, nas planícies próximas ao oceano tanto nos tsunamis do oceano Índico de 2004 quanto no do Japão destes dias, será selecionada pela salinidade residual deixada pela penetração das massas de água salgada terra a dentro, e esta salinidade só decairá com a lavagem proporcionada pelas chuvas e irrigação (o que do ponto de vista da salinidade, dá no mesmo). A seleção se mostra em cada evento de maior escala de nosso planeta, mesmo em nossos dias, e por mais sutil que seja, é determinante nas formas de vida que ficam se perpetuam. Da mesma maneira, na maior escala, as extinções do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o_do_Permiano-Tri%C3%A1ssico"&gt;Permiano-Triássico&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Extin%C3%A7%C3%A3o_K-T"&gt;Cretáceo-Paleogeno&lt;/a&gt; propiciaram apenas a sobrevivência de animais que pudessem sobreviver com as condições de toxidade da água e atmosfera, ausência de vegetação e uma cadeia alimentar que não dependesse de abundância de vegetais, que também sucumbiram às condições climáticas e de luminosidade. Para todos os efeitos, a poça d'água onde a vida floresce se mostra a mais inóspita para contê-la, ou se desejarem, sem metáforas, o universo mostra que odeia a vida, mesmo em nosso relativamente pacato planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A dita tautologia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A clássica afirmação criacionista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;Seleção natural é a sobrevivência dos mais adaptados. Os mais adaptados são aqueles que sobrevivem. Portanto, evolução por seleção natural é uma tautologia (uma lógica circular).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Wilkins, J. (2006) Evolução e Filosofia - uma introdução. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://biociencia.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=206&amp;amp;Itemid=225"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma boa tautologia é difícil de encontrar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;. &lt;b&gt;Projeto Evoluindo - Biociência.org.&lt;/b&gt; Trad.: Fernando Lorenzon &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Até Popper enveredou por este infeliz argumento:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;...dizer que uma espécie atualmente viva está adaptada ao seu ambiente é, de fato, quase tautológico...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E erra também ao considerar que as espécies possam fazer algo sobre si mesmas que lhes permitam modificar-se ao ponto de sobreviver, mesmo a coisas simples, como pH da água de um lago:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Todo organismo e toda espécie encara constantemente a ameaça da extinção; mas essa ameaça toma a forma de problemas concretos que ele tem que resolver.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #231f20; font-family: FilosofiaSmallCaps; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #231f20; font-family: FilosofiaSmallCaps; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #231f20; font-family: FilosofiaSmallCaps; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alves Ferreira; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1678-31662005000200009&amp;amp;script=sci_arttext"&gt;Sir Karl Popper e o darwinismo&lt;/a&gt;; Sci. stud.&amp;nbsp;vol.3&amp;nbsp;no.2&amp;nbsp;São Paulo&amp;nbsp;Apr./June&amp;nbsp;2005&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Marcelo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando um excelente texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Afirmar uma tautologia é afirmar algo como "as mesas são mesas" ou "as pedras pesadas são pedras pesadas". Uma teoria construída sobre tautologias não tem poder explicativo. Por esse motivo, o darwinismo também não tem poder de antecipação*. Se uma geração até agora sobrevivente não sobreviver para além dela é porque não se adaptou às novas condições ambientais. A aptidão é relativa somente às condições existentes não se podendo afirmar nada além de algo como "os que são aptos aqui e agora sobrevivem aqui e agora".&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Rogério Soares da Costa; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.marilia.unesp.br/Home/RevistasEletronicas/Kinesis/22_RogerioSoaresdaCosta.pdf"&gt;O DARWINISMO NA EPISTEMOLOGIA TARDIA DE SIR KARL POPPER&lt;/a&gt;; &lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Kínesis&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,Times New Roman; font-size: small;"&gt;, Vol. II, n° 03, Abril-2010, p. 316 – 330 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Mas tem de explicação dos fatos passados e permite claramente previsões dentro de um quadro estocástico: ou seja, não temos como, dada a evolução dos ungulados, saber os específicos &lt;i&gt;designs&lt;/i&gt; oriundos das atuais vacas, mas sabemos que populações de vacas podem, sob condições que já observamos, dar origem a novas espécies de ungulados, e evidentemente, de outros ungulados descendem,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-eoFIkdTv62M/TXosyNpuHTI/AAAAAAAABCI/_ZBGn-PKNfw/s1600/Paleogene_ungulate_motley_Aug-2009.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="295" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-eoFIkdTv62M/TXosyNpuHTI/AAAAAAAABCI/_ZBGn-PKNfw/s400/Paleogene_ungulate_motley_Aug-2009.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Um bom conjunto de ungulados conhecidos na Paleontologia, do Eoceno (&lt;a href="http://scienceblogs.com/tetrapodzoology/2009/08/we_heart_paleogene_ungulates.php"&gt;scienceblogs.com&lt;/a&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Popper retirou essa objeção posteriormente, embora não se saiba se&amp;nbsp;a contra-gosto ou não. De qualquer modo, mesmo que Popper não a tivesse retirado, essa objeção de tautologia não permaneceria, não seria sustentável como argumento lógico para tratar as afirmações da teoria da evolução. A seleção natural não é tautológica - apenas que sua verificação é sempre &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt;, aliás como em qualquer observação científica.&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[Nota 1]&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Logicamente, devemos destacar que ainda não temos máquina do tempo para realizar observações, para de uma maneira empírica poder testar o que aconteceu há milhões de anos, um &lt;i&gt;a-historicismo&lt;/i&gt; do materialismo mecanicista, especialmente, no caso, na paleontologia, igualmente aplicável em geologia, astrofísica e cosmologia, ciências com afirmações históricas, no caso, respectivamente, a história da vida, a história da Terra, do sistema solar e dos demais corpos celestes e do próprio universo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém se até hoje a teoria darwinista mostra-se incontestável é precisamente pelo fato de que até hoje não &lt;i&gt;pôde&lt;/i&gt; ser falseada.&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;[Nota 2]&lt;/span&gt; Essa teoria o&amp;nbsp;nos indica&amp;nbsp;que, se bem que não temos, como sempre,&amp;nbsp;os 100% de probabilidades de afirmar que seja verdadeiramente certa (precisamente porque não temos uma máquina do tempo), a temos com uma probabilidade muito grande de confiança ela seja a correta modelagem dos mecanismos da variabilidade e diversidade da vida.&amp;nbsp;Porque todos os testes parcias de tipo empírico&amp;nbsp;realizados&amp;nbsp; - observações e experimentos - até hoje não refutaram a teoria, senão que a validam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota 1&lt;/span&gt;: Toda observação é feita de um passado ainda que próximo. Mesmo uma observação num microscópio de apenas 1 mm entre a lâmina e a objetiva, implica num tempo transcorrido de frações de segundo (para manter minha fama de &lt;i&gt;chato&amp;nbsp;mas exato&lt;/i&gt;, 3,33 x 10^-12 s). Mesmo a mais "instantânea" (aqui, as aspas se tornam necessárias) observação, numa instrumentação com funções que operem à velocidade da luz, mesmo para as menores distâncias e trajetos de informações/impulsos, terá uma implicação de tempo, e sua análise, obviamente, se dará num&amp;nbsp;momento posterior. Não existe, na natureza, uma observação instantânea/presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Nota 2&lt;/span&gt;: Mantive o acento por efeitos didáticos,&amp;nbsp;pois a evolução &lt;i&gt;póde&lt;/i&gt; perfeitamente ser falseada, e por isso mesmo, a Teoria da Evolução é uma teoria &lt;i&gt;popperianamente&lt;/i&gt; científica. Como ela nunca o foi, e suas hipóteses sobrevivem, e se consolidam, são corroboradas, mantem-se não só como a explicação e modelagem para a diversidade e variação das espécies no tempo, mas como a teoria eixo, unificadora, da Biologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação da teoria da evolução, em sua forma mais simplificada, pode apenas &lt;b&gt;parecer&lt;/b&gt; tautológica, como destacado aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Além disso, o darwinismo, em sua formulação básica, segundo Popper, é quase tautológico. A teoria evolutiva afirma que os mais aptos ou adaptados a um ambiente tendem a sobreviver e se reproduzir em maior número, transmitindo assim a seus descendentes suas características. Os mais aptos são definidos como aqueles que têm sobrevivido com maior freqüência. O enunciado-padrão do darwinismo "os mais aptos tendem a sobreviver" será então tautológico, pois se substituirmos "mais aptos" por sua definição corrente, teremos: "aqueles que têm sobrevivido com maior freqüência tendem a sobreviver." - &lt;/i&gt;Rogério Soares da Costa; obra já citada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas na realidade, a afirmação neste campo da Teoria da Evolução, funciona assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma característica A está associada a uma maior sobrevivência (ou capacidade reprodutiva) de indivíduos de uma população na geração 1.&lt;br /&gt;- Hipotetiza-se que essa mesma característica A estará associada a uma maior sobrevivência de indivíduos dessa mesma população na geração seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela parece tautológica apenas quando se esquece da diferença entre "geração 1" e "geração seguinte". A hipótese é formulada pela observação na geração 1, a hipótese é testada pela observação na geração 2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria tautológica apenas se a hipótese fosse formulada e testada pela mesma observação na mesma geração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-oPY3qr4Q2Vs/TXpyfuY1q1I/AAAAAAAABCY/CzP4-TqFax4/s1600/urso+e+camelo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="148" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-oPY3qr4Q2Vs/TXpyfuY1q1I/AAAAAAAABCY/CzP4-TqFax4/s400/urso+e+camelo.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Dois animais classicamente aptos aos seus meios. Evidentemente, ao meio dum se modificar em direção ao do outro(como por exemplo, temperatura e presença de massas de água), ambos não serão mais aptos. Exemplos simples e claros derrubam uma teimosia patética dos criacionistas em afirmar que seleção natural não ocorra.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acrescento: Aqui, seguidamente, criacionistas afirmam que uma espécie, como uma lagartixa, tenha de se transformar num dinossauro numa única geração, e até mesmo numa mesma população, pedindo um milagre de transformação que a Teoria da Evolução nem se interessa em afirmar, e ao mesmo tempo, negando que lobos possam se transformar tanto em &lt;i&gt;buldogues&lt;/i&gt; quanto galgos, mesmo na História humana (notemos a maiúscula), assim como negando que algo &lt;b&gt;parecido&lt;/b&gt; com uma atual doninha ou furão tenha se transformado em todos os carnívoros que hoje vemos, inclusive, as doninhas e os furões, passando por todas as formas de vida que representam os carnívoros no registro fóssil recente, e o mesmo, infindáveis vezes em teimosia, com todas as formas de vida - &lt;b&gt;pois não existem mais lacunas significativas na árvore da vida, apenas, detalhes&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns segundos de pesquisa de imagens no Google despeja imagens da variedade dos cães:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-X4kZakiS1xU/TXp_-wOrx9I/AAAAAAAABCs/gd-2UAzLW34/s1600/08dog_evolution.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="188" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-X4kZakiS1xU/TXp_-wOrx9I/AAAAAAAABCs/gd-2UAzLW34/s320/08dog_evolution.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A clara na História e na Arqueologia evolução dos cães (artemnebo.edu.ms).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-Gyf4ZpeITOw/TXqAlSYGn-I/AAAAAAAABCw/KHFRIrKTsvM/s1600/dog+evolu.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-Gyf4ZpeITOw/TXqAlSYGn-I/AAAAAAAABCw/KHFRIrKTsvM/s400/dog+evolu.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;pbs.org&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Para um enorme cladograma dos cães, vivos e extintos, recomendo a Enciclopédia Delta de Ciências Naturais, que mesmo sendo dos anos 50-60, ainda contém um dos maiores gráficos do gênero, e alerto que a&amp;nbsp;diversidade das raças aumentou, e permanentemente, surgem novos &lt;i&gt;standards &lt;/i&gt;(bastam 5 minutos de conversa com um criador de pitbulls para se ter ideia da atual diversidade deta raça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-HZJWCAC61Do/TXp6tXhOA2I/AAAAAAAABCc/CPrYpfSfuEI/s1600/evolu%25C3%25A7%25C3%25A3o+dos+carn%25C3%25ADvoros.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="357" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-HZJWCAC61Do/TXp6tXhOA2I/AAAAAAAABCc/CPrYpfSfuEI/s400/evolu%25C3%25A7%25C3%25A3o+dos+carn%25C3%25ADvoros.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A evolução dos carnívoros se torna cristalina, até diria, quando se observa suas formas num quadro mais amplo (blog.educacional.com.br).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Anexos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;1)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma filogenia da família dos canídeos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-2CR0Vt3GK7U/TXqBg27zQLI/AAAAAAAABC0/ohsgQkatxlY/s1600/dog-phylogeny.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-2CR0Vt3GK7U/TXqBg27zQLI/AAAAAAAABC0/ohsgQkatxlY/s400/dog-phylogeny.jpg" width="311" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;retrieverman.wordpress.com&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante gráfico, embora acredite, e pesquisarei no futuro, se não há uma troca de imagens entre dois dos ancestrais dos cães:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-dOu7UI0cgiI/TXqCcwZPzBI/AAAAAAAABC4/PQRKBCDLtzg/s1600/dogevol2.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-dOu7UI0cgiI/TXqCcwZPzBI/AAAAAAAABC4/PQRKBCDLtzg/s400/dogevol2.gif" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;webspace.webring.com&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A ancestralidade/diversidade dos cães é tão conhecida que até "nossos amigos" propiciam referências científicas de seu estudo: &lt;a href="http://www.nwcreation.net/dogsandwolves.html"&gt;Dog / Wolf breeding history and genetic diversity&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- &lt;a href="http://www.nwcreation.net/"&gt;http://www.nwcreation.net/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;2)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diversidade dos ursos e seus parentes mais próximos,&amp;nbsp;sua ancestralidade,&amp;nbsp;é clara também num quadro mais amplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-1pFUFo7Fsv4/TXp9wV7f6RI/AAAAAAAABCk/XaZS1mZrKh4/s1600/ursos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="268" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-1pFUFo7Fsv4/TXp9wV7f6RI/AAAAAAAABCk/XaZS1mZrKh4/s400/ursos.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;giantpandaonline.org&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para um bom panorama formal da evolução dos ursos, recomendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="tl"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Bruce McLellan; &lt;a href="http://www.bearbiology.com/fileadmin/tpl/Downloads/URSUS/Vol_9/McLellan_Reiner_Vol_9.pdf"&gt;A REVIEW OF BEAR EVOLUTION&lt;/a&gt;; &lt;/span&gt;Int. Conf. Bear Res. and Manage. 9(1):85-96 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;3)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por variações amplas no tempo, torna-se evidente também a evolução das baleias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-dCU5O_71mqE/TXp8O-mz_EI/AAAAAAAABCg/yunCbqK__wQ/s1600/georgiacetus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="337" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-dCU5O_71mqE/TXp8O-mz_EI/AAAAAAAABCg/yunCbqK__wQ/s400/georgiacetus.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://news.nationalgeographic.com/news/2008/09/080911-whale-legs.html"&gt;news.nationalgeographic.com&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-t50tgrniSSc/TX1gQigIGWI/AAAAAAAABDs/pJ-Y3DeskYc/s1600/evolu+baleias.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-t50tgrniSSc/TX1gQigIGWI/AAAAAAAABDs/pJ-Y3DeskYc/s400/evolu+baleias.jpg" width="336" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://palaeo.gly.bris.ac.uk/palaeofiles/whales/archaeoceti.htm"&gt;Cetacean Evolution - palaeo.gly.bris.ac.uk&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;4)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos perceber que leões "com juba" são claramente africanos, e tigres são claramente asiáticos, e um tanto das ilhas do&amp;nbsp;Oceano Índico. Mas no passado, a variedade de felinos foi um tanto maior, e existia o leão "sem juba" (mais corretamente, deveria dizer "pobre de juba"), o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%A3o-europeu"&gt;leão europeu&lt;/a&gt;, muito bem descrito e retratado pelos romanos e gregos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-O6PU3KYw7YY/TXuM5JcLY0I/AAAAAAAABDk/K-a0Z6sVAAI/s1600/leao+grego.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-O6PU3KYw7YY/TXuM5JcLY0I/AAAAAAAABDk/K-a0Z6sVAAI/s400/leao+grego.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Também existia o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tigre-do-c%C3%A1spio"&gt;tigre do Cáspio&lt;/a&gt;, que possuia uma pequena juba, e que foi inclusive fotografado (extinguiu-se, formalmente, nos anos 1960).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-z57OWvQ_tro/TXuKl0DDauI/AAAAAAAABDg/ADP3Zgdri7Y/s1600/tigre+caspio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="246" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-z57OWvQ_tro/TXuKl0DDauI/AAAAAAAABDg/ADP3Zgdri7Y/s400/tigre+caspio.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tigre do Cáspio no zoológico de Berlim, em&amp;nbsp;1899.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Resumindo, não só as raças tem de continuar aumentando em variedade, pois a vida diversifica-se permanentemente, como o dito "ápice da criação", estes macacos pelados que perambulam pelo mundo, vem fazendo besteira com as mais belas (e úteis) formas de vida&amp;nbsp;desde os tempos bíblicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;5)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um texto de Einstein que casa perfeitamente com o que sejam as implicações da demarcação e falseabilidade na ciência moderna:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;i&gt;A fé em um mundo exterior, independente do sujeito que o percebe, se encontra na base de toda ciência da natureza. Como as percepções dos sentidos não dão senão informações indiretas sobre esse mundo exterior, sobre esse 'real físico', este só pode ser apreendido pela via especulativa. Daí resulta que nossas concepções do real físico não podem ser jamais definitivas. Se quisermos estar de acordo - de uma maneira lógica tão acurada quanto possível - com os fatos perceptíveis, devemos estar sempre prontos a modificar essas concepções.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;6)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Recomendações de leitura sobre seleção natural como uma tautologia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Jim Loy; &lt;a href="http://www.jimloy.com/biology/natural.htm"&gt;Is Natural Selection a Tautology?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jason Rosenhouse; &lt;a href="http://www.csicop.org/specialarticles/show/is_natural_selection_a_tautology/"&gt;Is Natural Selection a Tautology?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;David B;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.gnxp.com/blog/2005/11/is-natural-selection-tautology.php"&gt;Is Natural Selection a Tautology?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-eG-inhNywwU/TXo3HL0WKGI/AAAAAAAABCQ/dgvjj9sZRoU/s1600/darwin-likes-pokemon-31150-1277746655-25.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="370" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-eG-inhNywwU/TXo3HL0WKGI/AAAAAAAABCQ/dgvjj9sZRoU/s400/darwin-likes-pokemon-31150-1277746655-25.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Realmente não resisto a ironizar os criacionistas. (buzzfeed.com)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Grande parte deste&amp;nbsp;texto foi elaborado a partir de texto do biólogo Roberto Takata e outros interlocutores em um debate então disponível na internet, adicionado de textos de outro debate, devidamente modificados, corrigidos e adaptados.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7081698396441936925-6273956036362689741?l=francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/feeds/6273956036362689741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7081698396441936925&amp;postID=6273956036362689741' title='29 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/6273956036362689741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7081698396441936925/posts/default/6273956036362689741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://francisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2011/03/perolas-peixes-ph-diluvio-e-uma-dita.html' title='Pérolas, peixes, pH, dilúvio e uma dita tautologia I'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11087440336400647265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-ZCFbAqASMYU/TXo4oUTq1_I/AAAAAAAABCU/YyXHk8uccNk/s72-c/noahs_ark_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7081698396441936925.post-5780414054866199786</id><published>2011-01-24T12:32:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T14:47:43.819-08:00</updated><title type='text'>Rabiscos</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um conjunto de primeiros esboços de futuros artigos, para não dizerem que retenho durante muito tempo informações. Alguns serão posteriormente ampliados neste blog. Outros são os primeiros "copiões" para artigos mais técnicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Cepas de endiabradas leveduras &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia cervejeira Sam Adams desenvolveu há alguns anos a cerveja&amp;nbsp;Samuel Adams Utopia, numa linha de bebidas&amp;nbsp;que é chamada&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.luxist.com/entry/5574693147179014/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Extreme Beers&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; Aqui, não tratarei da questão preço/mercado deste tipo exótico de cervejas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem se interessar por tais abordagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ppt58050"&gt;&lt;a href="http://www.luxist.com/2005/07/13/sam-adams-limited-edition-utopia-beer/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Deidre Woollard&lt;/span&gt;; Sam Adams Limited Edition Utopia Beer&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nydailynews.com/lifestyle/food/2009/12/01/2009-12-01_samuel_adams_unveils_highoctane_utopias_beer_150abottle_27_alcohol_banned_in_13_.html"&gt;Samuel Adams unveils high-octane Utopias beer: $150-a-bottle, 27% alcohol, banned in 13 states&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8JIHTBG3I/AAAAAAAABBQ/whLXv3hl_b8/s1600/UTOPIA+BEER.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8JIHTBG3I/AAAAAAAABBQ/whLXv3hl_b8/s400/UTOPIA+BEER.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me interessa no momento&amp;nbsp;é que tais cervejas alcançam conteúdos de&amp;nbsp;álcool de até&amp;nbsp;25% e são anunciadas como as mais fortes cervejas do mundo. Em documentário do THC, foi afirmado que o desenvolvimento de tais cepas de leveduras, por seleção,&amp;nbsp;demorou 13 anos até passar-se do tradicional limite de 13 a 15% de etanol até a resistência a um meio com&amp;nbsp;25% a 27 %. Houve etapas intermediárias, como&amp;nbsp;a cerveja&amp;nbsp;Triple Bock, com&amp;nbsp;17,5%, em 1993,&amp;nbsp;e posteriormente a Dogfish Head com&amp;nbsp;22%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto cerveja, a meu ver, encerra-se aqui, mas a utilidade deste processos em desenvolvimentos similares, para&amp;nbsp; fermentação de caldo-de-cana e xarope de milho, por exemplo, para a produção de etanol poderia ser imensa, pois o etanol é uma excreção tóxica 'das e às'&amp;nbsp;próprias leveduras. A concentração de álcool sobe na mistura reacional, um meio de cultura,&amp;nbsp;até um ponto que começa a matar as próprias leveduras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8Izw8W1TI/AAAAAAAABBM/YNAQuf6wSMQ/s1600/LEVEDURAS.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8Izw8W1TI/AAAAAAAABBM/YNAQuf6wSMQ/s400/LEVEDURAS.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância deste tipo de desenvolvimento para a indústria de biocombustíveis é que com leveduras mais resistentes, poderíamos partir de concentrações mais altas de açúcar (mais genericamente, carboidratos) no meio, e prosseguir até um ponto ótimo de produção de etanol. Na destilação, necessitaríamos aquecer menos água para obter etanol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutras palavras, poderíamos ter o uso de menos água, e se menos água, menos gastos com a destilação, pois é um desperdício de energia ter-se de aquecer uma enorme quantidade de água (que não deseja-se extrair de coisa alguma) para obter-se o pouco de etanol (o a destilar), a aproximadamente 78°C. Assim, um meio com carboidratos mais concentrado e posteriormente, com maior concentração de etanol tornaria muito mais econômico o processo de destilação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalho: se parto de um caldo de cana ou xarope de milho diluído de 15% de etanol e 85% de água, tenho de aquecer estes 85% de água até começar a destilar o etanol. Se parto de apenas 80% de água, economizo a energia destes 5% de diferença, lembrando que a água é das substâncias com maior calor específico da natureza, necessitando a maior quantidade de calor para ganhar qualquer grau de temperatura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em poucas palavras, reduziríamos a demanda de água e calor (energia)&amp;nbsp;na produção de etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das vantagens que o setor de biocombustíveis teria é que pouco interessa os resultados em sabor provenientes de suas leveduras, é um segmento, como digo, muito mais "grosso" que o de bebidas. Assim, o desenvolvimento destas cepas só precisaria ter em foco o rendimento em etanol bruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tu és minha luz, meu Sol,&lt;br /&gt;óh, divino etanol!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um poemeto horroroso de minha tosca autoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Etanol a partir de algas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://knol.google.com/k/francisco-quiumento/biocombust%C3%ADveis/2tlel7k7dcy4s/79"&gt;Uma geração intermediária de biocombustíveis&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prof. Pengcheng “Patrick” Fu da Universidade de Hawaii (EUA) desenvolveu uma tecnologia inovativa, produzindo&amp;nbsp;etanol em escala&amp;nbsp;com cianobacterias modificadas (chamadas popularmente de algas verde-azuladas). Esta fonte nova de etanol não entra em conflito com a produção de alimentos e de rações e consome ainda CO2 no seu cultivo no sistema de foto-bio-reator de baixo custo, usando a luz solar.&lt;br /&gt;Fu já desenvolveu cepas de cianobacterias que produzem etanol como resíduo e ganhou uma patente mundial com a sua invenção. Em teste no laboratório de biotecnologia no Hawaii utilizou foto-bio-reatores (PBR, &lt;em&gt;photo-bio-reactors&lt;/em&gt;) com luz artificial e com luz solar. Contatações de Fu e sua equipe apontam que a luz solar&amp;nbsp;funciona mais eficientemente no processo biológico. O processo baseia-se em que&amp;nbsp;transforma-se um resíduo em uma coisa útil, já que as algas verde-azuladas necessitam somente sol e como nutrientes também um pouco de açúcar, especialmente à noite, durante o período sem insolação, usando o resultado da produção tradicional de cana, como o caldo de cana, ou um pouco de melaço de milho, apresentando uma&amp;nbsp;solução interessante como processo paralelo para a indústria&amp;nbsp;sucroalcooleira e de xarope de milho e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil e outros países tropicais ganham deste modo uma segunda opção, processando o etanol a partir de uma nova matéria-prima&amp;nbsp;oriunda de microalgas. Um produção compartilhada permitiria que&amp;nbsp;cana-de-açúcar e algas podem atender juntos a grande demanda de etanol do mercado mundial. A produtividade de algas por hectare é no mínimo 10&amp;nbsp;a 20 vezes maior do que o rendimento da cana, dependendo só da verticalização do cultivo em altura do sistema de foto-bio-reatores verticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8KXmRWvWI/AAAAAAAABBY/oQC3hoLTz58/s1600/algenolbiofuels1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="266" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8KXmRWvWI/AAAAAAAABBY/oQC3hoLTz58/s400/algenolbiofuels1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;Um esquema básico do processo em grande escala -&lt;a href="http://www.digitaljournal.com/article/256037/With_An_Oil_Crisis_Looming_Can_Ethanol_Made_from_Algae_Come_to_the_Rescue_#ixzz1C4O6FIhT" style="color: #003399;"&gt;With An Oil Crisis Looming Can Ethanol Made from Algae Come to the Rescue?&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- Digital Journal.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Focando-nos no Brasil, poderíamos&amp;nbsp;produzir mais&amp;nbsp;etanol&amp;nbsp;usando menos espaço. A produção em massa de etanol com algas poderia ser realizada em grande parte na região Nordeste do país, próximo aos portos marítimos, estimulando assim, conjuntamente, o aproveitamento da incidência de luz solar e&amp;nbsp;a capacidade de exportação desta região carente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajustes na&amp;nbsp;tecnologia da empresa La Wahie Biotech já são realizados para a construção de uma planta experimental de alto rendimento, e o Dr. Pengcheng Fu recebeu&amp;nbsp;recentemente convite do governo chinês para a estruturação de&amp;nbsp;um projeto piloto de etanol de algas em Beijing, além da&amp;nbsp;equipe da empresa La Wahie Biotech Inc. no Hawaii coordenar ações da matriz da empresa e de uma ONG, a Fundação La Wahie International, especificamente com ação no campo da produção de etanol de algas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma filial brasileira, La Wahie Biotech Inc.,&amp;nbsp;está em fase de implantação&amp;nbsp;em Aracaju, sergipe. O&amp;nbsp;representante é o professor alemão, especialista em bioenergia, Hans-Jürgen Franke, que está coordenando o desenvolvimento de um sistema de foto-bio-reator de baixo custo e&amp;nbsp;articulando projetos pilotos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prof. Pengcheng Fu afirma que a produção de etanol com&amp;nbsp;base em plantações do típico &lt;em&gt;agrobusiness&lt;/em&gt;, como a cana-de-açúcar ou o milho é por demais lenta e dispendiosa em&amp;nbsp;recursos. Por esta razão&amp;nbsp;optou pelas cianobacterias, que convertem&amp;nbsp;luz solar e o nocivo dióxido de carbono pela fotossíntese em&amp;nbsp;oxigênio e etanol, com grandes ganhos de eficiência frente à plantas muito mais complexas e de crescimento mais lento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, com o sequestro do gás de efeito estufa&amp;nbsp;dióxido de carbono, e sua colocação num ciclo de biocombustíveis, além da não necessidade de desmatamento para a abertura de áreas de cultivo, a tecnologia revolucionária de produção industrial de etanol da empresa&amp;nbsp;La Wahie Biotech Inc. serve ainda, para combater o aquecimento global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8LIC9R7fI/AAAAAAAABBc/cBJkMqwYq14/s1600/algae5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="266" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8LIC9R7fI/AAAAAAAABBc/cBJkMqwYq14/s400/algae5.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Representação artística de como seria uma unidade de grande escala na etapa de fosfossíntese (&lt;a href="http://cepweb.wordpress.com/2010/05/30/promising-new-research-on-cellulosic-ethanol/"&gt;Promising New Research on Cellulosic Ethanol&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-&lt;span style="color: black;"&gt; Fruit from the Tree&lt;/span&gt;).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Alguns cientistas pesquisam cianobacterias para fabricar etanol, usando diferentes cepas. Mas a técnica do Prof. Fu é única, pois&amp;nbsp;resolveu inserir material genético em um tipo de cianobactéria, e&amp;nbsp;a partir deste passo o produto&amp;nbsp;resídual é somente etanol, separado no circuito do sistema de foto-bio-reator através de uma membrana, com grande eficiência, com o&amp;nbsp;benefício&amp;nbsp;que tal tecnologia permite a produção&amp;nbsp;em poucos dias de&amp;nbsp;grandes quantidades de etanol com custo inferior às das técnicas convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pequena biografia do prof. Pengcheng “Patrick” Fu: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou sua formação em engenharia química, depois a complementou&amp;nbsp;com biologia, tendo estudado na China, Austrália, no Japão e nos Estados Unidos.&amp;nbsp;Também&amp;nbsp;trabalha&amp;nbsp;com a NASA, pesquisando o potencial energético das cianobacterias para provimento de alimentos, oxigênio e outras utilidades para&amp;nbsp;futuras colonizações na Lua e em Marte. Possui como parceiros os pesquisadores Daniel Dean e Donavan Kealoha, ambos estudantes da Universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma leitura extra: &lt;a href="http://www.oilgae.com/algae/pro/eth/eth.html"&gt;Ethanol from Algae&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- &lt;a href="http://www.oilgae.com/"&gt;http://www.oilgae.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8J0TyD17I/AAAAAAAABBU/Wr7tV8i2GyY/s1600/etanol++de+algas.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="205" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8J0TyD17I/AAAAAAAABBU/Wr7tV8i2GyY/s400/etanol++de+algas.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Esquema de um processo misto, produzindo tanto biodiesel quanto etanol.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;Esta produção mista de etanol e biodiesel a partir de algas pode ser vista esquematicamente na figura abaixo. Aproveita-se a solubilidade diferenciada em água (carboidratos) e de biodiesel (solventes) para criar duas linhas de produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8MEKyx6bI/AAAAAAAABBg/1FPOCLw6KCY/s1600/algae6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="252" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8MEKyx6bI/AAAAAAAABBg/1FPOCLw6KCY/s400/algae6.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Dorgas, Tóchicos, tamo cuns pobrema&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um artigo da Scientifica American de dezembro de 1860:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #134f5c;"&gt;"A cocção de folhas de coca (&lt;em&gt;Erythroxylon coca&lt;/em&gt;), planta peruana recentemente introduzida na Europa, está chamando a atenção por possuir um poder estimulante peculiar. As folhas mastigadas em doses moderadas de 0,25 g a 0,40 g excitam o sistema nervoso e permitem que seus consumidores realizem grandes esforços musculares e resistam aos efeitos de um clima rigoroso, conferindo-lhes uma sensação de alegria e felicidade. Os nativos da Bolívia e Peru viajam até quatro dias sem se alimentar, tendo como única provisão um pequeno saco de coca. Que vantagens isso não traria para um fabricante de remédios!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos sinceros: o homem é um animal (assim como mais alguns) que adora se drogar. Podemos discutir ação, mecanismo, intensidade, o mergulho no vício, na destruição causada pelo vício - melhor seria dizer certos vícios, pois ao que parece, eu e mais uma miríade de assumidamente viciados em cafeína não temos mínimos problemas com este alcalóide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além destas questões mais científicas que propriamente legais, este tema tem seguido enveredado pela&amp;nbsp;"falácia da composição", em especial, quando se trata da "liberalização/legalização da maconha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TUGCChQ3xJI/AAAAAAAABB8/KdGZYqgF7ug/s1600/MACONHA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="299" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TUGCChQ3xJI/AAAAAAAABB8/KdGZYqgF7ug/s400/MACONHA.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A luta contra o narcotráfico não é uma luta contra a maconha, mas contra todas&amp;nbsp;outras drogas, na atualidade (no Brasil, já deveria incluir com energia as anfetaminas para fins "dietéticos"), e mesmo se excluída a maconha (ou qualquer croga), obviamente teria ainda de se tratar rigidamente o traficante de crack na porta de escolas. Aqui, algumas autoridades (com vasto volume de sociólogos) esquecem que o objetivo do traficante não é somente vender aquilo que alguém quer, mas algo que alguém não possa deixar de querer - por isso mesmo, devem receber o termo traficante, e não comerciante, que é adequado ao vendedor do pãozinho da minha esquina, que por sinal, nem gosto e nem compro, pois não o quero/gosto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, até mesmo a minha visão liberal/libertária em economia se desfaz, e tem-se de colocar limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes tratemos um ponto, e voltemos a isto em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, drogas como a nicotina e o álcool, amplamente legais pelo mundo, jamais fizeram deixar de existir o tráfico. Em liberando-se a maconha, em coisa alguma faria reduzir as demais drogas e pelo contrário, seria a porta de entrada em outros consumos, além da maconha, mesmo que já legalizada (exatamente como o álcool).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas observemos que mesmo com a legalização de determinadas drogas, como a pouquíssimo criminogênica nicotina, pouquíssimo danosa à vida social do indivíduo (aliás, muito pelo contrário, vide uma de suas motivações, que é o contato social), ainda sim se faz descaminho (comércio internacional ilegal, erroneamente tratado por muitos como "contrabando") com cigarros, se sonega impostos, se fabrica em regimes trabalhistas mais que suspeitos e inclusive, se mata nestas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem falemos que falsifica-se desde simples (pois são) vodkas até complexos espumantes (como engenheiro, garanto: tem de haver grandes grupos nisto, pois envasar espumantes é atividade complexa e exigente de capital). E curiosamente, mesmo com toda a legalidade, cria-se estruturas criminosas em sua produção e comercialização, sem falar no "pequeno detalhe" que uma das drogas que mais causam crimes - em todas suas variantes - é o álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, legalizar maconha, ou mesmo a próxima droga a ser considerada como até&amp;nbsp;"inofensiva", não vai solucionar por si problemas de impostos, de corrupção, de prisões, de apenados, de viciados, de existência de traficantes, a existência de o aparecimento de novas drogas*, e nem mesmo da violência ligada às N drogas ilegais, mesmo com a liberalização da maconha, que por sinal, não é criminogênica, e como este mesmo argumento já mostra, ao ser liberalizada, não fará com que o comerciante de 1 tonelada por mês de cocaína, aninhado num morro do Rio de Janeiro, dispare seus fuzis em direção aos caros apartamentos abaixo, mesmo se pode, agora, competir ilegalmente com a maconha legal a ser vendida mesmo na padaria de sua esquina, muito menos que o meliante da cracolândia do terreno baldio, venda a 3 reais a pedrinha suja, os quais o escravo que lhe paga busca obter enfiando uma faca na velhinha ou criança no seu bairro, ainda que a velhinha tenha ido buscar sua legal maconha, ou a criança tenha ido pagá-la (ou até buscá-la), noutra padaria perfeitamente legal, que a venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Sim, pois ao que parece, os grandes traficantes sempre procurarão novas mercadorias, e pouco interessa se na Idade Média o açúcar de cana foi tratado como uma droga e hoje posso comprá-lo em sacos de 5 kg no supermercado a uma quadra de minha casa. Igualmente uma argumentação de que não se pode comparar em &lt;em&gt;n&lt;/em&gt; variáveis e níveis açúcar à maconha ou cocaína (ou&amp;nbsp;qualquer outra droga)&amp;nbsp;é uma falácia, pois mesmo hoje, temos de criar e aplicar leis que proíbam o excessivo uso do inocente&amp;nbsp;açúcar em alimentação escolar, por exemplo, e mesmo limitar o consumo de açúcar por toda a população, pois sempre falta aos que confundem haver a descriminalização / legalização / liberalização das drogas com alterar algo de sua nocividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o que já fazemos em outros &lt;em&gt;n&lt;/em&gt; aspectos com a legal nicotina e com o álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TUdKqL3ncrI/AAAAAAAABCA/2efNzh9TuAs/s1600/acucar-vicio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="351" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TUdKqL3ncrI/AAAAAAAABCA/2efNzh9TuAs/s400/acucar-vicio.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na Inglaterra e na França, a propaganda de refrigerantes está banida da televisão. No México, onde a obesidade cresce num ritmo assustador, é proibido vender refrigerante nas escolas de todo o país. Na Alemanha e na Bélgica, a proibição vale até para o comércio nas imediações das escolas. Na Irlanda, celebridades não podem fazer comerciais de refrigerantes dirigidos ao público infantil. - &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.cabecadecuia.com/noticias/55411/acucar-e-o-novo-vilao-da-alimentacao.html"&gt;Açúcar é o novo vilão da alimentação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O vício do açúcar é , na minha opinião , talvez o mais comum, até mesmo mais do que o alcoolismo, disse Dr. John Yudkin . ´Há&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;um sem-número de pessoas&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;que poderiam ser esbeltas e vibrantes se não fosse pelo vício dos doces. - &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.vitallidade.com/interna.php?cod=7581"&gt;&lt;em&gt;PURO, BRANCO E MORTAL&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;/ &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.emagrecasemdieta.kit.net/alimentos_perigosos.html"&gt;AÇÚCAR: O MAIS PERIGOSO INGREDIENTE ALIMENTAR DO MUNDO&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sobre a nocividade, se existe verso de música que considero das mais infelizes é&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;em&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="ft"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;em&gt;Porque uma erva natural não pode te prejudicar.&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, &amp;nbsp;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/planet-hemp/48151/"&gt;Legalize Já&lt;/a&gt;&amp;nbsp;,&amp;nbsp;&lt;span style="color: black;"&gt;de Rafael e Marcelo D2, do&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;Planet Hemp. Sobre esta pérola de sabedoria, sempre fruto da generalização simplória, respondo que basta a experimentação, com a milenar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cicuta"&gt;cicuta&lt;/a&gt; ou com a bela&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espirradeira"&gt;espirradeira&lt;/a&gt; de nossos parques.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Números&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;Certos números são realmente interessantes. Por exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;1/81=0,0&lt;strong&gt;12345679&lt;/strong&gt;012345679012345679012346790...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/81)*9=0,11111111111111111111111111111111...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/81)*18=0,22222222222222222222222222222222...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;E assim por diante, logicamente, até 0,999...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;E também é lógico que:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;12345679*9=111111111&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;12345679*18=222222222&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;E assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Mas, como 111=3*37:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;12345679/37=333667&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Ufa! Pela glória de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unic%C3%B3rnio_Cor-de-rosa_Invis%C3%ADvel"&gt;&lt;span style="color: magenta;"&gt;U.R.I.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, quase contém o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_da_besta"&gt;número da besta&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;333667-1=333666&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;333666/333=1002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1002/3=334&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;334-1=333&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que obviamente, nos leva a 111, e deste, 37 novamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Uma observação: o professor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_C%C3%A9sar_de_Melo_e_Sousa"&gt;Júlio César de Mello e Souza&lt;/a&gt;, sob pseudônimo de Malba Tahan, dedicou-se a fazer demonstrações similares sobre este número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8NmdVBxlI/AAAAAAAABBo/DgKmATQiFV0/s1600/Malba+tahan.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_-PiGe87t-Ow/TT8NmdVBxlI/AAAAAAAABBo/DgKmATQiFV0/s400/Malba+tahan.jpg" width="323" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Mas abordemos outro interessante número:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;1/7=0,&lt;strong&gt;142857&lt;/strong&gt;142857142857142857142857...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/7)*2=0,285714285714285714285714285714...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/7)*3=0,428571428571428571428571428571...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/7)*4=0,571428571428571428571428571428...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/7)*5=0,714285714285714285714285714285...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;(1/7)*6=0,857142857142857142857142857142...&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Para tornar mais claro:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857*2=285714&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857*3=428571&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857*4=571428&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857*5=714285&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857*6=857142&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Colocando numa certa ordem:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857=1*142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;428571=3*142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;285714=2*142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;857142=6*142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;571428=4*142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;714285=5*142857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Pegaram a ciclicidade?&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Analisando melhor o número 142857:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857/13=10989&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;10989/11=999&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;E o óbvio:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;999/9=111=3*37&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Mas:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142+857=999&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;O que também poderia ser obtido com:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;142857*1001=142999857&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;E:&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;7*11*13=1001 &lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="text"&gt;Notemos que são três primos consecutivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: deste número nasce a interessante brincadeira que pede-se que uma pessoa escreva um número de 3 dígitos qualquer numa calculadora, como por exemplo 123, e o repita, produzindo um número de 6 dígitos, no caso 123123. Daí, pede-se que o divida por 7 e que não&amp;nbsp;necessita-se&amp;nbsp
